Governador
ouviu vaias quando foi à Avenida durante desfile da Mangueira; ao lado,
sua mulher, Helena Witzel Foto: Agência O GLOBO
Paulo Cappelli e Luiz Ernesto Magalhães
Protagonista
como representante do poder público na Sapucaí com a já costumeira
ausência do prefeito Marcelo Crivella, o governador Wilson Witzel bem
que tentou, mas não foi dessa vez que passou no teste de popularidade na
Avenida. Durante o desfile da Mangueira, o terceiro da noite, o
governador deixou a área conhecida recuo de bateria, de onde costuma
assistir à parte das apresentações e interagir com sambistas, e se
arriscou no meio da Avenida, pouco antes de a Verde e Rosa chegar ao
trecho em que estava. Parte do público presente nas arquibancadas e
frisas, contudo, vaiou. Pessoas que estavam em uma frisa próxima a
Witzel fizeram o gesto de negativo com a mão enquanto vaiavam.
Acompanhado
da mulher, Helena Witzel, e de assessores e secretários, o governador
se retirou um minuto depois, tão logo as vaias se intensificaram. Ao
retornar para o recuo de bateria, que fica no mesmo nível da Sapucaí,
mas fora da pista principal, as vaias cessaram.
Segundo o secretário de governo, Cleiton Rodrigues, as vaias foram puxadas por políticos de oposição que estavam nas frisas.
— Incitaram as pessoas contra o governador. Avisei a ele para não dar atenção.
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