FolhaGeral: Se o município de Jales não conquistar seu Instituto Federal, será simplesmente por falta de interesse.

 Foto: Diego Campos/Secom-PR
 O ministro 

Leonardo Barchini (foto) da Educação, em entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro” na quarta-feira (4), destacou a meta de ampliar em mais 200 unidades a rede de Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, chegando a mil em todo o Brasil. 

Segundo

ele, até o fim de 2026, o Governo Federal deverá entregar o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de número 800.

Se o município 

de Jales não conquistar seu Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia diante esse montante de estabelecimento a ser implantado pelo país afora, será, simplesmente por falta de interesse.  

Essa conquista

 precisa estar no currículo do diretório petista em Jales, para juntar a tantas outras conquistas que obtiveram para o município.

Entre

elas, a Unidade de Pronto Atendimento Dr. Satoru Yamada – UPA Jales e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU Jales. Uma das principais conquistas para Jales no governo municipal de Humberto Parini. 

Hoje,

uma referência no atendimento médico de urgência para a população jalesense e da região

O governador 

Tarcísio de Freitas formalizou, na quinta-feira (5), 25 novos convênios para ações de prevenção e mitigação de riscos em municípios paulistas, com investimentos de R$ 16,8 milhões.

Municípios

de dez diferentes regiões do estado assinaram convênios e, entre os 10 municípios da região noroeste beneficiados estão Aspásia e Santana da Ponte Pensa. 

A política interna

dos Estados Unidos da América tem ganhado importância por causa da impetuosidade do presidente Donald Trump em tomar decisões radicais que impactam o país e a maioria dos países ao redor do mundo.

Nestes dois anos

de governo (2025/2026), Trump gerou guerra econômica com tarifas alfandegárias, provocou inflação geral, endureceu medidas legais contra os imigrantes, exterminou prováveis traficantes, capturou navios petroleiros, promoveu guerras.

Na democracia

dos EUA, os poderes federais se constituem de Presidência da República, Câmara + Senado e Suprema Corte. O Presidente tem mandato de 4 anos. Na Câmara, os 435 representantes são eleitos com mandato de dois anos. No Senado, os 100 senadores são eleitos com mandato de 6 anos; cerca de 1/3 são renovados cada 2 anos.

Isto quer dizer:

nas eleições para Presidente (cada 4 anos), toda a Câmara é renovada e cerca de 1/3 do Senado é renovado. Dois anos depois – no meio do mandato presidencial – novamente toda a Câmara é renovada e 1/3 do Senado é renovado.

A consequência

dessa estratégia é clara: o Presidente pode ser eleito com maiorias na Câmara e no Senado. Por dois anos ele governa com apoio do Legislativo. Mas se praticar erros e abusos, os eleitores podem inverter as maiorias legislativa no meio do mandato.

O Presidente

é o chefe da nação, o chefe do governo e o comandante das forças armadas. Tem poder para aprovar ou vetar leis aprovadas pelo legislativo. O legislativo só pode derrubar os vetos do Presidente com votação da maioria qualificada de dois terços.

Por outro lado,

os legisladores do Congresso Nacional podem criar, debater e aprovar leis federais, gerenciar o orçamento federal e fiscalizar os atos do Poder Executivo. Podem abrir e votar processos de “impeachment” de autoridades, inclusive do Presidente.

Em janeiro/2025,

Donald Trump tornou-se Presidente, tendo na Câmara a maioria de 218 representantes republicanos contra a minoria de 214 democratas. E no Senado, tendo a maioria de 53 senadores republicanos contra a minoria de 45 democratas.

Mas as eleições

de meio de mandato (3/novembro/26) deixarão Trump enfraquecido nos próximos 2 anos. Na Câmara de representantes ele terá minoria de 155 republicanos contra 253 democratas. No Senado ele terá minoria de 44 republicanos contra 54 democratas.

Sabendo que,

para controlar o Poder Legislativo nos EUA, é preciso ter na Câmara a maioria de pelo menos 218 representantes e ter no Senado a maioria de pelo menos 52 senadores, concluímos que os eleitores subjugaram politicamente Donald Trump.

Analistas políticos

entendem que Trump e o Partido Republicano vão se esforçar – nos próximos dois anos de mandato – para recuperar o prestígio político perante a população interna do país. As prioridades da política externa poderão mudar em função da política interna.

Lá nos EUA,

os dois partidos políticos – Republicano e Democrata – farão bem em compreender que a virada eleitoral dramática produzida pelos eleitores deve servir de reflexão para todos os políticos do país: os eleitores são fiéis, até certo ponto.

Aqui no Brasil,

a virada eleitoral deflagrada pelos eleitores, nas eleições deste ano, assustou e mexeu com todos os políticos. Eles já sentiram que precisam rever suas atitudes e propostas, se quiserem sobreviver num cenário complexo e dinâmico.

Os partidos políticos

e seus filiados não se tornam possuidores dos votos que tiveram em eleições passadas. Não podem achar que receberão dos eleitores os mesmos votos de antes. Num eleitorado amplo e diversificado, mudanças de opinião expressivas acontecem.

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