por José Reis Chaves
Recentemente, fiz uma coluna sobre as ressurreições e as materializações de Espíritos. Mas não pude falar tudo que eu queria falar. Volto, pois, aos assuntos dela nesta coluna de hoje em O TEMPO, na qual espero deixar esse assunto mais claro. Eu disse na outra coluna que a ressurreição dos mortos (as nossas só no Juízo Final) e as materializações de Espíritos dos mortos têm o mesmo significado. Jesus ressuscitado era visto, comia e o seu corpo podia ser palpável. Ele apareceu a Tomé, dizendo-lhe que pusesse sua mão na sua chaga e constatasse que se tratava do Espírito Dele mesmo e não de um outro Espírito ou fantasma. (João 20:27). Com as materializações de Espíritos de mortos ou fenômenos de ectoplasma, eles são também vistos e palpáveis. E isso está comprovado por muitos cientistas de renome mundial pelos fenômenos de materializações de Espíritos nos centros espíritas, já há mais de um século e meio dessas experiências pelo mundo afora.
E sem querer fazer sectarismo, digo que o espiritismo é a religião que mais entende de Espíritos, mesmo porque ele não é só religião, mas também filosofia e ciência, além de estar em constantes experiências com os fenômenos mediúnicos de contatos com os espíritos, e examinando-os sempre e só dando crédito aos bons Espíritos, seguindo o ensino do evangelista São João sobre a comunicação com os Espíritos em sua Primeira Carta 4:1, ensino esse que é, também, de Kardec e seguido, rigorosamente, pela doutrina espírita.
Geralmente, os fenômenos de ectoplasma ou de materializações de Espíritos são de pouca duração. Porém, há os demorados, cujos Espíritos são chamados de Agêneres pelo espiritismo. E vou dar um exemplo disso, que parece ter durado alguns meses, nas Bíblias Católica e Ortodoxa, cuja história vou sintetizar. Trata-se da materialização que se inicia, principalmente, no capítulo 5 do citado livro de Tobias. O Espírito Arcanjo São Rafael se manifestou materializado, como sendo um homem pronto para viajar com Tobias, a fim de receber um dinheiro que o pai de Tobias tinha em poder de um homem morador na região Média. Mas, antes, para se tranquilizar quanto à idoneidade do homem que ia viajar com ele, Tobias filho pediu que ele conversasse com seu pai, o Tobias pai, para quem ele se identificou como sendo o Azarias, filho do grande Ananias. E a viajem aconteceu e o dinheiro foi recebido e entregue, normalmente, para o Tobias Pai. Há mais detalhes muito interessantes nessa história, que podem ser vistos no citado livro de Tobias. E terminou meu espaço da coluna, o que me obriga a parar por aqui!
PS: Com este colunista, José Reis Chaves, professor aposentado de Português e Literatura: “O Espiritismo” na TV Mundo Maior, e entrevistas (Youtube e Facebook). Seus livros estão, também, na Amazon, inclusive, os em Inglês, e a tradução da Bíblia (Novo Testamento). Contatos jreischaves@gmail.com. E vejam na internet O TEMPO, colunas e comentários.

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