FolhaGeral: Município poderá ter supervávit nas contas públicas de 2025

 



Para 2026 a previsão orçamentária de receitas e despesas no município de Jales é de R$ 375.929.000,00.

A maior receita virá das transferências correntes referentes ICMS, FPM, Imposto de Renda, etc. no valor de R$ 217.923.000,00

Impostos, taxas municipais e contribuições irão render aos cofres municipais em 2026 a cifra de R$ 104.377.000,00

A maior despesa como sempre acontece, será com o pessoal civil da ativa, inativos, e outros encargos relacionados chegando a R$ 157.611.013,31.

O mais interessante na peça orçamentária para 2026 com apreciação dos senhores vereadores, é o superávit de R$ 17.035.486,69 neste ano de 2025. 

Para uma administração que chega ao final do exercício capengando e até se comentou em rodas políticas um “estouro” orçamentário, diga-se, é surpreendente. 

Será que essa surpresa que o orçamento reserva a todos é para calar a boca dos adversários políticos do chefe do executivo ou é um exagero? Será preciso aguardar!

A plataforma Gastos Brasil, da Associação Comercial de São Paulo, até as 17h30 min desta sexta-feira (7/11), informava que o Município de Jales havia gasto R$ 231.538.320,21.

Como o Impostômetro da ACSP atualmente registra apenas a arrecadação de impostos municipais é as 17h30 min desta sexta-feira (7/11) acusava um recebimento de R$ 27.350.860,00

O orçamento do município para este ano de 2025 é de R$ 270.687.600,00.

Segundo dados    registrados no site da Prefeitura, acusava uma arrecadação geral neste dia 07/11 de R$ 222.438.656,48. 

Faltando 53 dias para findar o ano fiscal, o Município precisa arrecadar pouco mais de R$ 48 milhões para empatar a receita com a despesa para não ficar com déficit.

Fazendo uma média do que se arrecadou até o presente momento nos 10 meses e uns dias do ano, chega-se ao valor de R$ 22.500.000,00 por mês. 

Como  o colunista não é nenhum matemático ou expert em contas públicas, as colocações acima são apenas conjecturas. 

Assim até 31 de dezembro é possível que o ano feche com superávit ou 2025 é fechado com déficit. Vamos aguardar.  O expert no assunto já deve estar com um sorriso largo ou coçando  cabeça e puxando os fios de cabelos

O mundo passa por intensa evolução. Novidades importantes brotam em diversas regiões do planeta.

Um exemplo: o sistema de pagamentos PIX, criado e implantado no Brasil, gerou impactos políticos, econômicos, sociais e culturais, mundo afora.

Mas, também é certo afirmar que o mundo passa por vários problemas difíceis. Entre eles: instabilidades políticas, crises econômicas, tribulações humanitárias, guerras, violência urbana, corrupção, adversidades climáticas.

Nesse cenário de progresso e declínio, em 2001 o economista britânico Jim Neill criou o termo

BRIC para se referir a Brasil, Rússia, Índia e China, prevendo que seu crescente desenvolvimento teria mais peso na economia global.

Em 2006, a primeira reunião dos países “BRIC” juntou os ministros das relações exteriores dos quatro países em Nova York – à margem da Assembleia Geral da ONU – visando iniciar um trabalho coletivo de desenvolvimento socioeconômico.

A primeira reunião do “BRIC”, que reuniu os chefes de estado dos quatro países, aconteceu em 2009 na Rússia. E pouco tempo depois, em 2011, a África do Sul (South Afrika) se incorporou ao bloco, que passou a ser chamado “BRICS”.

Mais 6 países aderiram ao bloco em 2014: Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã. Hoje, além dos 11 países membros, o “BRCS” possui 9 países parceiros oficiais com direito de participara de todos os eventos.

Fica claro que boa parte dos eventos bons (como o bloco “BRICS” de países emergentes) e ruins (como o aumento das adversidades climáticas extremas) tem muito a ver com o percurso das últimas décadas.

Esta situação generalizada se assemelha a uma empresa mal governada, que tem possibilidades de falir ou de prosperar. Todos os participantes da empresa – dirigentes e funcionários – estão vendo o desgoverno. Mas ninguém toma providências hábeis.

Evidentemente – em cidades, estados, regiões e em âmbito global –, os políticos e eleitores são essenciais para estabelecer prioridades e implementar políticas públicas direcionadas às necessidades, possibilidades e aspirações das coletividades.

No entanto, em todos os níveis políticos, até em países considerados desenvolvidos, as disputas políticas partidárias e ideológicas prejudicam as agendas de trabalhos de interesse geral e dividem o eleitorado para não haver reivindicações justas.

Neste mês, no Brasil, na cidade de Belém (PA), do dia 11 ao dia 21, acontecerá a COP30, ou seja, a Conferência das Partes em 30ª edição, um evento anual da ONU que reúne autoridades, lideranças, pesquisadores e interessados nas mudanças climáticas.

O assunto tem importância relevante em todo o planeta e o colapso planetário se avizinha, tendo que ser tratado com seriedade pelos governantes, empresários e povos, antes que as tragédias causem transtornos devastadores.

As mudanças causam desequilíbrios por toda parte do planeta: nos centros urbanos, nas terras de cultivo de alimentos, nas florestas, nas populações animais, nos rios, nos oceanos, nas geleiras, nas regiões montanhosas.

O Brasil é um país que pode se beneficiar e se desenvolver, tirando grande vantagem do combate às mudanças climáticas. A produção de biocombustíveis a partir da cana-de-açúcar, da soja e de outros produtos pode enriquecer o país.

Em vez de usar o tempo útil para visualizar notícias plantadas por influenciados irresponsáveis, o eleitorado deve usar mais a lógica para distinguir o certo do errado. Assim, vai contribuir para preservar o meio ambiente e obter prosperidade.


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