Folhageral:- Em Jales, qual candidato a deputado estadual vai levar vantagem nos votos?


 

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O prefeito

 Luis Henrique (PL), pelo que se ouve, vê e lê, quer dar uma boa votação aos dois candidatos (estadual e federal) aos quais apoia para ficar bem na fita nos próximos dois anos de mandato.

E pelo

visto convocou seu “staff” de confiança para entrar em campo nesses últimos sete dias de campanha. 

Em 

 suas páginas nas redes sociais, o pessoal está postando o modelo da cédula eletrônica com os números e nomes de todos os candidatos apoiados por Luis Henrique

Presidente,

governador, senadores, deputados estadual e federal.  E a propaganda está estampada em seus veículos.

A expectativa

do eleitor jalesense, na verdade, está voltada para os três candidatos representantes do município que tentam uma cadeira à Assembleia Legislativa (Alesp). 

O Município

de Jales, de 1966 a 2022,  já teve 19 candidatos a deputado estadual. Apenas Roberto Rollemberg (1966) e Oswaldo Carvalho (1974) conseguiram se eleger. Nenhum dos dois conseguiram completar seus mandatos.

Roberto

Rollemberg teve seu mandato cassado em 1969, e Oswaldo Carvalho faleceu em um acidente automobilístico em 2 de maio de 1975, ocorrido 45 dias após tomar posse. 

Depois

desses fatos,  se passaram 52 anos sem  Jales conhecer que pelo menos um suplente tenha assumido  por um brevíssimo período uma cadeira na ALESP. Quem sabe um dia, numa eleição, Deus dê a Jales esse presente. 

Os três –

Franciele de Matos (PL), Du Venturini (PR)D)) e Alessandro Japonês (Avante) - enfrentam uma batalha dificílima. Querem quebrar a marca dos 52 anos.

Disputam

 espaços com “cobras criadas” politicamente que já delimitaram seus territórios eleitorais. A ansiedade local é de quantos votos cada um poderá obter nas urnas.

A dobradinha

mais conhecida  em Jales é a de Du Venturini (PRD) com Edinho Araújo (PRD). Para o pessoal lá do botequim da vila. a dúvida reinante sobre a dupla estaria em qual deles terá mais votos em Jales. 

Grande 

parte do eleitorado jalesense está de olho nesses candidatos – os pescadores –  que desde a primeira eleição que disputaram recebem boa votação no município. 

O primeiro 

turno das eleições gerais brasileiras de 2026 vai acontecer no próximo fim de semana: domingo, 4 de outubro, das 8 às 17 horas. Muitos eventos ajudaram a passar o tempo até hoje (carnaval, futebol, festivais de artes, feiras de negócios e outros).

Entre os assuntos

políticos divulgados e comentados na mídia este ano, as eleições não se destacaram como deveriam. Os noticiários estiveram lotados de escândalos envolvendo políticos, autoridades, empresários, organizações oficiais e crime organizado.

O caos local

no Brasil perturba a ordem geral no país. Mas é reflexo do caos mundial, que abrange disputas geopolíticas, confrontos econômicos, competições tecnológicas, diferenças ideológicas, desafios sociais e ambientais.

A democracia

não funciona bem nos países em que os cidadãos se dividem radicalmente em facções movidas por sentimentos irracionais de aversão e ódio. Isto desestabiliza e trava as democracias em várias partes do mundo.

Políticos diversos,

providos de discursos populistas ou carismáticos, conduzem grandes parcelas de cidadãos focados em realidades que não existem. Nessa circunstância, não há diálogos produtivos, propostas convergentes nem projetos de interesses comuns.

Recentemente,

o caos aqui avançou sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), completando seu domínio nos três pilares institucionais da nação: Executivo, Legislativo e Judiciário. O caos que teve início na política poderá ir além das eleições de outubro deste ano.

Há quatro dias

(terça-feira, 22), na abertura da Assembleia Geral da ONU em Nova York (EUA), o presidente Lula disse em seu discurso: “A democracia brasileira pertence aos brasileiros. O Brasil continuará sendo um país soberano. Ninguém nos afastará desse caminho.”

A fala seguinte

coube ao presidente Trump, dos EUA. Ele não citou o Brasil, mas disse: “Nossas ações na Venezuela provam que não permitiremos que ameaças ganhem destaque no hemisfério ocidental. Se necessário, usaremos nosso poder militar incomparável.”

Lula e Trump

deixaram bem claros seus posicionamentos já bem conhecidos. Lula não aceita interferências estrangeiras na soberania brasileira. Trump se acha no direito de intervir com força bélica nas três Américas, alegando ameaças ao seu país.

Muitos eleitores

brasileiros estão se perguntando: que vai acontecer até a decisão eleitoral no primeiro turno (04/outubro) ou no segundo turno (25/outubro). Ou até a posse presidencial em 05/janeiro/2027? Ou até o fim do mandato em janeiro de 2031?

Ter preocupações,

mas sem se deixar abater e mantendo o bom ânimo, vai ajudar. Nós já superamos muitas turbulências. Em 21 anos, suportamos cinco generais não-eleitos no governo. Posteriormente, dois presidentes eleitos condenados com “impeachment”.

Só que desta vez

há mais preocupações. O presidente dos EUA é Donald Trump, que tem mandato previsto até 20/janeiro/2029. Ele tem direito a mais dois anos de governo e não vacila no uso de violência. Por interesses, não se importa com mortes de inocentes.

Podemos imaginar:

seja qual for o nosso futuro presidente, ele terá que enfrentar muitos problemas internos, muitos desafios globais e ainda tomar cuidado para não entregar o país por bem ou por mal. O mundo vive dias difíceis.

Gestão de risco

 nos fundos de pensão A volatilidade  econômica e o avanço da longevidade no país exigem o fortalecimento contínuo da gestão de riscos nas Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), segmento que administra mais de R$ 1,3 trilhão no Brasil — equivalente a 12% do PIB. O alerta marcou a abertura do 8º Seminário "Previdência Complementar em Debate", promovido pelo Instituto de Previdência Complementar (IPCOM) em parceria com a APEP.

No painel 

de abertura, a vice-presidente do IPCOM, Ana Paula De Raeffray, destacou o papel dos modelos probabilísticos e estatísticos na preservação da liquidez dos planos no longo prazo. O encontro reuniu também o jurista e professor Wagner Balera, presidente do IPCOM, e Arthur Pires, presidente da APEP, para discutir governança, sustentabilidade e segurança jurídica no setor.

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