Allan Kardec – Aquele que não pratica o mal, mas que se aproveita do mal praticado por outrem, é tão culpado quanto este?
Os espíritos – “É como se o houvera praticado. Aproveitar do mal é participar dele. Talvez não fosse capaz de praticá-lo; mas, desde que, achando-o feito, dele tira partido, é que o aprova; é que o teria praticado, se pudera, ou se ousara.”
Allan Kardec – Será tão repreensível, quanto fazer o mal, o desejá-lo?
Os Espíritos – “Conforme. Há virtude em resistir-se voluntariamente ao mal que se deseja praticar, sobretudo quando há possibilidade de satisfazer-se a esse desejo. Se apenas não o pratica por falta de ocasião, é culpado quem o deseja.”
O Livro dos Espíritos: Perguntas 640 e 641
Esta coluna tem o patrocínio e responsabilidade
da Associação Espírita “Chico Xavier” de Jales
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