Páginas

sábado, 11 de fevereiro de 2017

FOLHAGERAL

da redação

Observe com



 
atenção as duas placas de estacionamento preferencial, acima. Você percebeu qual a diferença entre as duas? Isso mesmo. A placa da esquerda sinaliza o tempo máximo permitido para o usuário estacionar o seu veículo. A placa da direita não sinaliza o tempo máximo, permitindo que o usuário estacione seu veículo pelo tempo que quiser.


As placas
de estacionamento preferencial não pertencem à mesma cidade. Se o leitor achar que a da esquerda pertence a São José do Rio Preto e a da direita pertence a Jales, estará correto. Resta saber se em Jales houve um descuido ou se houve um propósito.

Todos nós,
cidadãos que somos, temos que aprender a cuidar bem da nossa cidade. Quando alguém aponta alguma coisa que precisa ser arrumada pela autoridade competente, está fazendo uma obrigação. Em especial, os vereadores precisam se acostumar a cobrar do Executivo as providências necessárias, como sobre as sinalizações urbanas.

A lei diz
que um tal percentual de vagas de estacionamento deve ser reservado para deficientes e idosos. Não diz que é por tempo ilimitado. Quanto ao limite de tempo, a vaga deve ser aproveitada pelo melhor número possível de usuários.

Como quase
tudo na vida, não existe uma providência única e definitiva para a organização de uma cidade. É preciso fazer experiências, acertar várias vezes e mudar sempre que for preciso. É para isso que sempre vai haver pessoas escolhidas para desempenhar estes trabalhos.

No início
desta semana, ali na Praça João Mariano de Freitas (Rua 8 e quase esquina da Rua 9), um fato foi observado pelas pessoas das lojas próximas e que circulam por ali. Um veículo marca Ford ficou estacionado na vaga para idosos, praticamente o dia todo. Sem limite de tempo e sem a fiscalização para supervisionar.

A inadimplência
dos consumidores teve alta de 3,9% em janeiro, na avaliação dessazonalizada contra dezembro, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC. Na avaliação acumulada em 12 meses (fevereiro de 2016 até janeiro de 2017, frente aos 12 meses antecedentes) houve retração de 1,9%. Já quando comparado o resultado de janeiro contra o mesmo mês de 2016, houve retração de 4,7%. Menos mal.

O contribuinte
jalesense, proprietário de imóvel urbano, que aguarda ansiosamente pelo recape de sua rua, tendo em vista os R$ 4 milhões do empréstimo feito pelo Município junto à agência Investe SP para a tal melhoria, não fique muito esperançoso.

Quando
do pedido do empréstimo, foi anexada ao mesmo quais as vias públicas a receber o recape. Algumas ruas, que agora sabemos que estão em estado calamitoso para o tráfego de pedestres e veículos, não estão na lista.

Fica assim:
quem recebeu a pavimentação asfáltica de graça, recebe o recape de graça. Quem pagou pelo benefício, mesmo décadas atrás, não vai receber o recape e ainda vai pagar o empréstimo feito pelo Município.

O presidente
Michel Temer tomou posse no dia 31 de agosto de 2016 para dirigir o Brasil (por dois anos e quatro meses) até o dia 31 de dezembro de 2018. Além de ter nas mãos um governo quebrado, ele e membros da sua equipe estão citados na Operação Lava Jato. E o tempo corre.

Há turbulências
escandalosas no Senado e na Câmara Federal, também por conta de denúncias da Operação Lava Jato. O sistema penitenciário brasileiro está um caos. O Estado do Rio de Janeiro está arruinado. Vitória, capital do Espírito Santo, vive um apocalipse.

Os administradores 

dos Estados e Municípios, que não estão conseguindo pagar suas contas, tem menos a lamentar. Eles não estão sendo engolidos por um furacão. E se tiverem juízo, não correrão o risco de ter que dividir uma cela de 15 metros quadrados com outros seis presos.

Infelizmente,
esta é a verdadeira e triste realidade do nosso Brasil. Lamentar é preciso, mas sem entregar os pontos, sem duvidar que esse tempo ruim será superado. Daqui a vinte meses, em outubro de 2018, vai ter novas eleições federais e estaduais. Um alento. Uma esperança.

O jornal
Folha da Região, de Araçatuba, divulgou que a Prefeitura pagou de uma só vez R$ 766.634,41 de rescisões aos 18 ex-secretários da gestão de Cido Sério (PT). As exonerações e pagamentos foram feitos em dezembro do ano passado, quando o petista encerrou seu governo. Os dados obtidos pela reportagem constam no Portal da Transparência do município.

Segundo
o site, o ex-titular de pasta que mais recebeu ao ser exonerado foi Éderson da Silva, que comandava o Planejamento Urbano e Habitacional. Foram R$ 100.417,33 brutos. Ele foi um dos secretários mais longevos da gestão de Cido, sendo admitido em julho de 2010, quando o petista estava no segundo ano de governo.



Nenhum comentário:

Postar um comentário