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sábado, 11 de junho de 2016

Juiz decretou na 5ª feira, a prisão preventiva do advogado Colavite

O juiz Adilson Baloti, da 5ª Vara da Comarca de Jales, aceitou os argumentos do Ministério Público e decretou, nesta quinta-feira, 9 de junho, às 18 horas, a prisão preventiva do advogado Clayton Pereira Colavite, de 32 anos, acusado de matar na noite de quarta-feira (08/06), em seu escritório, o seu cliente, o comerciante João Antonio Padula, 53 anos, de São Francisco. A defesa do advogado disse que iria recorrer da decisão judicial. 

O comerciante João Antonio Padula (foto) havia contratado Clayton Colavite como advogado de defesa em um processo de crime ambiental, referente a uma propriedade rural da qual era dono.

Os dois se desentenderam durante a conversa e segundo se noticiou Padula teria dado uma "gravata" por trás no advogado, e este, ao se defender, golpeou o pescoço do cliente com uma caneta e depois atingiu-o novamente na cabeça com um martelo. Ele morreu no local.

A Polícia Civil tomou conhecimento do caso aproximadamente as 3 horas da madrugada. O autor teria avisado sua esposa, que falou com um policial amigo da família. Ele foi preso em flagrante e autuado por homicídio simples, cuja pena é de 6 a 12 anos prisão

Em depoimento, Colavitte disse que a briga começou por causa do resultado negativo de um processo movido contra Padula, e o cliente passou a agredi-lo e chegou a imobilizá-lo com uma "gravata".

O advogado então pegou uma caneta que estava na mesa e atingiu o lado direito do pescoço de Padula, causando sangramento intenso. Ainda na versão de Colavitte, mesmo ferido, Padula tentou agredi-lo. O advogado pegou um martelo que estaria perto da mesa e desferiu golpes contra o comerciante.

Padula foi vereador em São Francisco por duas legislaturas entre 1997 e 2004. O corpo de Padula foi enterrado nesta sexta-feira 10/06), em São Francisco.

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