O deputado, que está em seu sétimo mandato na assembleia, reclamou do que considera um ‘achatamento’ do salário dos parlamentares, que não tem reajuste desde 2015. “Tivemos um achatamento salarial. Com o salário de deputado você ia em uma concessionária e comprava um carro zero da melhor qualidade. Hoje, não paga metade de um carro popular”, comentou.
Além do salário recebido pelo parlamentar, suas receitas envolvem também mais R$ 100 mil reais mensais, com despesas de gabinete e verbas destinadas à contratação de assessores diretos – os conhecidos servidores comissionados.
Em resposta ao que disse na ALEP, o deputado, ao Portal G1, reafirmou tudo o que disse na ocasião.

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