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sábado, 18 de março de 2017

FOLHAGERAL

da redação
O acontecimento

político mais importante da semana foi a realização das manifestações de rua, na quarta-feira (dia 15), em várias cidades brasileiras. Diversas categorias de trabalhadores protestaram contra as reformas na Previdência Social e nas Leis Trabalhistas.

No dia seguinte
às manifestações, o deputado Arthur Maia (PPS), relator da reforma da Previdência na Câmara Federal, criticou as redes sociais da internet por estarem divulgando mentiras de forma repetida contra a reforma, prejudicando a tramitação e a aprovação do projeto.

Este é o cenário
político do país atualmente. Não importa aos governantes quantas são (nem quem são) as pessoas que saem às ruas nas manifestações. Eles não sabem, não querem e não têm interesse em dar respostas políticas objetivas à população. No caso da reforma da Previdência, eles se limitam a dizer: a reforma é fundamental para não quebrar a Previdência Social.

Os governantes
não têm motivos para reclamar. O povo não quer pagar pelos rombos bilionários que não causou. E o povo não está contente com a existência de privilegiados pela previdência. Além disso, há até parlamentares descontentes com a proposta de reforma. Ou seja, está mesmo difícil aos governantes se afinarem com o povo.

Outro fato
político importante na semana foi a lista que o Procurador Geral da República Rodrigo Janot enviou na terça-feira (dia 14) ao Supremo Tribunal Federal, com pedidos de investigação sobre muita gente importante denunciada na Operação Lava Jato.

Entre os
nomes a serem investigados, há ministros, governadores, senadores e deputados federais de vários partidos políticos. Inclusive dos presidentes do Senado e da Câmara Federal. Todo mundo se declara inocente. Mas, por via das dúvidas, pensam em aprovar uma anistia para livrar os que receberam contribuições no Caixa 2.

Tudo indica
que a crise (política, econômica e institucional) que atravessa o país não vai passar rapidinho. Temos que torcer para que a volta à normalidade comece a bafejar o povo brasileiro a partir das eleições no final do ano vindouro. Sem mais tardar.

Se a política
no Distrito Federal está agitada, em Jales está uma calmaria. Os treze partidos coligados, que garantiram a eleição do prefeito com 100% dos votos válidos, nem se mexem. Os dois partidos da oposição, idem. Ninguém discute o presente e o futuro para o município.

No entanto,
o tempo passa e a vida continua. Os analistas políticos lá do botequim da vila não têm folga. Eles alertam que o carnaval passou e o ano começou de fato nas terras brasileiras. Quem tem compromissos, tem que enfrentar o batente para justificar o que ganha, para poder pagar os impostos e as contas.

A cidade
de Jales está recebendo o recape, graças ao financiamento feito pelo ex-prefeito Pedro Callado junto a empresa estatal Investe S/A que o contribuinte irá pagar. Anexo ao contrato de financiamento a relação dos trechos ou mesmo das ruas inteiras que vão receber a melhoria.

E o pessoal
lá do botequim da vila, sempre atento, já percebeu que um trecho de rua é feito aqui outro acolá e assim vai um longe do outro. Para os analistas lá do botequim, o gestor municipal deveria executar os serviços nas ruas mais próximas a área central eliminando o problema de uma vez por todas, e depois executar os serviços nas rua mais próximas da e na periferia.

E segundo
uma pessoa ligada ao sistema, o trecho entre a avenida Francisco Jalles e a rua 5 na avenida João Amadeu receberá o recape e, depois os serviços irão para a periferia. A rua Oito, em toda a sua extensão precisa receber 90% da melhoria. Será que vai ficar para depois?

O vereador
Kazuto Matsumura (PSB), escorregou na verborragia ao usar a tribuna na sessão de segunda-feira (13), ao rasgar elogios ao jornalista Luis Ramires por matéria sobre um requerimento de sua autoria.

Ramires
que é editorialista do Jornal de Jales, ouviu ao final da fala do vereador, agradecimentos ao jornal A Tribuna pela matéria. O político cada vez em quando da uma escorregadinha no afã de seu discurso.

Sem ligar
para crise, os fabricantes nacionais de cervejas artesanais se multiplicam. Eles capricham tanto na diversidade como na qualidade dos seus produtos e assim conquistam levas de novos clientes. Eles não ignoram a crise. Só não estão focados nela. Bom exemplo, focar nas possibilidades de sucesso e crescimento.

O vereador
Nivaldo Batista de Oliveira ( Tiquinho), do PSD, quer saber do prefeito Flá Prandi (DEM) se um convênio assinado com o Ministérios dos Esportes para implantação de iluminação em campos de futebol. Justifica o vereador que a Lei nº 4.598/2017 autorizou o Executivo a abrir Crédito Adicional Especial pasra tal, mas o prazo para a assinatura desse convênio está próximo do fim, o que acarretaria a perda da verba.

Não são
citados os campos de futebol que receberiam o benefício. Claro que tudo indica será para jogos à noite. Venhamos e convenhamos: com tantas outras prioridades....

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