Não existe sofrimento maior do que a dor de perder um filho... Não entendo os nossos irmãos que combatem esse tipo de intercâmbio com o Mundo Espiritual; eles se esquecem de que os que partiram também desejam o contato... O médium, sem dúvida, pode, em certas circunstâncias, rastrear o espírito, mas, na maioria das vezes, é o espírito que vem ao médium... O trabalho da Espiritualidade é intenso. Para que um filho desencarnado envie algumas palavras de conforto aos seus pais na Terra, muitos espíritos se mobilizam... Isto não é uma evocação. Não raro, são os próprios filhos desencarnados que atraem os seus pais aos centos espíritas; desejam dizer que não morreram, que continuam vivos na Outra Dimensão, que os amam e que haverão de amá-los sempre... Digo-lhes que, como médium, essa tarefa das cartas de consolação aos familiares em desespero na Terra, foi o que sempre mais me gratificou... Esta coluna tem o patrocínio e responsabilidade da
Associação Espírita "Chico Xavier" de Jales.

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