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sábado, 30 de julho de 2016

FOLHAGERAL

da redação


A política


na terra de Euphly Jalles está derretendo como manteiga na chapa quente alimentada pelo calor de acontecimentos de arrepiar os cabelos. Na busca de apoio para suas candidaturas, há políticos jogando de forma torta, sem refletir na qualidade das suas ações.



Atitudes
inadequadas não são necessárias e não geram bons frutos. Basta lembrar os casos de mediocridade política da história de Jales. Se hoje o ambiente político está confuso e complicado, eis a boa oportunidade de se destacar por fazer o melhor para o coletivo.

No acender

das luzes da convenção do PP Jales, terça-feira (26 julho), uma surpresa aos presentes. Um ofício assinado pelo presidente regional do PP Guilherme Mussi e pelo deputado federal Fausto Pinato proibia a coligação do partido com o DEM e com o PT. Eles (do diretório regional), haviam sem uma justa causa, decretado a intervenção no PP de Jales Isso cheirou a golpe.


Só que,
na segunda-feira (27/07) a juiza Claudia Lúcia Fonseca Fanucchi deferiu liminar em Mandado de Segurança a favor do PP jalesense, determinando a imediata suspensão da intervenção do Diretório Regional no Diretório Municipal de Jales "e permitindo a realização da Convenção Partidária já designada". A convenção já estava marcada para a terça-feira (26 de julho 2016).


Como não
havia contestação à determinação da juíza Claudia Lúcia, o PP de Jales estava ordenado juridicamente para realizar sua convenção e livre para decidir sobre a pauta da reunião que seria a coligação com o DEM de Flá Prandi.


O PT
vai lançar sete candidatos a vereador (5 homens e 2 mulheres) r se coligar com os demais partidos que apoiam Flá e Garça para conquistar vaga no Legislativo.


Lá no botequim
da vila, os analistas políticos discutem se os pepistas jalesenses vão engolir o espinho ou ficar com ele atravessado na garganta com aqueles que aportaram na última hora na agremiação e não ajudaram o PP a sair do isolamento em que se encontrava


Nos bastidores
o assunto principal é como um político, no caso o prefeito Pedro Callado, consegue congregar a seu desfavor quase 100% dos partidos políticos constituídos no município e lideranças comunitárias. Com o prefeito, fora o PSDB, assina apoio o PV do pré-vice Bixiga. O PP mesmo se for derrotado pelos pseudos pepistas, seus membros vão apoiar Flá e Garça. Quer dizer, Callado fica com o sigla sem conteúdo.


Outra questão
partidária deve ser levada em conta. Ante os fatos que ocorrem, dentro do PSDB cresce a possibilidade do partido entrar na campanha, desgastado e enfraquecido com tantos erros políticos cometidos. Se o partido não reverter a situação, pode até sucumbir sem forças antes de chegar à praia.


É vergonhoso
onde chegam os atos intencionais dos políticos na luta por seus interesses, até pedindo intervenção em diretório para alcançarem seus objetivos. Isso é lastimável para um município com pouco fôlego para o desenvolvimento.


Sem dúvida,
um mote importante nesta campanha eleitoral será: casas populares. Os candidatos majoritários vão ter que explicar porque nestes últimos quatro anos não houve conquistas dessas moradias em Jales como em outras cidades da região. Santa Fé do Sul foi agraciada com 252 casas no valor de R$ 25 milhões.


Gestora na
área de saúde do Município de Mesópolis, Inês de Oliveira Paula vai ser homologada na convenção do seu partido (PSD), hoje (30 de julho), como candidata a prefeita. Ela terá como vice também uma mulher. Juntas, prometem não dar moleza aos adversários. 


Em Aspásia
o pleito começa a esquentar. Fora da disputa, o ex-prefeito Elias Roz Canos "Lia do Bar" (PSDB) tentou uma união com Vanderlei Conejo (PT) numa chapa majoritária. Quem ficou incomodado com essa quase decisão é o atual prefeito Josué Eduardo de Assunção "Calango" (DEM), que teve o apoio do seu criador político, Elias Roz Canos, no pleito passado. Quem padeceu politicamente na administração Lia opinou contra a união.


Um assunto
muito comentado que vem desde a última eleição municipal e sobre o qual sempre pairou dúvidas, é que, se os pré-candidatos Flá Prandi (DEM) e José Devanir Rodrigues "Garça" (PMDB) vencerem a eleição e assumirem o Executivo, o vice Garça não poderia assumir o cargo de prefeito quando Flá Prandi se afastasse do cargo por qualquer motivo.


Nesta
quinta-feira (28 de julho) Garça informou ao jornal que está afastado temporariamente, tanto do Cartório como da Santa Casa, em virtude de sua pré-candidatura a vice. Caso sua chapa vença a eleição, Garça explicou que – como Tabelião vitalício – se venha a assumir o cargo de prefeito terá que se licenciar do cargo. Explicado o caso, acabam-se as dúvidas em relação ao assunto.


Pessoas
ligadas diretamente a Marynilda Cavenaghi Nacca não afirmam se ela será candidata a vereadora nas eleições de outubro, mas acreditam que ela não resistirá um novo chamado do PMDB. A convenção peemedebista é neste domingo. Em 2012, Marynilda obteve 829 votos, mais do que receberam sete candidatos eleitos naquele pleito. Naquele ano o PMDB não se coligou. Achou que pelo menos um vereador faria. Ficou a lição.

A ex-prefeita
Nice Mistilides, presidente do PTB, ainda o maior partido político em Jales, confirmou a informação desta coluna de que seu partido lançaria candidatos a vereador. O PTB está negociando coligação com o DEM de Flá Prandi, e deve se concretizar na convenção de sexta-feira.

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