Gabriela Dantas (foto) conta com mais detalhes sobre processo criativo do livro “Os Mensageiros” e a rotina de escrita da obra
Colaboradora da Precisão Sistemas do time de qualidade de software da empresa, Gabriela Dantas lança primeiro livro "Os Mensageiros", obra de ficção cristã. O livro, já disponível na Amazon nas versões física e digital, representa a síntese entre pensamento criativo e criação artística, demonstrando a versatilidade e profundidade de talentos que compõem o corpo colaborativo da organização.
A história de "Os Mensageiros" nasceu de um reencontro da autora com a ficção cristã, um gênero que sempre amou. A narrativa promete encantar os leitores com sua abordagem profundamente humana e alegórica sobre as feridas da alma. A ideia central do livro surgiu de um questionamento profundo: "e se todos os traumas que carregamos na vida e não tratamos fossem visíveis?". A partir daí, Gabriela desenvolveu a metáfora das "alergias" que os personagens carregam e das "armaduras" que vestem para esconder suas dores mais profundas.
"Após ler um livro do gênero, senti um desejo forte de voltar a escrever, algo que fazia na adolescência. Mas a vontade precisava de uma mensagem. Orei pedindo direção para escrever sobre a fé, e a ideia central veio com força. Os personagens ganharam vida e a história simplesmente começou a se contar na minha cabeça. Não tive paz até colocar no papel", relata Gabriela.
Conciliar a carreira em tecnologia com a paixão pela escrita exigiu adaptação. Gabriela conta que não segue uma rotina rígida, mas se dedicou a escrever um pouco todos os dias, preferencialmente à noite e nos fins de semana. "Adequei minha vida de escrita à minha rotina. Defino uma data limite para o rascunho, mas sem metas diárias rígidas. O importante é a constância", explica.
Quando questionada sobre a parte mais desafiadora do processo, a resposta foi imediata: começar. "O primeiro capítulo é sempre o mais difícil. Mudei o começo da história centenas de vezes até chegar a uma versão que me agradasse. Depois que destravei isso, o restante do livro fluiu de forma muito tranquila", revela.
Gabriela cita as autoras Gabriela Costa ("Caledrina Cefyr") e Vitória Souza ("Aurora") como suas maiores influências e incentivadoras. "A história da Vitória, que começou como autora independente e construiu uma grande base de leitores, me mostrou que era possível entrar nesse mercado mesmo só com um original e um sonho", destaca.


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