Até quando a praça Dr. Euphly Jalles irá aguentar o monta e desmonta de barracas em shows, apresentações, quermesses, e o que inventam para usar o palco “Dr. Jamil Saad”, além, claro, do povão que aglomera sem se preocupar onde está e onde pisa. Dizem que a praça é do povo. Então, vamos bagunçar o coreto... ou melhor, o palco!
Uma praça pública cumpre múltiplos papéis essenciais na vida urbana.
A sua existência vai muito além da estética ou do lazer pontual; ela atua como a “espinha dorsal” da convivência e do bem-estar social em uma cidade.
O desgaste de uma praça submetida a eventos frequentes e com superlotação ocorre de forma progressiva e afeta múltiplos elementos do espaço urbano, como pisoteio intenso gera fissuras, trincas e deslocamento de pedra portuguesa, muito comum em calçadas e praças, paralelepípedos ou blocos intertravados, além de desgaste no rejunte.
O fluxo massivo de pessoas compacta o solo, impedindo a absorção de água e a aeração das raízes.
Gramados são destruídos rapidamente e canteiros sofrem com pisoteio direto.
Bancos, lixeiras, postes de iluminação e sinalizações sofrem vandalismo ocasional, pichações, quebras ou torções devido à pressão física do público.
Para mitigar esses danos, costuma-se exigir plano de impacto de vizinhança, limitação de público, instalação de pisos protetores temporários sobre gramados e taxa de restauração pós-evento paga pelos organizadores.
A Praça Dr. Euplhy Jalles vêm sofrendo desde o momento em que, há décadas, o prefeito municipal à época, decidiu autorizar o primeiro quiosque (instalado paralelo à avenida João Amadeu) para venda de lanche com a finalidade de atrair mais pessoas e pais com seus filhos para desfrutar do espaço que a praça oferece
Depois, veio mais um outro quiosque, depois mais outros e a praça passou a ser chamada de a “praça do lanchódromo”.
E uma banca de jornais. Normal numa praça pública a existência de uma banca de venda de jornais e outros.
O bate papo na frente da banca, faz parte do cotidiano das pessoas, principalmente aos domingos pela manhã.
Até queriam apresentar {comentários na época] um projeto de lei mudando o nome para “praça do lanchódromo dr. Euphly Jalles”.
Seria ridículo e esdrúxulo.
A bela fonte de água toda colorida, uma atração à parte para o público local e regional, em especial aos domingos, quando praça ficava totalmente lotada de frequentadores e curiosos para vê-la, e de pais com seus filhos nas famosas “motocas”, ali existia.
Era o tal do “futê” no vai e vêm entre as duas praças: João Mariano de Freitas e Euplhy Jalles. Bons tempos! Praças lotadas de jovens.
Foi-se a fonte colorida (perdeu-se a sua grande atração).
Tentou-se novamente colocá-la em funcionamento.
Uma noite, ela perdeu o seu colorido e não mais voltou.
E a praça passou a ser a “praça do lanchódromo” após a reforma por qual passou.
Mas a fonte de água colorida, nunca mais.
O nome Euphly Jalles está sendo esquecido. Falam a “praça da fonte ” ou então “vamos à praça do lanchódromo”
Com a construção do palco com o objetivo de ali se realizar as grandes festas, apresentações de shows artísticos e cultural para atrair multidão, elevou o desgaste da praça.
E é o que está acontecendo. Não analisaram que a praça poderia sofrer as consequências.
Usam-na para arrecadar e vender ilusões, mas não colaboram com a sua restauração.
Até aquelas apresentações “do eu sozinho” é na Praça Dr.Euphly Jalles.
Jales não têm e jamais terá seu Centro de Convenções e Entretenimento onde os grandes e pequenos eventos possam ser realizados sem causar danos.
Está fácil! Com a praça, para quê um Centro de convenções?
Danos esses que o contribuinte, mesmo os que não frequenta a praça, paga.
É estranho, uma praça sem a fonte colorida, ser chamada, praça da fonte por aqueles que sequer sabem que Euphly Jalles foi o fundador da cidade e seu primeiro prefeito.
Os tempos mudaram, claro, são outros, mas os conceitos não! (texto produzido com uso da IA).
Treze candidatos a presidentes da República
(em 15 de agosto, sábado), até o encerramento do prazo às 19 horas, 13 chapas de candidatos à Presidência da República (titular e vice) foram apresentadas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em Brasília (DF), com pedidos de registro.
À Justiça Eleitoral
cabe analisar a documentação recebida, as condições de elegibilidade e eventuais causas de inelegibilidade. Instituições e pessoas autorizadas pela lei podem apresentar contestações aos pedidos de registro.
