Doações para solidariedade aumentaram depois que o Brasil saiu da Copa

 
Julho de 2018 poderá se tornar o mês de maior arrecadação da história do Vakinha
 
 
Após a saída do Brasil da Copa do Mundo, a abertura de vaquinhas voltadas para ações de solidariedade aumentou em 15%.  Uma semana antes, de 1 a 7 de julho, o site Vakinha  registrou a abertura de 2.520 campanhas, número que chegou a  2.894, entre os dias 8 a 14 de julho, após a seleção brasileira sair do mundial. Nas comparações do mesmo período, os valores arrecadados também sofreram aumento. Saltaram de  R$ 965.731,74  para  R$ 1.197.873,30, assim como a quantidade de doações que foi de 16.269  para 17.018.
 
A sintonia dos brasileiros com as causas sociais também parece ter sido afetada pelo desempenho da seleção brasileira de futebol. Coincidentemente, no dia 5 de julho, véspera da data de eliminação do Brasil na Copa, as doações chegaram a 170 mil caindo para 144 mil, no dia do jogo contra a Bélgica. No entanto, Cristiano Meditsch, diretor de marketing do Vakinha, acredita que o dia da semana também pode ter influenciado. "É comum as doações diminuírem de quinta para sexta", observa.
 
Na avaliação do diretor,  julho de 2018  vem dando indícios de que poderá entrar para a história do Vakinha como o mês de maior arrecadação, com expectativa de alcançar R$ 5 milhões. Quando comparado a julho dos anos anteriores, o mês de julho deste ano também apresenta desempenho diferenciado. Em 2015 as doações foram R$ 685 mil, em 2016 atingiu R$ 1.958.131,07, indo para R$ 3.619.824,51 em 2017 e já tendo alcançado R$ 3,2 milhões na primeira quinzena de julho deste ano.
 
Meditsch também atribui o crescimento do Vakinha, que se consolidou como o maior site do segmento de financiamento coletivo no País, ao fato de ser uma ferramenta que oferece transparência. "Quem contribui sabe se a meta foi alcançada ou não e quem pede tem a possibilidade de prestar contas estabelecendo uma relação de confiança", explica.
 
Outro fator destacado pelo executivo é o sistema antifraude, que garante segurança tanto para quem doa, quanto para quem recebe. Ao longo de quase uma década de atuação, o Vakinha desenvolveu um sistema de segurança capaz de identificar e bloquear tentativas de fraude a ponto de devolver as doações, quando necessário.
 
 
Sobre o Vakinha:
Criado em 2009 por empreendedores gaúchos, o Vakinha é a primeira fintech brasileira de crowdfunding. Em 2015 a arrecadação do site foi de R$ 8 milhões, indo para R$ 18 milhões em 2016, fechando 2017 com R$ 37 milhões. O Vakinha foi apontado como uma empresas de crowdfunding para se ter no radar dos investidores na América Latina pelo estudo "Empreendimento Fintech na América Latina", feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Finnovista, organização que fomenta o desenvolvimento de fintechs. O estudo identificou 703 empreendimentos em 15 países, com uma oferta de soluções que inclui todos os segmentos e tecnologias observados a nível global. Acesse: www.vakinha.com.br
 
 

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