FolhaGeral: “todos os Presidentes que passam por esta Casa querem fazer o melhor por ela", diz vereador
Sete
vereadores da Câmara Municipal de Jales votaram favorável à reeleição do presidente da Mesa Diretora. Contrários ao projeto Especiato, Rivelino e Bigotto.
Na sessão
camarária de segunda-feira (8), Especiato mencionou que, em discussão e votação iniciais, realizadas no dia 25 de maio, já havia votado contra o projeto.
“Acho
que o poder precisa ser renovado. Não se pode eternizar, principalmente no legislativo”, disse.
Em maio.
durante a deliberação Rivelino também se manteve contrário à proposta.
“Para que
eu não fuja aos meus princípios e a tudo o que combati junto com alguns outros vereadores”, ratificando a sua decisão anterior.
“No âmbito
do município de Jales, já houve entendimento judicial no sentido de ser admissível uma recondução consecutiva para o mesmo cargo da Mesa Diretora,
Desde
que haja previsão expressa na Lei Orgânica do Município e no Regimento Interno da Câmara Municipal, em respeito ao princípio da autonomia municipal assegurado pela Constituição Federal”, é apontado na Proposta de Emenda.
Os favoráveis
ao projeto de lei mantém uma opinião quase uniforme a respeito.
O presidente
da Mesa Diretora, Bruno de Paula ressalta que “esse projeto nada mais é do que permitir que seja feita a votação e que possa haver a reeleição”.
A democracia
está prevalecendo. Só estamos autorizando a permanência de você propor a reeleição”, esclareceu naquela ocasião.
O vereador
Kazuto já havia se manifestado, afirmando que projeto “é constitucional e sou a favor desse projeto, que está apenas colocando que pode ocorrer a reeleição”, e ressaltou que “não estou falando que o Presidente vai ser [re]eleito”.
Favorável
à propositura, o vereador Vanderlei Vieira dos Santos (Republicanos/foto) afirmou em maio, que “todos os Presidentes que passam por esta Casa querem fazer o melhor por ela, então não vejo nada contrário a esse projeto”, defendendo agora que “a reeleição é só para se ter mais uma opção”.
De acordo
com o site Região Noroeste, de Fernandópolis (SP), em registro em vídeo amplamente divulgado, “o governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, manifestou de forma clara e convicta o seu apoio político e a sua admiração pessoal pelo aliado Danilo Campetti”.
Até
as 15 horas deste 12 de junho em Jales, segundo o site Gasto Brasil, o Tesouro Municipal havia arrecadado desde o dia 1° de janeiro em apenas tributos municipais R$15.016.295,00. O site Gasto Brasil não registra a arrecadação de todos os impostos/tributos.
Por outro
lado, arrecadação registrada no site da Prefeitura mostra que entraram nos cofres do Tesouro R$ 130.547.742,98.
A receita
e despesa registrada no orçamento para este ano de 2026 é de R$ 316.214.000,00. Até o dia de hoje estavam empenhadas despesas no valor de R4 218.405.150,00.
Em relação
às despesas do Município, o site Gasto Brasil registrou até às 15 horas deste dia 12 de junho R$ 127.000.388,25 e o site da Prefeitura apontava uma despesa de R$ 124.881.06,15.
Parece
haver um equilíbrio entre um e outro.
O governo dos
Estados Unidos mantém lista atualizada de agrupamentos classificados como Organizações Terroristas Estrangeiras, sob a justificativa de que apresentam ameaça à segurança dos EUA. Hoje a lista engloba mais de 90 organizações.
Essas organizações
incluem facções, cartéis, grupos extremistas, grupos separatistas, grupos militares e outros de várias partes do mundo. Os EUA podem impor sanções, como bloqueio de ativos financeiros e proibição de entrada em território norte-americano.
No último
mês de maio, o Secretário de Estado dos EUA – Marco Rubio – anunciou que duas organizações do Brasil – o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) – entrariam na sua lista de Organizações Terroristas Estrangeiras.
Na sexta-feira
(5 de junho), entrou em vigor a decisão anunciada. O PCC e o CV, enquadrados juridicamente no Brasil como Organizações Criminosas, passaram a ser classificados como Organizações Terroristas e fazer parte da lista do governo dos EUA.
É difícil dizer
como o PCC e o CV podem ameaçar a segurança dos Estados Unidos. Provavelmente, nada. E aqui no Brasil, nada muda. Aqui, PCC e CV continuam sendo Crime Organizado e um sério problema de segurança social, econômica e política.
Como sempre,
o governo norte-americano prossegue com a mania de ser o Sherif do mundo: impõe autoridade, faz ameaças, intervém e, se achar preciso, atira para matar. De início, os EUA podem chegar a afetar instituições e pessoas além de suas fronteiras.
Os Estados Unidos
passa a ter instrumentos para congelar bens sob sua jurisdição, bloquear contas, restringir transações internacionais e punir pessoas ou empresas que sejam acusadas de se envolverem com os considerados terroristas.
A classe política
brasileira continua com a batata quente na mão. Essas organizações criminosas se modernizam, expandem suas atividades e se enriquecem: traficam drogas, lavam dinheiro, contrabandeiam armas e cometem outros delitos graves.
Não pensemos
em que tais problemas são apenas brasileiros. O crescente poder financeiro do crime organizado favorece a corrupção institucional, pois facilita a adesão de políticos, agentes do poder público, agentes do sistema judiciário.
O crime organizado
e a política nos EUA possuem um longo histórico, desde os esquemas políticos do Século 19, passando pela Lei Seca no início do Século 20, até os casos atuais de lavagem de dinheiro, corrupção institucional e cartéis transnacionais.
Na era as máfias,
os grupos de criminosos operavam sob a proteção dos políticos e policiais corruptos nas grandes cidades norte-americanas, em troca de votos e propinas. Os criminosos se infiltraram nos sindicatos e peitaram os políticos e empresários.
Por ironia,
antes e agora as associações criminosas prosperam nos Estados Unidos. E os governantes norte-americanos sempre insistiram em manter o silêncio. Mas o mundo hoje é outro. Não dá mais para esconder nem as aparições dos extra terrestres.
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