Riva Rodrigues solicita informações às secretarias competentes sobre o estado de conservação do Sistema de Lazer “Laurindo Palminonde”, no São Lucas

foto/reprodução

 Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Jales, realizada na segunda-feira, 19 de outubro, foi aprovado por unanimidade  requerimento apresentado pelo  vereador Rivelino Rodrigues (PP),  solicitando informações às Secretarias Municipais de Esportes e Lazer, e a  de Obras, Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano, qual a situação de conservação do Sistema de Lazer “Laurindo Palminonde”, localizado no Jardim Residencial São Lucas que, segundo o parlamentar, o estado de conservação  da área de lazer é “ crítico”.

Também disponibilizou registros fotográficos do local feitos no dia 12 de outubro, que mostram: placa de identificação do local danificada; acúmulo excessivo de folhas aos pés da figueira, ambiente propício para criadouro de escorpiões, aranhas e outros insetos; portões delimitadores de espaços quebrados, arrancados e alguns, destruídos; alambrados destruídos em parte, com arames soltos, postes quebrados e risco de acidentes; padrão de energia sem nenhuma proteção, com claro risco de acidente elétrico; traves de futebol de salão em estado precário; tabela de basquete totalmente destruída, e construção feita ao lado da quadra, trazendo risco de acidente.

Mais um ponto mencionado foi que a comunidade local “deve ser chamada à responsabilidade para auxiliar na conservação do lugar, que é do povo e foi construído para levar alegria e bem-estar” de moradores daquela região.

Ainda, o edil afirmou que, da forma em que o Sistema de Lazer “Laurindo Palminonde” se encontra, “acidentes podem acontecer com as pessoas que se utilizam daquele espaço, principalmente as crianças”.

A partir disso, Rodrigues perguntou, na propositura quais medidas de urgência as Secretarias Municipais de Esportes e Lazer, e de Obras, Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano pretendem adotar/tomar, “diante da péssima situação de conservação” em que se encontra o local.

Outra dúvida foi se, depois de realizadas as reformas e adequações, seria possível chamar a população das redondezas para auxiliar na manutenção, vigilância e conservação do local “para se evitar novamente a depredação desse patrimônio do povo”.

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