Foi instalada oficialmente no início da tarde desta terça-feira (1/3) a Comissão Especial da Reforma Política. Com 40 deputados federais indicados pelos líderes das bancadas de partidos que compõem a Câmara, entre eles Edinho Araújo pelo PMDB, a comissão terá 180 dias para discutir cerca de 100 projetos de reforma na Câmara dos Deputados.
Além do presidente da Câmara, deputado Marco Maia, estiveram presentes o presidente do Senado, José Sarney, o vice-presidente da República, Michel Temer, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ayres de Brito, e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowski.
“A instalação de uma comissão para discutir a reforma política na Câmara e no Senado indica a importância do tema para os parlamentares recém-eleitos”, disse o presidente da Câmara, deputado Marco Maia, registrando que o Senado também instalou uma comissão especial para discutir o tema.
De um total de cinco deputados indicados pelo PMDB, o deputado Edinho Araújo afirmou que “é uma grande responsabilidade perante o Brasil compor a comissão especial de Reforma Política, já que é um tema aguardado por todos, por ser a principal reforma”. Edinho disse pretende apresentar propostas concretas para uma grande reformulação política, “tão esperada pelos brasileiros”.
Edinho Araújo encampa a tese do presidente do PMDB, Michel Temer, por uma reforma política em duas etapas, com as alterações mais urgentes aplicadas já em 2014 e regras mais completas para 2018. Entre as propostas, está o voto majoritário para a eleição legislativa, acabando assim com as siglas de aluguel. Pela proposta, os candidatos mais votados, pela ordem, seriam considerados eleitos. Outro ponto defendido é a implantação do voto distrital misto.
O vice-presidente da República, Michel Temer, sugeriu durante a comissão especial que as discussões sobre a reforma política não demorem muito e que o tempo das comissões seja gasto com negociações. Segundo elem os partidos políticos precisam fazer discussões internas e chegar a uma posição. “Nas outras oportunidades em que a reforma foi discutida, havia quase uma reforma para cada deputado. É preciso trazer para o Plenário um consenso”, afirmou Michel Temer.
Além de deputados federais do PMDB, a Comissão Especial que discutirá a reforma política vai ainda com representantes do PT, PSDB, PP, DEM, PR, PSB, PDT, bloco PV e PPS, PTB, PSC, PCdoB, PRB, PMN, PTdoB, PHS e Psol.
Além do presidente da Câmara, deputado Marco Maia, estiveram presentes o presidente do Senado, José Sarney, o vice-presidente da República, Michel Temer, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ayres de Brito, e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowski.
“A instalação de uma comissão para discutir a reforma política na Câmara e no Senado indica a importância do tema para os parlamentares recém-eleitos”, disse o presidente da Câmara, deputado Marco Maia, registrando que o Senado também instalou uma comissão especial para discutir o tema.
De um total de cinco deputados indicados pelo PMDB, o deputado Edinho Araújo afirmou que “é uma grande responsabilidade perante o Brasil compor a comissão especial de Reforma Política, já que é um tema aguardado por todos, por ser a principal reforma”. Edinho disse pretende apresentar propostas concretas para uma grande reformulação política, “tão esperada pelos brasileiros”.
Edinho Araújo encampa a tese do presidente do PMDB, Michel Temer, por uma reforma política em duas etapas, com as alterações mais urgentes aplicadas já em 2014 e regras mais completas para 2018. Entre as propostas, está o voto majoritário para a eleição legislativa, acabando assim com as siglas de aluguel. Pela proposta, os candidatos mais votados, pela ordem, seriam considerados eleitos. Outro ponto defendido é a implantação do voto distrital misto.
O vice-presidente da República, Michel Temer, sugeriu durante a comissão especial que as discussões sobre a reforma política não demorem muito e que o tempo das comissões seja gasto com negociações. Segundo elem os partidos políticos precisam fazer discussões internas e chegar a uma posição. “Nas outras oportunidades em que a reforma foi discutida, havia quase uma reforma para cada deputado. É preciso trazer para o Plenário um consenso”, afirmou Michel Temer.
Além de deputados federais do PMDB, a Comissão Especial que discutirá a reforma política vai ainda com representantes do PT, PSDB, PP, DEM, PR, PSB, PDT, bloco PV e PPS, PTB, PSC, PCdoB, PRB, PMN, PTdoB, PHS e Psol.
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