parabéns o prefeito Luis Henrique (PL) em ter recuperado o prédio da antiga Estrada de Ferro Araraquarense (EFA) para servir de abrigo a eventos internos e externos. começando pelo Festival de Teatro.
Está de
parabéns o prefeito Luis Henrique (PL) em ter recuperado o prédio da antiga Estrada de Ferro Araraquarense (EFA) para servir de abrigo a eventos internos e externos. começando pelo Festival de Teatro.
As salas
do prédio - reformadas e adequadas - podem servir para reuniões e palestras, tornando o local um centro de convenções.
Vê-se,
que pequenos e médios eventos são realizados no Teatro Municipal Ismael Tonholi ou no Plenário Tancredo Neves, da Câmara Municipal – comodidade gratuita.
A área
externa do prédio - amplo e espaçoso – da estação ferroviária, é um ótimo local para eventos a céu aberto, tirando-os da praça Dr. Euphly Jalles antes que ela fique totalmente deteriorada, e a população sujeita a arcar com os prejuízos causados por uns pouco.
Deixar
atrasar os vencimentos dos aposentados e pensionistas do município é um ato inaceitável. Como o Poder Legislativo Municipal que representa essa parcela da população permite que isso aconteça? É lamentável.
No
primeiro turno das eleições (4/10), os três candidatos a deputado estadual pelo município de Jales, conquistaram nas urnas da sede da 152ª Zona Eleitoral um total 5.197 votos.
O município
possui 36.025 eleitores cadastrados e aptos, mas compareceram às urnas para votar 28.481 eleitores.
Destes,
descontam 3.516 aqueles que vão à cabine indevassável para apertar a tecla do n ou do b. Então, sobram 24.965 eleitores que compareceram “livremente” para votar.
Como
os três candidatos tiveram dos eleitores jalesenses 5.197 votos, os demais, claro, 18.768 votos foram para os candidatos representantes de outros municípios e regiões.
Lembrando
que os três candidatos de Jales obtiveram juntos em outros munícipios 3.310 votos.
O eleitor
deposita seu voto, ou melhor, sua confiança em determinado candidato e ajuda-o a se eleger mas não cobra beneficios para seu município.
E repete
a dose, quatro anos depois.
Aquela
frase de que Jales ter o seu próprio candidato a deputado estadual está cada vez mais longe não é apenas uma frase de efeito. É a realidade.
Depois
de 1974, Jales teve bons nomes como candidatos a deputado estadual, mas não conseguiram o apoio total do eleitor jalesense.
Só
para citar,o candidato de 2018, Luis Hneiruqe Moreiram atual prefeito, seria ótimo representante para Jales na Alesp.
Os caça
tiveram mais credibilidade e receberam a maioria dos votos.
A primeira guerra
citada na Bíblia Sagrada encontra-se no Primeiro Livro (Gênesis), Capítulo 14. É a Guerra dos Nove Reis, travada na região do Mar Morto, bem antes de Cristo. Nela, uma aliança de 4 reis lutou contra outra aliança de 5 reis.
Naquele tempo,
os reis governavam as cidades-estados, com legislação, economia e exército próprios. Foi uma guerra política, apesar de muito antiga. Nela houve alianças estratégicas, disputa por tributos, rotas comerciais e riquezas naturais.
Tempos após,
grandes conquistadores formaram vastos impérios, expandindo seus territórios. Entre eles se destacaram Gengis Khan (o Mongol), Alexandre (o Grande), Átila (o Huno), Napoleão Bonaparte (nascido na Ilha de Córsega/França).
Esses homens
se notabilizaram como estrategistas militares e líderes políticos. Mas erraram em pensar que seus impérios se tornassem eternos. Adolf Hitler, líder na Alemanha nazista, imaginou construir um império de mil anos. Mas o regime durou apenas 12 anos.
No auge da
Revolução Industrial na Europa, entre 1848 e 1867, os pensadores Karl Marx e Friedrich Engels lançaram o Comunismo como uma ideologia oposta ao Capitalismo. Favoreceram a Revolução Russa de 1917 e a instituição do bloco soviético de 15 países.
Para os líderes
soviéticos, a URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), a maior extensão territorial do planeta, tornou-se uma realidade permanente. No entanto, entre a Revolução Russa de 1917 e a dissolução da URSS em 1981, passaram-se 64 anos.
Nós podemos
afirmar que a política existe desde o começo da humanidade. No entanto, também podemos afirmar que os acontecimentos políticos chegam, acontecem e desaparecem, ficando no passado histórico.
Aqui no Brasil,
ninguém mais se importa hoje com o que aconteceu com as eleições presidenciais de 1989, em que Fernando Collor venceu Lula da Silva. Nem com as eleições presidenciais de 2010, em que Dilma Roussef venceu José Serra.
Nestas eleições
(2026), os cidadãos que transpiram política se desesperam. Há os que apontam Lula (PT) como um risco de desastre econômico ao país. E há os que apontam Flávio Bolsonaro como um risco desastre institucional ao país.
Mas é preciso
levar em conta o que a história mostra. A política oscila, de um lado para outro, enquanto segue em frente. Nenhum líder ou grupo político terá condições para se apossar do poder e manter o controle da nação indefinidamente.
