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segunda-feira, 11 de julho de 2016

FOLHAGERAL

Vereadores


do legislativo jalesense querem saber do prefeito Pedro Callado como anda a aplicação e a fiscalização da Lei nº 4.439, de 10 de dezembro de 2015, que instituiu no município de Jales o "Programa de Proteção aos Animais".



Os parlamentares
alegam que os protetores de animais constatam a existência de abandono indiscriminado de animais domesticados em vias públicas, praças e até cemitérios do município. E não ocorre – da parte da municipalidade – qualquer ação fiscalizatória contra o abandono, bem contra os maus tratos. Assim, os causadores não são responsabilizados nem punidos.


Tal como
a "Lei dos Panfletos", de autoria do vereador Luis Fernando Rosalino (PT), que foi sancionada pelo prefeito Callado mas continua na gaveta. Segundo o autor da lei, o Executivo justifica que a lei não está sendo aplicada por falta de pessoal para fiscalizar o seu cumprimento. Também se cogita em pressão feita pelos interessados diretos na distribuição dos panfletos pela cidade, que ficariam prejudicados.


Poderia o
prefeito Pedro Callado contatar a ACIJ Associação Comercial e Industrial de Jales e pedir que ela oficiasse seus filiados a, pelo menos, respeitar o artigo 1º da lei, que proíbe a colocação de panfletos nos parabrisas dos veículos.

Aquela

tal "média política", que o político gosta de fazer para agradar fulano e não desagradar sicrano, acaba inibindo boas atitudes. Atenção no trânsito, gentileza na convivência urbana, colaboração com a limpeza pública e respeito aos animais podem melhorar muito a vida na cidade.


Na sexta-feira
(1º de julho), quando da visita do governador Geraldo Alckmin a Santa Fé do Sul, políticos jalesenses presentes no evento voltaram a falar em candidatura única ao pleito deste ano. Os tucanos até se propuseram a ceder o vice. Então surgiu uma dúvida: quem seria o cabeça de chapa com bom trânsito junto ao staff governamental?


O petista
Luis Especiato teria se licenciado esta semana – segundo um membro do partido – do cargo público de Diretor de Escola para concorrer às eleições de outubro. O PT, além de concorrer com candidatos próprios, deve procurar coligações com partidos que professam ideologias semelhantes.


Entre os
petistas existe o temor dos seus candidatos não serem bem aceitos nas urnas. Eleição municipal é diferente de eleição estadual, que por sua vez difere de eleição nacional. Mas uma coisa é certa. Os eleitores vão analisar com mais cuidado os nomes dos candidatos municipais de um partido com atuação reprovada em nível nacional.


O vereador
Gilberto Alexandre de Moraes (DEM) está questionando o prefeito Callado sobre os motivos da exoneração de Liliane Bíscaro Nogueira do cargo de Secretária Municipal de Educação. Ela assumiu o cargo em março, a convite do prefeito.


O parlamentar
Gilberto enfatizou em seu questionamento que, embora "ela tivesse sido apresentada como profissional da mais alta qualificação, foi exonerada após uma brevíssima permanência no cargo". E quer saber se agora o ocupante do cargo é qualificado para a função. Mas pelo jeito tudo ficará como dantes no quartel de Abrantes. Nada mais que isso.


Depois
que a professora Élida Barison realizou um excelente trabalho no período de 2005/2012 frente à Secretaria Municipal da Educação, no atual mandato – 2013/2016 – o órgão não caminha bem nas pernas em termos de direção. Seus titulares estão durando pouco. O vereador Gilberto tem razão de estar estranhando isso.


Nas últimas
eleições municipais, muitos dos atuais vereadores – na cata de preciosos votos para sua eleição – prometeram mundos e fundos aos eleitores. Agora, quando os mandatos terminam e surge novo processo eleitoral, muitos eleitores têm reclamado do não cumprimento das promessas de palanque.

Daqui pouco

tempo recomeça o blá-blá-blá dos candidatos a prefeito e vereador em busca de voto. O eleitor precisa ter memória, estar atento ao que vão dizer os candidatos. O eleitor também deve avaliar a postura dos que mudaram suas propostas de campanha no curso do mandato, bem como aqueles que de fato estiveram presente nas cobranças em prol da população.


Ficar de
olhos fechados nas campanhas eleitorais não é sinal de inteligência da parte dos eleitores. O resultado é óbvio: a eleição de políticos irresponsáveis. A "vingança maligna" de tais falsos benfeitores públicos acaba atingindo toda a população.


Os analistas
lá do botequim da vila acreditam que o atual quadro político brasileiro, com muita gente envolvida em casos de corrupção, uma torrente de eleitores poderão optar pelos votos nulo ou branco, por puro descontentamento.


Os votos
nulos e brancos são registrados e somados, mas não alteram as eleições. Ainda assim, os políticos detestam que vota nulo e branco. Exatamente por isto: eles revelam o descontentamento dos eleitores com os políticos.


Por determinação
da legislação eleitoral, os sites de Prefeituras e Câmaras Municipais devem ficar fora do ar por determinado período. Mas isso não impede as assessorias de imprensa dos órgãos municipais em enviar às redações as atividades dos gestores. A não ser claro, diante a crise que aí está, os assessores tenham entrado em férias nesse período.

Fala-se lá
no botequim da vila que pré-candidatos para o pleito deste ano que não cumpriram as promessas feitas na campanha passada ou mesmo depois dela, vão ter que ouvir de seus adversários as cobranças. Vai ser de lascar...

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