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sábado, 25 de março de 2017

FOLHAGERAL

da redação

Se for desejo
da administração municipal de Jales levantar rigorosamente pequenos problemas existentes na cidade, bastará formar uma equipe enxuta e colocá-la em campo. Vai saber que eles existem às dezenas, podem ser fotografados e grande parte deles é de fácil solução.

Existem até
 
pequenos problemas de responsabilidade direta da Prefeitura, como – por exemplo – o mostrado na foto. São pedaços de guias de sarjeta trocados, sobras das usados na substituição e pedra brita deixada para trás após a conclusão do serviço. Nenhum absurdo.

O problema
é que faz muito tempo que esse entulho está ali, nas esquinas da Rua Um com a Avenida Maria Jalles. Não é bom para a cidade e para a população que este tipo de problema permaneça sem atenção. Não interessa se foram gestores anteriores que deixaram assim.

Não é preciso
ter ideias geniais nem dispor de muito dinheiro para a administração municipal demonstrar competência e interesse pela cidade. Pequenas providências, no centro da cidade e nos bairros, contando com a participação da população, podem produzir ótimos resultados.

A administração
municipal de Jales espera que as emendas parlamentares em curso sejam liberadas. Falam-se em mais de R$ 6 milhões que dariam, segundo os gestores públicos, para o recape da quase totalidade das ruas que precisam do melhoramento na cidade. Fora, claro, os serviços que já estão sendo executados por conta dos R$ 4 milhões. Tomara que isso aconteça.

O petebista
Elvis Carlos de Souza – apoiado pela coligação "Transparência e União por Pontalinda", formada por PTB, PPS, PSDB, PMDB, DEM, PRB e PSB – recebeu 1.532 votos de um total de 3.382 apurados no pleito de outubro de 2016. Teve o registro de sua candidatura cassada pelo TJ-SP por enriquecimento ilícito.

Mas, na noite
de terça-feira (21 de março), decisão do Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reverteu, por maioria de votos, a cassação do registro de candidatura de Elvis Carlos de Souza, eleito prefeito de Pontalinda (SP) nas eleições de 2016.

Ao deferir
o registro de candidato de Elvis Carlos de Souza, o relator do recurso – ministro Herman Benjamin – informou que a decisão do TJ-SP dispôs expressamente que os fatos contidos no processo não são suficientes para presumir o enriquecimento ilícito por parte do candidato ao nomear sua esposa como secretária de Assistência Social do município.

E agora,
tanto o prefeito eleito Elvis como o seu vice Guedão aguardam a determinação da justiça para enfim tomarem posse em seus respectivos cargos. O que mais causa espanto é que já estamos caminhando para o fim do mês de março.

No intervalo
de três dias, a Santa Casa recebeu visitas de dois deputados: um federal e um estadual. Os "analistas" lá do botequim da vila tentaram desvendar um mistério: por que os cabos eleitorais desses políticos (e dos outros também) não os convidam para dar uma volta pela cidade (inclusive periferia) para conhecer onde moram seus eleitores e o que eles tem a reivindicar. Os políticos chegam, visitam determinado lugar e somem.

O deputado
Itamar Borges foi eleito líder da bancada do PMDB na Assembléia Legislativa (SP). Esta é a segunda vez que ele lidera o partido no parlamento estadual. Já havia assumido o encargo no biênio 2013/2015. A bancada do PMDB é composta pelos deputados Itamar Borges, Jorge Caruso, Jooji Hato, Léo Oliveira e Cássio Navarro.

Para circular
pela cidade de Jales com veículo motorizado, promovendo publicidade, continua não sendo necessária autorização de órgão competente com a devida fixação no parabrisa do carro. Não existe controle e fiscalização. O povo confia no bom senso dos promotores.

Na terça-feira
(dia 21), a primeira-dama e presidenta do Fundo Social de Solidariedade do Município – Glauciane Pontes Helena Franco – irá recepcionar presidentas de 22 FSSM da Microrregião de Jales para reunião de trabalho. O evento acontecerá às 14 horas no Salão Social da ACIJ com a presença de representantes do Fundo Social de Solidariedade do Estado.

O projeto
de lei que autoriza a terceirização do trabalho em todas as atividades foi aprovado na quarta-feira (dia 22) na Câmara dos Deputados em Brasília, por 231 votos a favor e 188 votos contra, havendo 8 abstenções. O texto seguiu para sanção do presidente Michel Temer.

Pelo placar
da votação, dá para ver que houve polêmica: muitos a favor, muitos contra. É provável que a terceirização geral, que muitos esperam, não acontecerá. Já existem muitas formas de organização do trabalho, da produção e da comercialização adotadas pelas empresas.

Duas coisas
são certas. Os empresários vão continuar trabalhando para compartilhar seus lucros com os bancos e o governo. Os trabalhadores vão continuar trabalhando para sustentar os empresários, os bancos e o governo. Velha história: mudar para tudo continuar igual.

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