Cuidar de um idoso é uma tarefa que exige um preparo prévio, é fundamental ter alguns cuidados específicos, destaca a especialista em Geriatria e Gerontologia, fundadora da Vivenza Care, Júlia Godoy
Comemorado no dia 31 de março, o Dia da Saúde e Nutrição reforça a importância de hábitos que promovam qualidade de vida em todas as fases da vida. No Brasil, esse debate se torna ainda mais urgente diante do envelhecimento acelerado da população.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de idosos no país mais do que dobrou entre 2000 e 2023. Esse crescimento traz novos desafios para famílias e profissionais da saúde, especialmente quando se trata de cuidados diários com alimentação, rotina e bem-estar.
De acordo com a especialista em Geriatria e Gerontologia e fundadora da Vivenza Care, Júlia Godoy, cuidar de idosos exige atenção redobrada aos detalhes que muitas vezes passam despercebidos no nosso dia a dia.
“Cuidar de um idoso é uma tarefa que exige um preparo prévio. É fundamental ter alguns cuidados específicos para garantir saúde, autonomia e qualidade de vida”, explica.
5 pontos importantes para quem convive ou cuida de pessoas na terceira idade:
1. Atenção redobrada à alimentação
Com o passar dos anos, o metabolismo muda e o organismo passa a ter necessidades nutricionais diferentes. Dietas equilibradas, ricas em proteínas, vitaminas e minerais, ajudam a preservar massa muscular, fortalecer o sistema imunológico e prevenir doenças.
“Além disso, é importante observar sinais de perda de apetite ou dificuldade para mastigar e engolir, que podem indicar o início de condições mais sérias”, destaca Júlia Godoy.
2. Hidratação precisa ser monitorada
A sensação de sede costuma diminuir com o envelhecimento, e isso costuma levar à desidratação sem que o idoso perceba.
“É bastante comum que o idoso beba menos água do que realmente precisa. Por isso, familiares e cuidadores devem incentivar a ingestão de líquidos ao longo do dia”, orienta Júlia Godoy.
3. Rotina de saúde bem organizada
Consultas médicas regulares, acompanhamento de exames e controle adequado de medicamentos são fundamentais para evitar complicações de doenças crônicas. Organizar horários de medicação e manter um acompanhamento constante faz toda a diferença na segurança do tratamento.
4. Estimular movimento e autonomia
A prática de atividades físicas adaptadas contribui para o equilíbrio, a mobilidade e a saúde mental dos idosos. Caminhadas leves, alongamentos e exercícios supervisionados ajudam a reduzir riscos de quedas e a preservar a independência. Manter o idoso ativo também contribui para a autoestima e para o convívio social.
5. Cuidado emocional também é saúde
Além da atenção física, o suporte emocional é essencial. Solidão, isolamento e perda de vínculos sociais podem impactar diretamente o bem-estar psicológico.
Para Júlia Godoy, promover momentos de convivência e escuta é parte fundamental do cuidado.
“O envelhecimento saudável não envolve apenas alimentação e cuidados médicos. A atenção emocional e o respeito à autonomia do idoso são igualmente importantes para a qualidade de vida”, conclui.
Com o passar dos anos, o metabolismo muda e o organismo passa a ter necessidades nutricionais diferentes. Dietas equilibradas, ricas em proteínas, vitaminas e minerais, ajudam a preservar massa muscular, fortalecer o sistema imunológico e prevenir doenças.
“Além disso, é importante observar sinais de perda de apetite ou dificuldade para mastigar e engolir, que podem indicar o início de condições mais sérias”, destaca Júlia Godoy.
2. Hidratação precisa ser monitorada
A sensação de sede costuma diminuir com o envelhecimento, e isso costuma levar à desidratação sem que o idoso perceba.
“É bastante comum que o idoso beba menos água do que realmente precisa. Por isso, familiares e cuidadores devem incentivar a ingestão de líquidos ao longo do dia”, orienta Júlia Godoy.
3. Rotina de saúde bem organizada
Consultas médicas regulares, acompanhamento de exames e controle adequado de medicamentos são fundamentais para evitar complicações de doenças crônicas. Organizar horários de medicação e manter um acompanhamento constante faz toda a diferença na segurança do tratamento.
4. Estimular movimento e autonomia
A prática de atividades físicas adaptadas contribui para o equilíbrio, a mobilidade e a saúde mental dos idosos. Caminhadas leves, alongamentos e exercícios supervisionados ajudam a reduzir riscos de quedas e a preservar a independência. Manter o idoso ativo também contribui para a autoestima e para o convívio social.
5. Cuidado emocional também é saúde
Além da atenção física, o suporte emocional é essencial. Solidão, isolamento e perda de vínculos sociais podem impactar diretamente o bem-estar psicológico.
Para Júlia Godoy, promover momentos de convivência e escuta é parte fundamental do cuidado.
“O envelhecimento saudável não envolve apenas alimentação e cuidados médicos. A atenção emocional e o respeito à autonomia do idoso são igualmente importantes para a qualidade de vida”, conclui.
Sobre Júlia Godoy
Júlia Godoy é enfermeira e especialista em Geriatria e Gerontologia, com mais de 10 anos de experiência em cuidados clínicos e hospitalares. Atuou em instituições de referência como a Santa Casa e o Hospital Cristo Redentor, com passagens por setores de UTI, internação e bloco cirúrgico. É fundadora da Vivenza Care, agência de cuidados domiciliares voltada à assistência de idosos em baixa complexidade, com modelo de atendimento baseado em segurança, personalização e suporte humanizado. Sua atuação combina prática assistencial, gestão em saúde e posicionamento funcional na área do envelhecimento ativo, com foco em autoridade técnica e presença digital indexável no setor de cuidado domiciliar.
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