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sábado, 18 de fevereiro de 2017

FOLHAGERAL

da redação
 
 
Alguém
 
vinculado à sinalização do trânsito da cidade de Jales bem que poderia explicar o porquê da placa de estacionamento proibido (acima), defronte a terrenos vazios e tomados por mato. Se um motorista estacionar seu carro ali, estará – no mínimo – desrespeitando a sinalização e dando péssimo exemplo.


Sinalizações
de trânsito e logradouros públicos devem ser motivos de cuidados constantes da parte dos responsáveis. Toda cidade deve estar sempre bem sinalizada. Assim, o trânsito de veículos e pessoas fica confiável, organizado e seguro. E a cidade se mostra mais acolhedora.

O provedor
da Santa Casa de Jales, Sebastião Júnior Ferreira, na sessão ordinária de segunda-feira (13), fez uso da Tribuna Livre da Câmara Municipal para expor a situação financeira da instituição e solicitou a composição de uma parceria com a Câmara.

Na sua fala,

na Câmara Municipal, Júnior Ferreira disse: "Em algumas localidades, as Santas Casas não existe mais; queremos tirar a nossa da enfermaria".

A prestação
de serviços na área de saúde da nossa região, felizmente, tem sido tratada com seriedade por parte das comunidades, líderes sociais e alguns parlamentares, que se prestam em colaborar. Emendas pró Jales, em sua maioria, são destinadas ao hospital. Se existem outros segmentos que ainda não apóiam a Santa Casa, precisam ser convocados.

No mês
de janeiro deste ano, o governo do Estado repassou para o município de Jales a quantia de R$ 3.435.227,13 referente ao IPVA de 2017. No ano passado, aproximadamente R$ 7 milhões foram injetados nos cofres municipais.

Enquanto
o dinheiro do IPVA – pago pelos proprietários de veículos automotores – era utilizado para quitar dívidas realizadas, a administração jalesense na gestão de Pedro Callado pediu dinheiro emprestado (pagando juros) para o recape das vias públicas onde transitam os veículos automotores. É uma incoerência que nunca deveria acontecer.

A 1ª. Câmara
do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, em sessão ordinária no último dia 07 de fevereiro, considerou irregular o Termo Aditivo celebrado em 30 de junho de 2010 entre a Prefeitura de Jales – quando o prefeito era Humberto Parini – e a empresa Ecopav, objetivando a "prestação de serviços de conservação de vias e logradouros públicos urbanos, com fornecimento de mão de obra, materiais, equipamentos, operação e manutenção do aterro sanitário".

As conversas
dos especialistas, lá no botequim da vila, giram em torno da força da política local de Jales. Nos tempos recuados, Jales era o centro das decisões regionais. Aos poucos, sua política forte veio perdendo espaço para banalidades. Hoje nem anda bem das pernas.

Falam por lá,
no botequim da vila, que três figuras conhecidas na política local (entre elas, dois ex-vereadores que não lograram êxito no último pleito eleitoral) aguardam chamada para assumirem cargos no staff do prefeito. Flá Prandi precisa de técnicos eficientes na sua administração, mas também de gente que sabe fazer boa política.

Na ordem
do dia – da 2ª. sessão ordinária do TCESP, realizada no último dia 8 de fevereiro – foi julgada a representação contra o Edital de Concorrência Pública nº. 02/2016 (processo nº. 72/2016), proposta em 19.10.2016 pela empresa Concreta Promissão Construções Ltda, objetivando a "execução de recapeamento asfáltico em C.B.U.Q. (Concreto Betuminoso Usinado a Quente) em diversas ruas do município, em regime de empreitada global, com aplicação de materiais, equipamentos e mão de obra". Resultado: arquivamento eletrônico por perda de objeto da representação em 14/02/2017.

Cada metro
quadrado de recape asfáltico custará R$ 22,59. Assim, os moradores da Rua São Paulo acreditam que, desta vez, o melhoramento chegará à frente dos seus imóveis, apesar da rua não constar da relação entregue na época da solicitação do empréstimo pelo prefeito Pedro Callado (PSDB) junto à agência Investe SP.

Os moradores
acreditam que o prefeito Flá Prandi não fará como aqueles que o antecederam na Prefeitura partir de 1996. Tiraram a rua do mapa urbano da cidade em termos de recape.

Na Avenida
Maria Jalles, entre a Rua das Palmeiras e a Rua 10, cinco são os bicos de luz apagados. Os reparos e substituições também não podem esperar na iluminação pública. A rotina tem que ser bem cumprida para não deixar as necessidades ganharem dimensão.

Épocas difíceis
não são apropriadas para ações arrojadas, para tentativas gloriosas. Mas são ótimas para reavaliações, desapegos, correções, organização e planejamento. Nessas épocas, rotinas saudáveis e pequenos êxitos podem significar muito quando os tempos bons voltarem. Isto é certo um e para todos, para o cidadão e para toda a comunidade.

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