divulgada no “site” Jales Notícias, do jornalista/radialista Alexandre Ribeiro (o Carioca), revela que o prefeito de Jales, Luís Henrique Moreira (PL), foto, deve anunciar em breve sua pré-candidatura a deputado à Câmara Federal e não à Alesp.
Na condição
de pré-candidato a deputado federal, Luís Henrique poderá se colocar junto ao eleitorado para representar Jales e região na Câmara dos Deputados em Brasília (DF), favorecendo-se de que seu partido PL não está desgastado politicamente.
É possível
que a disputa entre concorrentes a deputado federal na região seja menos congestionada, em relação à disputa entre concorrentes a deputado estadual. Essa mudança de estratégia eleitoral poderá ser benéfica a Luís Henrique.
Em 2020,
Fabiana de Lima Barroso (Patriota) foi eleita vice-prefeita em sua cidade natal, Barrinha (SP), próxima a Ribeirão Preto. Ficou conhecida como Fabiana Bolsonaro por defender pautas políticas conservadoras.
Em 2022,
Fabiana se candidatou a deputada estadual como Fabiana B. pelo Partido Liberal (PL). Ela recebeu nas urnas 65.497 votos. Ficou em 82º lugar entre os 94 parlamentares eleitos para a Alesp e em 19º lugar entre os candidatos do PL.
Naquele 2022,
entre os 10 candidatos mais votados a deputado estadual em Jales, o PL classificou 2 candidatos (3º e 8º lugares). E entre os 10 candidatos mais votados a deputado federal em Jales, o PL classificou 4 candidatos (1º, 3º, 6º e 7º lugares).
Na eleição
anterior (2018), concorrendo a deputado estadual pelo PODEMOS, Luís Henrique ficou em primeiro lugar em Jales com 8.248 votos (34,31%). Mas ficou em 179º na lista geral dos candidatos com o total de 25.240 votos (0,12%).
Dá para sentir
que, na competição a deputado estadual na região de Jales, há fortes concorrentes com base eleitoral formada na região e fora dela: Analice Fernandes (PSDB), Itamar Borges (MDB) e Carlão Pignatari (PSDB).
De outro lado,
na competição a deputado federal na região, visualiza-se Fausto Pinato (PP), de Fernandópolis, que em 2022 foi reeleito para sua terceira legislatura em 68º lugar para ocupar uma das 70 vagas paulistas com 72.169 votos.
Claro que
sempre se terá que enfrentar adversários de outras regiões – bons de votos – que vendem o peixe em todo o estado e consolidam bases eleitorais. Alguns deles têm bases nesta região e contam com cabos eleitorais de longa data.
Não poder
contar com base eleitoral consolidada há tempos é um problema. Mas é possível aproveitar os bons acontecimentos partidários, contar com apoio de políticos fortes em aprovação popular e saber se comunicar com a diversidade de eleitores.
Para o povo
da região, é importante ter bons candidatos eleitos para representá-lo em todos os níveis políticos. A conjugação de candidatos a cargos eletivos locais, estaduais e federais só traz benefícios. Este é o desafio aos eleitores.
Na política local,
o vereador petista Luís Especiato não ficou satisfeito com a resposta dada pelo Poder Executivo – através do secretário municipal da Fazenda, Marcelo Silva Souza – sobre a retenção de parcelas dos empréstimos consignados.
Conforme o
o parlamentar jalesense, as respostas dadas foram vagas: “Já apresentei reclamação em Requerimento nº 2 de que a resposta ao requerimento que fizemos e aprovamos foi totalmente insatisfatória”.
Ele esclareceu:
“Eu perguntei qual foi o embasamento legal que permitiu ao poder público descontar as parcelas da folha de pagamento do funcionário, reter o dinheiro e não repassá-lo à instituição financeira”.
Ele prosseguiu:
“A resposta do secretário da Fazenda foi sempre dialogar com os bancos nos casos de não repasses. Mas desde quando o contato com o banco é embasamento legal para uma atitude dessa?”
Na sequência
o vereador petista lembrou: “Se foi dialogado com os bancos, conforme apresentado na resposta ao requerimento, por qual motivo o funcionário recebeu cobrança no celular, ligações, cobranças incisivas com juros, com constrangimento”?
Nesta segunda
tentativa em buscar o motivo real do não repasse das parcelas descontadas de empréstimos consignados, o parlamentar aborda a questão dos juros: “Quando as parcelas foram apresentadas aos funcionários, havia juros naquelas não pagas? Provavelmente o poder público, ao fazer o repasse, teve que pagar os juros”.
E finalizou:
“Então incidiram-se juros de uma coisa que não precisava, se tivesse feito o repasse conforme deveria. Precisamos das respostas adequadas para darmos uma satisfação a quem nos questiona”.
Estimativas
de Organizações Não Governamentais informam que o Brasil tem mais de 30 milhões de animais abandonados, entre cães e gatos. É um número alarmante, mas o abandono de animais não é levado a sério pela sociedade e pelo poder público.
Animais abandonados
sofrem fome, doenças, maus-tratos e danos emocionais. São vítimas de acidentes de trânsito. Todas as pessoas são responsáveis por essa situação que precisa de soluções de forma compartilhada. Mas o ser humano ainda ignora suas responsabilidades.
O ser humano
evolui lentamente. Cientistas afirmam que a evolução do ser humano teve início há milhões de anos. Com o fim da Idade Média e começo do Renascimento – por volta do ano de 1.350 – a sociedade humana teve o progresso acelerado.
Mas até hoje
o ser humano não está preparado para utilizar as ferramentas de que dispõe – a política, a economia, a justiça, a tecnologia e outras – para conviver em paz, segurança e bem estar com todos os demais e com a natureza.
Por enquanto,
a busca de ilusões – sucesso, fortuna, poder – transforma o ser humano em escravo de si mesmo. Automaticamente, sem pensar, todos os dias o ser humano se empenha numa luta em que os ganhos não compensam as perdas.


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