Folhageral: Deixaram claro que o ex-prefeito têm pretensões em sentar na cadeira do Executivo em 2029.

 De acordo 



com o pessoal que frequenta o botequim da vila, voltou à circular mais livremente pela cidade, o ex-prefeito Flávio Prandi (2017/2020).

Dizem

que ele esteve conversando animadamente dia destes, com os companheiros e amigos lá no Botequim do Agá.     

A turma 

presente ao bate papo, enfatizou que ele falou muito sobre a atual situação município de Jales.

Deixaram

claro que o ex-prefeito têm pretensões em sentar  na cadeira do Executivo em 2029. Flávio têm experiência e é um exímio político.(foto/prédio do Paço Municipal)

Passando

 este ano eleitoral, abaixando a poeira após a contabilização de quem saiu vencedor ou perdendo na cidade, entra em campo o pleito municipal,  

Entre

os já citados estão: o ex-vice prefeito Clóvis Viola, o chefe de gabinete do Executivo José Angelo Caparroz, a vice-prefeita Marynilda Cavenaghi, o advogado e ex-candidato a prefeito José Luiz Penariol e uns e outros que podem se declarar após o atual pleito.

Pelo

tanto que se falou sobre candidaturas à sala do Paço Municipal Prefeito Valentim Paulo Viola, novos nomes  também podem sair do atual pleito.

Segundo

os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o município de Jales conta com três candidatos natos a deputado estadual.

Correndo

atrás do voto do eleitorado jalesense, um punhado de candidatos de outras regiões. São os velhos fregueses que de quatro em quatro anos nos aparecem.

Segundo 

estatísticas do Divulga Candidaturas (TSE) estão em disputa no estado de São Paulo até esta sexta-feira (11/9) 0s seguintes cargos:   Governador 7 - Vice-governador 9 - Senador 16 - 1º Suplente 15 - 2º Suplente 15 - Deputado Federal 1.096 - Deputado Estadual 1.340 -Total = 2.626 cargos

As disputas

 são: 1 vaga ao Governo; 2 vagas ao Senado Federal; 2 vagas como suplentes de Senador; 70 vagas à Câmara Federal e 94 vagas à Assembleia Legislativa do Estado (Alesp).

A nível 

nacional total de cargos em disputa: Presidente 13; Vice-presidente 13; Governador 200; Vice-governador 207; Senador 318; 1º Suplente 341; 2º Suplente 342; Deputado Federal 7.790; Deputado Estadual 11.278; Deputado Distrital 431.

De passagem 

por Campo Grande nesta terça-feira (8), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, lamentou não poder permanecer mais tempo em Mato Grosso do Sul e revelou uma ligação antiga com o Estado. Nascido em Cosmorama (SP), o ministro contou que cresceu na região de Santa Fé do Sul (SP), próxima à divisa com Aparecida do Taboado (MS).

Há 62 anos,

na madrugada de 31 de março de 1964, o general do exército Olympio Mourão Filho mobilizou tropas de Juiz de Fora (MG) rumo ao Rio de Janeiro (RJ), sede do governo brasileiro, com o objetivo de depor o presidente João Goulart.

O país passava

por uma dura crise econômica: inflação alta, endividamento externo, queda no crescimento industrial. O descontentamento gerava instabilidade política e a falsa ideia de que o Brasil estava sob ameaça de ser entregue a governantes comunistas.

Importantes

setores sociais (políticos, jornalísticos, empresariais, intelectuais, artísticos, estudantis e outros – se dividiam a favor ou contra o presidente João Goulart. A mobilização de tropas naquele 31 de março deu início ao Governo Militar que durou 21 anos.

Naquela época,

a influência política no mundo era disputada entre os Estados Unidos (capitalista) e a União Soviética (socialista). Os Estados Unidos tinham no Brasil: o embaixador Lincoln Gordon e o adido militar general Vernon Walters.

Estes dois

representantes dos EUA participaram do planejamento da ação de 1964, visando dar apoio armados e logístico aos militares brasileiros. O governo dos EUA chegou a preparar uma potente frota de guerra naval com 12 unidades para enviar ao Brasil.

No mundo atual,

não mais existem duas potências disputando influência política com armas de guerra. Hoje há vários países e blocos econômicos importantes. A força deles se baseia muito em desempenho social, econômico, financeiro e tecnológico.

Mas ainda há,

no mundo, muita gente aceitando voltar ao passado antigo, nos tempos em que havia países dominantes e países dominados. Há políticos com seus partidos e apoiadores que desprezam a diplomacia e partem direto para a dominação.

O Brasil é visto

aos olhos do mundo com admiração e cobiça. Destaca-se em reservas de terras raras, ferro, manganês, níquel, bauxita, ouro, nióbio, petróleo, água doce, terras agricultáveis, diversidade climática e diversidade natural. E muito mais.

Nas eleições

deste ano (outubro/2026), os analistas políticos consideram que existem dois candidatos a presidente da República com possibilidades de serem eleitos: Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Se Lula ganhar,

os analistas acham que as eleições serão apontadas como fraudulentas por Flávio Bolsonaro, que poderá convencer o presidente dos EUA, Donald Trump a sequestrar Lula do jeito que fez com Nicolás Maduro na Venezuela.

Se Flávio 

ganhar,os analistas creem que as eleições serão consideradas corretas por Flávio Bolsonaro, que governará o Brasil sem poder contestar as interferências de Trump em favor dos interesses dos Estados Unidos.

Mas é oportuno

lembrar que o portal multimídia G1, do Grupo Globo, em 27/07/2026, publicou que na véspera (dia 26, domingo à noite), houve uma ampla conversa telefônica entre Lula e o presidente da China, Xi Jinping.

Xi Jinping terá

dito a Lula: “A China valoriza o status internacional e a importante influência do Brasil, apoia sua soberania e independência, opõe-se à interferência externa e contribuirá para a manutenção da paz e da estabilidade regional e global.”

O líder chinês

não tem sérios motivos para valorizar o Brasil. No ano passado (2025) a China foi o país que mais fez investimentos no Brasil e mais fez comércio com o Brasil. A China poderá ser uma grande pedra no caminho dos Estados Unidos para controlar o Brasil.

Errar previsões

é muito normal. Não dá para ter certezas. Mas podemos estar alertas sobre possibilidades para não sermos pegos de surpresa. Então, nós brasileiros vamos ter que aprender inglês ou chinês? Vamos comer Cachorro Quente ou Frango Xadrez?.

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