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sábado, 14 de maio de 2016

FOLHAGERAL

A coisa


está mesmo feia para administração municipal de Jales. Falta dinheiro no caixa, as dívidas aumentam e a esperança seria a liberação dos esperados 50% de R$ 8 milhões. Não é só uma questão de crise que o país atravessa. A situação é histórica na Prefeitura.

Além dos


atrasos de pagamento dos fornecedores, prestadores de serviços e outros, a Prefeitura de Jales reserva espaço (dezembro/2015) na mídia imprensa, pede a emissão de nota fiscal não faz a publicação e nem dá satisfação, mesmo sendo lembrada. É lamentável o ponto em que chegou a administração municipal jalesense.

Nos bastidores


da política local, reina a dúvida entre os petistas se nesta altura dos acontecimentos será viável o lançamento de uma pré-candidatura ao executivo, visando o pleito de outubro. Para alguns companheiros, o ideal seria apenas lançar uma chapa de nomes fortes à vereança. Assim, o partido manteria o seu espaço no Legislativo.

O vereador


Claudir Aranda, que deve deixar a vida política no final do seu mandato, que saber do prefeito Pedro Callado sobre a possibilidade de venda da área do Estádio Municipal Dr. Roberto Valle Rollemberg. A população é favorável à venda daquele Jurassic Park, de acordo com levantamento realizado pela administração municipal.

No juízo


do vereador Aranda, o dinheiro de possível venda do estádio poderá ser investido num campo de futebol menor e melhor, e ainda beneficiar outras praças esportivas. Mas, acredite-se, meia dúzia de esportistas sistemáticos se colocam contrários à ideia. E a turma que faz média política se cala.

O Jalesense


Atlético Clube não estreia hoje (sábado, 14), na Taça Paulista, como foi anunciado, organizada pela Liga de Futebol Paulista, mas sim no dia 3 de junho, contra o Corinthians, lá na cidade de Presidente Prudente. Nos bastidores, as conversas dão conta que os vereadores podem questionar o prefeito Callado se a prefeitura está investindo no clube.

Jogar


em Presidente Prudente o clube terá dispêndio com transporte e alimentação e outras coisas mais. Se não for ofensivo perguntar: quem vai pagar as despesas, já que o patrocinador não está mais no clube?

Ao que


tudo indica, a pré-candidatura do vereador Nivaldo Batista de Oliveira (DEM), o Tiquinho, está para decolar. Alguns empresários jalesenses estiveram reunidos com o parlamentar para discutir um nome para vice na chapa e até colocaram em cima da mesa o nome de uma pessoa conhecidíssima no município.

Um desejo


justo é acalentado pelos amigos e companheiros de Francisco Valdo de Albuquerque, que estiveram juntos no Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais, do qual ele foi o idealizador. É ver o seu nome dado à sede do Sindicato ou ao prédio do Instituto Municipal de Previdência, que também foi construído durante a sua excelente gestão frente ao órgão. A homenagem será integralmente merecida.

O vereador


Nenê do Petshop quer saber o porquê da administração municipal em não contratar uma empresa especializada para executar a famosa operação "tapa buraco" para amenizar as falhas no asfalto das ruas da cidade, já que a administração alega falta de recursos para recape ou tapa buraco. Afirma que esta operação desperdiça material por que é realizada de forma inadequada. "Em pouco tempo, o material se deteriora e os buracos ressurgem".

Diz o vereador


Nenê que as técnicas adequadas para tapar buracos no pavimento asfáltico das vias urbanas permitem resultados melhores e mais duradouros, além do que as operações tapa buracos realizadas com equipamentos, técnicas e material adequados podem potencializar o aproveitamento dos parcos recursos financeiros disponíveis, corrigindo os problemas do asfalto pontualmente, evitando desta forma o recapeamento em trechos dos quarteirões onde o asfalto está em bom estado.

Na manhã


desta quinta-feira (12), o plenário do Senado Federal aprovou a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. A oposição precisava de 41 votos para a aprovação. Venceu folgada com o placar de 55 votos a favor e 22 votos contra. No mesmo dia, a presidente Dilma foi afastada por até 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assumiu a presidência em exercício.

O processo


de impeachment vai prosseguir no Senado Federal, cumprindo etapas, até o julgamento final em plenário dentro do prazo de 180 dias. Para a aprovação final do impeachment, a oposição vai precisar de 54 votos. Isto poderá ser possível, pois a oposição já emplacou 55 votos na primeira votação da quinta-feira (12).

O futuro


de Dilma Rousseff (PT) está nas mãos de Michel Temer (PMDB). Se Michel Temer fizer um governo que ganhe a confiança do povo e dos senadores, não vai perder nenhum voto dos já conquistados no Senado. Se, no julgamento final, emplacar 55 votos novamente, fará Dilma dançar, dando um voto de lambuja, pois bastariam 54 votos.

Observadores


dizem que o impeachment poderá acontecer ou não no julgamento final. Mas acham mais provável que aconteça. Se, de fato, acontecer, Dilma Rousseff perderá o mandato e ainda ficará inelegível por 8 anos. No fim desses 8 anos, terá 76 anos de idade.

É triste


e constrangedor, mas um tanto cômico. Na quinta-feira (12), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi exonerado do cargo de Chefe do Gabinete Civil pela presidenta Dilma Rousseff, sem ter sequer assumido a função. Um efeito colateral do processo de impeachment. Lula é a grande estrela do PT. Mas hoje, aos 70 anos de idade, corre o risco de ir parar nas mãos do juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato.

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