Histórias de transição de carreira refletem um movimento que acompanha a expansão e a profissionalização do setor
Para a MRV, esse movimento acompanha a evolução da corretagem, que passou a demandar um conjunto mais amplo de competências e um atendimento cada vez mais consultivo. "A corretagem evoluiu significativamente nos últimos anos. Hoje, além do conhecimento sobre o mercado imobiliário, a atividade exige capacidade de relacionamento, negociação e compreensão das necessidades dos clientes. Pessoas que atuaram em outras áreas chegam trazendo repertórios importantes, que enriquecem o atendimento e ajudam a compreender diferentes perfis de consumidores", afirma Thiago Ely, vice-presidente Comercial e de Marketing da MRV. Os dados do setor reforçam essa percepção. Segundo levantamento do COFECI em parceria com a DataZAP, apresentado durante o Conecta Imobi 2025, o Brasil reúne mais de 650 mil corretores de imóveis, número que cresceu cerca de 195% nos últimos 15 anos, tornando o país o segundo maior mercado de corretagem do mundo. O levantamento também mostra uma categoria cada vez mais qualificada. Atualmente, 62% dos corretores possuem ensino superior, percentual acima da média nacional. Além disso, 96% afirmam sentir orgulho da profissão e 60% dizem estar muito satisfeitos com a carreira. Da mudança de carreira ao mercado imobiliário Mãe solo, Jennifer Sousa trabalhou por cerca de seis anos como motorista de aplicativo em Belo Horizonte. Em busca de melhores perspectivas de renda, após conhecer um corretor da MRV durante uma corrida, ela passou por cursos para obtenção do registro profissional e decidiu participar de um processo de credenciamento de corretores autônomos da MRV. "Passei cerca de 50 dias sem vender nenhum imóvel, mas continuei persistindo. Quando as primeiras vendas aconteceram, percebi que tinha feito a escolha certa. Consegui trocar de carro, comprar um lote, começar a construir minha casa e oferecer uma qualidade de vida melhor para os meus filhos. Foi uma mudança importante na minha vida". Jennifer não foi um caso isolado. Em Salvador, Danilo Santana Esquivel, de 34 anos, também decidiu mudar de carreira. Formado em Ciências Contábeis e com experiência na área financeira, viu na corretagem uma oportunidade de unir seus conhecimentos técnicos ao atendimento ao cliente. Após ingressou no mercado imobiliário e se credenciar como corretor autônomo pela MRV, percebeu que a formação anterior continuava sendo um diferencial. "Os conhecimentos financeiros me ajudam muito na orientação aos clientes. Hoje, também tenho a oportunidade de acompanhar uma das decisões mais importantes da vida das pessoas", afirma. Para Thiago Ely, a chegada de profissionais com diferentes experiências amplia a diversidade da corretagem e fortalece a qualidade da relação com os clientes. "Não existe um único perfil para ser corretor. Habilidades como relacionamento, negociação, atendimento ao cliente e resiliência podem ser desenvolvidas em diferentes profissões e fazem diferença na corretagem. Nosso papel é oferecer capacitação e ferramentas para que esses profissionais transformem essa bagagem em um atendimento cada vez mais qualificado", conclui. Sobre a MRV Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. É considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tendo como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. A companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Hoje, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e conheça mais sobre a companhia www.mrv.com.br. |
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