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sábado, 4 de março de 2017

Festividades

Adelvair David

No afã de encontrar divertimento para espairecer ou por tradição é comum a criatura humana agir de forma impensada entregando-se a comportamentos nada saudáveis física e moralmente.
É positivo buscar o lazer para arejar a mente, sendo profundamente indicado pelos especialistas do comportamento humano, porém, a título de fazê-lo, deixar-se conduzir por desequilíbrios de toda sorte nunca será justificável.
Muitos morrem radicalizando ações que chamam de esportes, outros se perdem moralmente nas festas regadas a todos os tipos de alcoólicos ou substâncias que lhes tiram o controle. Outros se submetem a situações vexatórias, e alguns ainda produzem tal mal a si mesmos que ficam mutilados fisicamente, sequelados de muitas maneiras, tendo o arrependimento como marca de que não estavam no comportamento correto.
Compreendemos que o "carnaval" se amolda perfeitamente ao que estamos falando, por atavismo induz a criatura a soltar-se sem limites e mesmo que não o faça, a frequentar ambientes saturados de recursos vibratórios negativos, indutores de tudo o que não lhe é devido. Argumentam alguns que não se darão a nenhum desequilíbrio, então ouvimos certa feita de um amigo espiritual: Duas pessoas que atravessassem um pântano, uma sobrea e a outra alcoolizada, ambas chegariam ao outro lado impregnadas dos recursos provenientes do pântano, claro que o segundo estaria em pior situação, mas ambos estariam sujos.
Disse Jesus que: "porque larga é a porta, e espaçoso é o caminho que conduz a perdição." Neste sentido, não se poderá chamar de divertimento todo evento, necessário prudência na escolha.
FESTIVIDADES DEVEM EXPRESSAR UMA ALEGRIA QUE CONDUZA AO SOSSEGO E A PAZ.
 

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