Dançou
A ex-prefeita Ana Bin, de Fernandópolis, que foi denunciada por fraude em licitação pública pelo Ministério Público do Estado, teve indeferido um pedido de liminar em Habeas Corpus, na 3ª feira, 31 de maio, pela ministra Ellen Gracie, do STF .O caso da ex-prefeita de Fernandópolis é mais novo que o caso Facip 97 de Jales que faz 11 anos.
Pelo caminho
A ex-prefeita Ana Bin foi convidada pelo ex-deputado Vadão Gomes para ingressar no PP para concorrer ao pleito de 2.012 pelo partido. Se a Ficha Limpa valer para a eleição municipal do próximo ano, ela pode se tornar inelegível.
Falando em Facip
De acordo com o link acompanhamento processual no site do Supremo Tribunal Federal, no campo andamento, o recurso especial no AI 692428 no dia 31 de maio é apontado como prejudicado. A juiza Renata Longo Vilalba Serrano Nunes, da comarca de Jales havia solicitado o ministro Joaquim Barbosa, do STF, relator do processo, se o recurso estava prejudicado. Nesse caso...
Que agonia é essa
Na quarta-feira, 1° de junho, o corréu no processo Facip 97 Humberto Parini, entrou com uma petição junto ao STF substabelecendo poderes a outro advogado, provavelmente para ganhar tempo, já que o titititi aponta que não cabe mais recurso junto ao órgão. A petição n° 31277/2011 de 01/06/2011de entrada às 13h24m56s de quinta-feira, de 2 de junho, na Seção de Agravos de Instrumentos do STF.
Que agonia...
Como diz o trecho inicial da música Agonia, de Oswaldo Montenegro
"Se fosse resolver
iria te dizer
foi minha agonia
Se eu tentasse entender
por mais que eu
me esforçasse
eu não conseguiria..."
Nos cantos
Enquanto isso a população vive a ansiedade do desenlace jurídico que já se vai para mais de uma década e tira a suas próprias conclusões do fato.
No STJ
Deu entrada na 3ª feira no Superior Tribunal de Justiça, Agravo em Recurso Especial interposto pelo vice-prefeito Barcinho Ormaneze, de Vitória Brasil, contra decisão do TJ-SP que rejeitou os embargos em uma ação de improbidade administrativa que lhe foi movida pelo Ministério Público por contratações irregulares em 2002 e 2003 quando era prefeito daquele município.
Queda no preço
Nos últimos cinco anos, o número de usuários de mototáxi em Rio Preto subiu de 15.750 para 30 mil por dia. Um aumento de 90,4% no período. O crescimento é referente apenas aos profissionais legalizados. O valor de uma viagem de mototáxi varia entre R$ 4 e R$ 12, mas esses valores estão prestes a mudar, pois a lei que estabelece a instalação do motocímetro está em vigor há cinco meses, mas o prazo para a regularização ainda não foi definido. Assim como os taxistas, a classe irá cobrar a corrida de acordo com a quilometragem. A princípio, o valor da bandeirada será de R$ 2, mais R$ 1 a cada quilômetro rodado, como explica ao Líder Notícias o presidente do SINDIMOTO – Sindicato dos Motociclistas de Rio Preto e região, Marcos Rogério Fanelli.
Em Jales, nada
Em compensação em Jales, a regulamentação da atividade de mototáxi, segundo os mototaxistas que acompanham o desenrolar da legalização, tudo continua na mesma: nem no papel.
De fato
Venhamos e convenhamos, como diz as raposas lá no botequim da vila, a cada tsunami anunciando a queda de Parini, os puxassacos e os arrogantes da administração municipal ficam apuradinhos que nem agulha passa, visto que a convivência com a massa fora do poder, não será nada harmoniosa. Também pudera, criaram um monte de regras próprias no Paço Municipal que só eles explicam. E como explciar aqui fora?.
Imponderável
A nota distribuída pelo Paço Municipal contestando a divulgação por órgãos de imprensa da possível inegilibidade do prefeito Humberto Parini, quem a recebeu - a Folha Noroeste não – e não recebeu mas leu, diz é totalmente incompreensível. Não fala nada com nada e tenta justificar o injusticável
Nada se cumpre
Depois não querem que faça criticas e digam que a cidade está às traças. A fiscalização no trânsito está muito aquém daquela que um dia foi temor dos motoristas incautos e irresponsáveis. Não só no centro, na periferia então ninguém aguenta a falta de respeito. Em ruas com estacionamento em dias alternados da semana, não existe respeito. Fiscalização então...
E daí
E a Resolução n° 38 de 21 de maio de 1.998, que dispõe sobre a identificação das entradas e saídas dos postos de gasolina, oficinas mecânicas, estacionamentos e ou/ garagens de uso coletivo, faz quase (ou já fez?) um ano que a Secretaria Municipal de Planejamento e Trânsito enviou a notificação aos proprietários das empresas para as providências, mas não os orientou como deveria ser o sistema. O problema é político. Não querem criar rixas, que venham afetá-los numa eleição.
No Clube do Ipê
O pessoal do botequim da vila esteve comentando esta semana que a Prefeitura de Jales alugou a estrutura do Clube do Ipê para ali instalar a Secretaria Municipal de Esportes, Cultura e Turismo. Para lá vão as escolinhas, pessoal da 3ª idade, etc, etc e etc. Também vai se mudar para lá Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. Disseram que o aluguel é pago há dois meses, mas não disseram quanto é seu valor. No século da globalização, a administração petista decide pelo distanciamento do contribuinte.
Veículos de som
Quem está sofrendo com som alto dos veículos propaganda é o pessoal da periferia. Depois que foram proíbidos de circular pelo centro da cidade fazendo propaganda, eles foram para os bairros e por lá detonam os tímpanos do moradores com o som acima do que se pode permitir. Depois se escreve, os responsáveis não gostam. Não são eles que ficam por aí aguentando. Centenas de cidades estão proibindo esset tipo de veiculação.
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