Nas eleições
municipais de 2024 em Jales, o diretório local do histórico partido MDB (Movimento Democrático Brasileiro) não participou da coligação de apoio à reeleição do prefeito Luís Henrique (PL). Apenas lançou seis candidatos a vereador.
Ocorreu que
o prefeito Luís Henrique foi reeleito facilmente contra um concorrente isolado, sem precisar de apoio do MDB. E o MDB não conseguiu eleger nem um candidato a vereador, ficando sem representação na Câmara Municipal.
O presidente
do diretório do MDB de Jales – José Devanir Rodrigues (Garça) foto, – afirmou em 2024 que deixaria a direção do diretório local após as eleições. Agora ele informa que a convenção partidária para escolha dos novos dirigentes será no próximo mês de julho.
Em vista disso,
Garça permanecerá no comando do “Mandabrasa” em Jales até a convenção. Em julho, evidentemente, muita conversa vai rolar sobre os novos ventos que movimentam a política e que alteram o desempenho dos partidos.
Pode ser que,
em respeito ao trabalho realizado por Garça frente ao partido, outros possíveis dirigentes não queiram substituí-lo. De todo modo, para renovação, o partido vai precisar de elementos com boa visão política e garra para virar o jogo.
Mas erra
quem pensa que só o MDB tem que arregaçar as mangas. Na Câmara de Jales, de 2020 para 2024, três partidos surgiram (PL, REP, PRD) e quatro partidos desapareceram (DEM, MDB, PSD, PSDB). O que será que vai haver em 2028?
Atualmente,
os políticos trocam de partido por conveniência, por oportunismo eleitoral. Muitos eleitores aceitam isso e continuam votando sem reflexão. Aqueles que não aceitam isso, engrossam as fileiras dos eleitores descontentes.
Hugo Motta,
deputado federal, presidente da Câmara dos Deputados, quer ampliar o número de deputados federais de 513 para 527. O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a revisão da distribuição das cadeiras com base no Censo de 2022.
As 14 novas
vagas seriam destinadas aos estados com aumento populacional, sem necessidade de reduzir as bancadas dos estados que tiveram queda na população. A fonte desta notícia é a Agência Senado.
Na esteira
desta decisão do STF, os vereadores jalesenses também ampliaram o número de cadeiras na Câmara Municipal. Eles aprovaram uma Emenda à Lei Orgânica do Município, elevando para 11 as vagas no Legislativo a partir de 2029.
Ideal não é
aumentar o número de legisladores municipais pelo país afora. Isso só faz aumentar as despesas para os contribuintes. Bem melhor seria investir em mudanças nos trabalhos legislativos para ampliar o bom desempenho dos legisladores.
A Guarda Civil
Municipal de Jales (GCMJ) foi criada na Câmara Municipal pela Lei Complementar Nº 389, de 11 de maio de 2023, através da discussão, votação e aprovação de um Projeto de Lei Complementar de autoria do Poder Executivo.
A Guarda
ainda não entrou em atividade e deverá mudar o nome para Polícia Municipal. De acordo com decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em 20.02.25 (quinta-feira), tais corporações poderão também exercer ações de policiamento.
Importante
será que, mesmo com o nome de Polícia Municipal, a nova instituição atue em sintonia com a vida e as necessidades da população. E coopere com os órgãos de segurança pública existentes, sem incorrer na tradição dos abusos de autoridade.
Para o sucesso,
é preciso entender que a Polícia Municipal e a Sociedade dependem uma da outra. Que os policiais militares e os cidadãos dependem uns dos outros. Um bom projeto de educação tem que ser implementado até que todos aprendam a caminhar juntos. Os senhores vereadores têm um importante papel nessa caminhada.
O vereador
Bruno Henrique de Paula (PL),foto, presidente da Câmara Municipal de Jales, decidiu manter seu requerimento solicitando informações sobe a extensão de horários de atendimento a pessoas com dengue nas unidades de saúde.
Bruno de Paula
justificou: “Eu ia retirar o requerimento porque na segunda-feira (dia 24), duas unidades básicas de saúde começaram a ficar abertas. Mas decidi manter porque Jales demorou para deixar essas unidades abertas. Cidades circunvizinhas (Fernandópolis, Votuporanga e outras) fizeram esse trabalho antes de Jales”.
A Justiça Eleitoral
penaliza os políticos condenados por infrações (políticas e outras) que tenham como consequência a proibição de disputar eleições. Mas agora os prazos de inelegibilidade poderão encurtar. É o que prevê o Projeto de Lei Complementar 192/2023.
O PLC 192/2023
altera a marcação do início da contagem do prazo e a duração da inelegibilidade. Foi iniciado e aprovado na Câmara dos Deputados. No Senado Federal, passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e aguarda votação em Plenário. Se aprovado sem alterações, seguirá para sanção presidencial.
Analistas políticos,
como o procurador de Justiça Roberto Livianu, doutor em direito pela USP, que desprezam corrupção e valorizam honestidade, consideram que o PLC 192/2023 pode enfraquecer a Lei da Ficha Limpa. Mas sabem que é dever do povo prestigiar os bons políticos, que procuram agir corretamente.
No Estado da Bahia,
nos municípios de Xique-Xique e Itaguaçu, na margem direita do Rio São Francisco, existe o Projeto Público de Irrigação Baixo do Irecê, implantado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF).
Os produtores rurais (foto)
envolvidos no Projeto estão comemorando a primeira colheita de banana irrigada, cultivada no local. Até momento, já foram colhidas cerca de 33 toneladas da variedade Prata Rio, com 50% de primeira qualidade.
O volume seguiu
para comercialização a partir do mercado localizado na capital, Salvador, alcançando o valor de cerca de R$ 100 mil. O projeto é técnica e economicamente viável e prova a potencialidade da fruticultura irrigada na região. Prova ainda que dentro deste grande país, há muita gente com talento para realizar grandes feitos.



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