Folhageral: Na sessão de segunda, pelo volume de proposituras, os edis vão poder trocar muita figurinha



Os Estados Unidos
são o país mais rico do mundo. No ano passado, sua economia alcançou o PIB (Produto Interno Bruto) de 29 trilhões de dólares para a população de 340 milhões de habitantes. Muitas regiões e cidades se destacam no mundo pela prosperidade.

Washington DC
(Washington, Distrito de Colúmbia) refere-se à área demarcada de 177 Km2 às margens do Rio Potomac, onde estão (ao mesmo tempo) a cidade de Washington (capital federal do país) e o Distrito de Colúmbia (distrito federal do país).

Na capital federal
estão as sedes dos três poderes da democracia norte-americana. O edifício do Capitólio abriga o Congresso Nacional, composto pelo Senado e pela Câmara dos Deputados.

Próximo
está o edifício da Suprema Corte. O edifício da Casa Branca, sede do poder executivo e residência do Presidente da República.

Foi lá que
no domingo (10 de agosto), o presidente dos Estados Unidos – Donald Trump –anunciou na sua plataforma social: ;Os sem-teto precisam sair imediatamente.

Daremos
a eles um lugar para ficar, mas longe da capital. Os criminosos não precisam se mudar. Vamos colocá-los na cadeia, que é onde deveriam estar.

No dia seguinte,
Trump tomou medidas que seguem uma ordem executiva assinada por ele em julho, que facilita a prisão de pessoas em situação de rua. Em 2024, o número de pessoas em situação de rua no país disparou: em cada grupo de 10 mil habitantes do país, 23pessoas não tinham um teto para se abrigar.

O país tem
uma agência federal subordinada diretamente ao presidente, que anualmente realiza contagem de pessoas que vivem em situação de rua.

Em 2024,
a contagem encontrou 771.480 pessoas sem acesso a moradia. Houve aumento de 18% em relação a 2023. O governo sabe que o problema atinge famílias de vários grupos sociais. Mas não consegue estabelecer políticas habitacionais.

As entidades sociais
que lutam para o fim dos sem-teto indicam que os problemas variam: há escassez de moradias acessíveis, diferença cada vez maior entre salários e custos de aluguéis, além de limitações de acesso à assistência médica e outros serviços sociais.

Estimativas indicam
que há nos Estados Unidos um déficit de 7,1 milhões de moradias para aluguel a inquilinos considerados de renda baixa.

Este
número representa que há apenas 35 moradias para cada grupo de 100 famílias que podem dispender até 30% da renda com aluguel.

A crise habitacional
afeta pessoas que se encontram há muito tempo em situações extremas. E muitos podem contribuir para a perda de moradia. Quando os cidadãos não conseguem custear serviços sociais e sanitários, entram em crise financeira.

Realmente,
os Estados Unidos são um país muito rico. Mas não contam com um sistema de saúde pública universal, como existe no Brasil o SUS (Sistema Único de Saúde), que garante serviços de saúde gratuitos e integrais a todos os cidadãos.

Os especialistas
no assunto não acreditam que a as declarações do presidente Trump e suas maneiras de acabar com os cidadãos sem-teto e em situação de rua revelam medidas simplista e distorcido que nada resolverão.

Aqui no Brasil
os mesmos problemas existem. Mas há políticas públicas que dão bons resultados, apensar do país não ser tão rico. O SUS é um exemplo para o mundo na área da saúde.

Os planos
habitacionais andam. O acolhimento de moradores de rua é dinâmico.

Em outros tempos
os Estados Unidos serviam de exemplo para o resto do mundo. Hoje, muito estudiosos – inclusive norte-americanos – declaram que os Estados Unidos estão ruindo por dentro, entrando em declínio, por não conseguiram se renovar, por não conseguirem concorrer com os países emergentes.

Hoje o Brasil, 
como todos os países, enfrenta desafios e passa por crises. Mas o Brasil não é um país em processo de decadência.

Apesar 
das dificuldades, o povo brasileiro e os estrangeiros que aqui chegam olham para frente, para o futuro.

Em Jales, nesta
segunda-feira (25), a partir das 18 horas, durante a 1831ª Sessão Ordinária, os vereadores vão poder trocar muita figurinha.

Vão
estar em discussão nada mais nada menos do que 34 proposituras, divididas em 22 indicações, 4 requerimentos e 7 moções oriundas de sessões anteriores.

E novas
5 Moções e 6 requerimentos – ah!!!! os requerimentos – vão estar na pauta para discussão dos nobres edis.

Ao Poder
Executivo, deliberação sobre uma propositura solicitando providências sobre concentração de andarilhos e usuários de drogas em praça.

E a
possibilidade de se estender a Atividade Delegada, exercida pela Polícia Militar, para a Guarda Civil Municipal.

E também
querem saber a situação financeira dos cofres municipais, isto é, do Município de Jales. Ave Maria.

As eleições
estão chegando. Elas estão a 13 meses. Alguns políticos que andaram sumidos do território jalesense já estão dando ares de suas graças. Isso é bom. Traz benefícios para a cidade.

Em Jales,
nas redes sociais, o nome de Juliano de Matos, ex-candidato a deputado estadual em Goiás, é citado como pretenso candidato a candidato às eleições vindouras.

Um
pessoal que anda descrente com a política jalesense é o do botequim da vila. Para eles, o cenário por aqui indica uma debandada de votos para os famosos “forasteiros’.

Eles
analisam que os próprios políticos da cidade estão desacreditando a política local por manterem-se isolados do povo.

E justificam,
alegando que não existe mais líder político na cidade. Ela está ao Deus dará, politicamente.



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