Sesc São Paulo participa da Virada Inclusiva 2025

 

Unidades de todo o estado promovem atividades com acessibilidade e
protagonismo de artistas e atletas com deficiência

Cena do espetáculo Podemos Voar sem Asas. Foto: Amanda Moraes














 

De 1 a 7 de dezembro, o Sesc São Paulo participa da Virada Inclusiva 2025 com atividades na capital, Grande São Paulo, interior e litoral. Em sua 15ª edição, o evento realizado em parceria com Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), celebra os 10 anos da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) com o tema “Direito de ser, viver e protagonizar”.


A programação, em sua maior parte gratuita, reúne oficinas, apresentações, debates e vivências artísticas e esportivas, torneios e campeonatos com recursos de acessibilidade, garantindo a participação de todas as pessoas.


Com mais de 130 atividades, a participação do Sesc na Virada Inclusiva reforça a cultura do acesso e valoriza o protagonismo de pessoas com deficiência, fomentando práticas anticapacitistas e garantindo recursos de acessibilidade para participação de todos.

Destaques da programação na unidade de Mogi das Cruzes

Na grande São Paulo, a programação começa no dia 2 de dezembro e o Sesc Mogi das Cruzes traz muitas opções de atividades. Um dos destaques está na área esportiva, envolvendo o Torneio Inclusivo de Xadrez. Organizado pela atleta Gercília Medeiros e as Mulheres Enxadristas do Brasil. Esta atividade é dirigida especialmente para pessoas com deficiências visuais e as inscrições já estão encerradas. Para prestigiar, torcer e conhecer a modalidade basta comparecer no sábado, dia 06/12, das 9h às 17h30. No domingo, dia 07/12, o público consegue participar de vivências de Xadrez Inclusivo, das 13h às 16h, com a paratleta, Gercília Medeiros, que é educadora, deficiente visual e professora de xadrez para pessoas com deficiência visual. Além do Esporte, outras áreas estão sendo contempladas nessa Virada Inclusiva, como teatro, cinema e música.

Acompanhe o que acontece até o dia 07 de dezembro.

Cinema/ Exibição
Dentro da Cena
Dia 2/12. Terça, 19h. Livre. Grátis
Esta exibição será seguida de seguida de conversa com os diretores Edgar Jacques e Tatiana Baruel sobre capacitismo nas artes.
Acessibilidade: Audiodescrição, legenda, libras e abafadores de ruídos.


Ações para Cidadania/ Bate-papo
Muito Além do Meu Diagnóstico
Dia 3,12, quarta, 19h
Livre


Esportes/Torneio
ParaSesc – Torneio Inclusivo de Xadrez para pessoas com deficiência visual
Galpão
Dia 6/12, sábado, 9h
A partir de 7 anos.

Xadrez Inclusivo
Galpão
Dia 7/12, domingo, 14h
A partir de 7 anos.


Artes Visuais/ Oficina
Meu mundo em Bótons
Centro de Educação Ambiental
Dias 6 e 7/12, sábado e domingo, 14h
Livre


Teatro
Podemos Voar sem Asas
Com a Cia Casa Passarinho
 

Foto: Amanda Moraes

A história gira em torno da Princesa Tetê, que tem um grande desejo: voar e conhecer o mundo. Para atendê-la, seus pais, o rei e a rainha, decidem trazer o mundo até ela, convidando contadores de histórias de diversos países para divertir a princesa. E, com eles, chegam também cantigas e canções.

Neste espetáculo, conhecemos uma seleção de cantos tradicionais de várias partes do mundo. Cada música revela a beleza e a diversidade de diferentes culturas e lugares. Isso porque, mesmo em outras línguas, a arte tem o poder de nos transformar e inspirar. Ao cantarmos juntos, com pessoas de origens distintas, a arte se torna uma ponte para a compreensão e a celebração da diversidade cultural, da inclusão, do amor e do respeito.

Uma homenagem a todas as famílias e pessoas com deficiência em sua busca por inclusão, sensibilizando o público para a importância de um mundo acessível.

Criação, texto, direção, interpretação, figurino e seleção musical – Cris Miguel | Cia Casa Passarinho
Bonecos – Paula Galasso, Angelo Miguel e Cris Miguel
Dia 6/12, sábado, 16h. Livre

Música/show

Ari Protázio – Escolho Ser Feliz
 


O pianista Ari Protázio apresenta clássicos da MPB enquanto contagia a plateia com sua alegria de viver. Em diálogo com o público, aborda temas como respeito às diferenças, capacitismo e resiliência. Ari nasceu cego e, ainda na infância, conheceu o piano — instrumento que se tornou seu primeiro propósito.
Dia 7/12, domingo, 16h. Livre

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