Na realidade, num processo obsessivo, ninguém pode dizer quem é a vítima; aliás, isto pouco importa... Vítima e verdugo são dois espíritos doentes, ambos necessitados da compaixão divina, a fim de que juntos, se levantem da vala do sofrimento a que se arrojaram...Ninguém tem o direito de julgar. O único que poderia tê-lo feito – Jesus - silenciou...Ora, se o Mestre não lavrou nenhuma espécie de sentença condenatória, com que direito nos arvoraríamos em juízes da conduta alheia?!
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