Exposição no Museu Shunji Nishimura em Pompeia comemora os 118 Anos da Imigração Japonesa no Brasil


 


Mostra oferecerá aos visitantes a oportunidade de conhecer
 elementos tradicionais da cultura nipônica


A Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia (FSNT) sediará, de maio a julho, a exposição “O Legado da Cultura Japonesa no Brasil”, em celebração aos 118 anos da imigração japonesa.

 

Organizada pelo Museu Shunji Nishimura, a mostra oferecerá aos visitantes a oportunidade de conhecer elementos tradicionais e contemporâneos da cultura nipônica, apresentando a trajetória de adaptação dos imigrantes e suas contribuições para a formação da identidade brasileira.

 

O Museu Shunji Nishimura, mantido pela FSNT, foi fundado em 1998 pelo idealizador do Grupo Jacto. Seu propósito é preservar a história, o legado e as inovações do Sr. Shunji Nishimura, conectando a trajetória da empresa ao desenvolvimento do país.

 

Os principais destaques desta edição incluem uma homenagem às famílias japonesas residentes no município de Pompeia, uma realização feita em parceria com o Kaikan da cidade. E uma proposta de experiência expositiva que conta com interações lúdicas ideais para visitantes de todas as idades.

 

Esta exposição celebra a herança e a contribuição da comunidade japonesa para a diversidade cultural do Brasil. Toda a região está convidada a conhecer esta jornada cultural, onde será possível apreciar a beleza, tradição e sofisticação da cultura japonesa, servindo de inspiração e reflexão sobre a importância da cultura japonesa para o país.

 

Serviço

Endereço: Avenida Fundação Shunji Nishimura, 605. (Pompeia - SP).

Horário de funcionamento: das 7h às 17h30.

Agendamentos: WhatsApp: (14) 99862-5305/ Telefone: (14) 3405-2053 
A entrada é gratuita.

O evento é aberto ao público em geral e a instituições de ensino (públicas e particulares).

 

Sobre a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia

A Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia (FSNT), sediada em Pompeia (SP), foi criada pelo imigrante japonês, Shunji Nishimura, fundador da Jacto, como forma de agradecimento ao Brasil. A Fundação chega aos 45 anos como um ecossistema de educação e inovação para o país, reunindo uma escola técnica do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e uma Fatec (Faculdade de Tecnologia de São Paulo) com cursos inéditos voltados ao agronegócio.

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