Isto significa que,
embora os pedidos de registro tenham sido apresentados e recebidos no prazo legal, eles ainda dependem de aprovação. Mas o Calendário Eleitoral prossegue: no dia seguinte (dia 16, domingo) teve início a propaganda eleitoral nas ruas e na Internet.
É importante que,
a partir de agora, os eleitores passem a buscar valorizar o seu voto, com consciência e responsabilidade. A lista divulgada pela Justiça Eleitoral permite identificar os candidatos, os partidos políticos e as correntes políticas.
Para um país
com 30 partidos políticos e 158 milhões de eleitores, ter 13 candidatos à presidente da República pode ser pouco. E a qualidade dos candidatos pode causar desalento. Apesar disso, os eleitores devem-se manter firmes em seus propósitos.
Os 30 partidos
existentes vão dividir 4,9 bilhões de Reais do Fundo Eleitoral para custear as eleições gerais deste ano, já que as empresas não podem fazer doações. Partidos com mais parlamentares recebem mais do Fundo Eleitoral. Mais essa aos eleitores!
Augusto Cury (Avante)
é natural de Colina (SP). É psiquiatra, pós-graduado, doutor, professor, escritor e conferencista em congressos nacionais e internacionais. Foi por muitos anos o escritor mais lido do Brasil. O Avante é um partido de centro.
Clariana Barão (DC)
é natural de Cuiabá (MT). É presidente do diretório estadual do Democracia Cristã no seu estado. É advogada, tem experiência em Direito Administrativo e gestão pública. O Democracia Cristã é um partido de centro-direita.
Edmilson Costa (PCB)
é natural de Pedreiras (MA). É economista formado pela UFMA. É doutor em Economia e pós-doutorado pela Unicamp. O seu partido – Partido Comunista Brasileiro – é um partido de extrema-esquerda.
Flávio Bolsonaro (PL)
é natural de Resende (RJ). É advogado, empresário e atual senador pelo RJ. Foi eleito 3 vezes deputado estadual no RJ. Em 2016 ficou em 4º lugar nas eleições a prefeito do RJ. Seu Partido Liberal é de centro-direita/extrema-direita.
Hertz Dias (PSTU)
é natural de São José de Ribamar (MA). É historiador formado pela UFMA e professor nas redes públicas municipal e estadual. Seu partido, o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado é de extrema-esquerda.
Lula da Silva (PT)
é natural de Caetés (PE). Foi metalúrgico na Região ABC Paulista. Após dois mandatos presidenciais, ficou preso por 580 dias. Mas seus processos foram anulados ou prescreveram. Está no fim do terceiro mandato. O PT é partido de centro-esquerda/esquerda.
Pablo Marçal (PRTB)
é natural de Goiânia (GO). É empresário e influenciador digital. Foi candidato a prefeito de São Paulo (SP) em 2024. Tentou incriminar um adversário e ficou no primeiro turno. Está inelegível até 2032, mas insiste. Seu partido PRTB é de direita/extrema-direita.
Renan Santos (Missão)
é natural de Vinhedo ISP). É empresário, músico e presidente do partido. Foi um dos responsáveis pela articulação do “Comitê do Impeachment” de apoio ao “impeachment” de Dilma Rousseff. Seu partido Missão é de direita.
Romeu Zema (Novo)
é natural de Araxá (MG). É formado em administração de empresas pela FGV e empresário. Em 2018, pelo partido Novo, elegeu-se governador do estado. Em 2022 foi reeleito. O partido Novo é de direita/extrema-direita.
Ronaldo Caiado (PSD)
é natural de Anápolis (GO). É médico, professor universitário e produtor rural. Foi deputado federal por Goiás em cinco mandatos. Foi senador por Goiás. Foi eleito governador de Goiás duas vezes. Seu Partido Social Democrático é de centro.
Rui Costa Pimenta (PCO)
é natural de São Paulo (SP). É jornalista pela Fac. Cásper Líbero. Ajudou a fundar o PT e a CUT. Fundou e preside o PCO. Candidatou-se a vereador, prefeito, deputado federal e presidente. Nunca se elegeu. O Partido da Causa Operária é de extrema-esquerda.
Samara Martins (UP)
é natural de Belo Horizonte (MG). É dentista e vice-presidente do partido. Atua no Movimento de Mulheres Olga Benário. É coordenadora nacional da Frente Negra Revolucionária. Foi candidata a vice-presidente. O União Progressista é de extrema-esquerda.
Wilson Grassi (Democrata)
é natural de São Paulo (SP). É médico veterinário. Participou da criação do primeiro hospital público para cães e gatos em São Paulo. Disputou três eleições sem vencer: deputado estadual, deputado federal e vereador. O Democrata é de centro/centro-direita.

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