Não é prudente
o eleitor se deixar levar por influenciadores agourentos que anunciam sofrimentos coletivos nacionais insanáveis. Isto só serve para causar medo e gerar ódios. O remédio é manter a paz e o otimismo. Porque todos os dias o futuro traz boas surpresas.
As salas
do prédio - reformadas e adequadas - podem servir para reuniões e palestras, tornando o local um centro de convenções.
Vê-se,
que pequenos e médios eventos são realizados no Teatro Municipal Ismael Tonholi ou no Plenário Tancredo Neves, da Câmara Municipal – comodidade gratuita.
A área
externa do prédio - amplo e espaçoso – da estação ferroviária, é um ótimo local para eventos a céu aberto, tirando-os da praça Dr. Euphly Jalles antes que ela fique totalmente deteriorada, e a população sujeita a arcar com os prejuízos causados por uns pouco.
Deixar
atrasar os vencimentos dos aposentados e pensionistas do município é um ato inaceitável. Como o Poder Legislativo Municipal que representa essa parcela da população permite que isso aconteça? É lamentável.
No
primeiro turno das eleições (4/10), os três candidatos a deputado estadual pelo município de Jales, conquistaram nas urnas da sede da 152ª Zona Eleitoral um total 5.197 votos.
O município
possui 36.025 eleitores cadastrados e aptos, mas compareceram às urnas para votar 28.481 eleitores.
Destes,
descontam 3.516 aqueles que vão à cabine indevassável para apertar a tecla do n ou do b. Então, sobram 24.965 eleitores que compareceram “livremente” para votar.
Como
os três candidatos tiveram dos eleitores jalesenses 5.197 votos, os demais, claro, 18.768 votos foram para os candidatos representantes de outros municípios e regiões.
Lembrando
que os três candidatos de Jales obtiveram juntos em outros munícipios 3.310 votos.
O eleitor
deposita seu voto, ou melhor, sua confiança em determinado candidato e ajuda-o a se eleger mas não cobra benefícios para seu município.
E repete
a dose, quatro anos depois.
Aquela
frase de que Jales ter o seu próprio candidato a deputado estadual está cada vez mais longe não é apenas uma frase de efeito. É a realidade.
Depois
de 1974, Jales teve bons nomes como candidatos a deputado estadual, mas não conseguiram o apoio total do eleitor jalesense.
Só
para citar, o candidato de 2018, Luis Henrique Moreira atual prefeito, seria ótimo representante para Jales na Alesp.
Os caça
tiveram mais credibilidade e receberam a maioria dos votos.
A primeira guerra
citada na Bíblia Sagrada encontra-se no Primeiro Livro (Gênesis), Capítulo 14. É a Guerra dos Nove Reis, travada na região do Mar Morto, bem antes de Cristo. Nela, uma aliança de 4 reis lutou contra outra aliança de 5 reis.
Naquele tempo,
os reis governavam as cidades-estados, com legislação, economia e exército próprios. Foi uma guerra política, apesar de muito antiga. Nela houve alianças estratégicas, disputa por tributos, rotas comerciais e riquezas naturais.
Tempos após,
grandes conquistadores formaram vastos impérios, expandindo seus territórios. Entre eles se destacaram Gengis Khan (o Mongol), Alexandre (o Grande), Átila (o Huno), Napoleão Bonaparte (nascido na Ilha de Córsega/França).
Esses homens
se notabilizaram como estrategistas militares e líderes políticos. Mas erraram em pensar que seus impérios se tornassem eternos. Adolf Hitler, líder na Alemanha nazista, imaginou construir um império de mil anos. Mas o regime durou apenas 12 anos.
No auge da
Revolução Industrial na Europa, entre 1848 e 1867, os pensadores Karl Marx e Friedrich Engels lançaram o Comunismo como uma ideologia oposta ao Capitalismo. Favoreceram a Revolução Russa de 1917 e a instituição do bloco soviético de 15 países.
Para os líderes
soviéticos, a URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), a maior extensão territorial do planeta, tornou-se uma realidade permanente. No entanto, entre a Revolução Russa de 1917 e a dissolução da URSS em 1981, passaram-se 64 anos.
Nós podemos
afirmar que a política existe desde o começo da humanidade. No entanto, também podemos afirmar que os acontecimentos políticos chegam, acontecem e desaparecem, ficando no passado histórico.
Aqui no Brasil,
ninguém mais se importa hoje com o que aconteceu com as eleições presidenciais de 1989, em que Fernando Collor venceu Lula da Silva. Nem com as eleições presidenciais de 2010, em que Dilma Roussef venceu José Serra.
Nestas eleições
(2026), os cidadãos que transpiram política se desesperam. Há os que apontam Lula (PT) como um risco de desastre econômico ao país. E há os que apontam Flávio Bolsonaro como um risco desastre institucional ao país.
Mas é preciso
levar em conta o que a história mostra. A política oscila, de um lado para outro, enquanto segue em frente. Nenhum líder ou grupo político terá condições para se apossar do poder e manter o controle da nação indefinidamente.
Não é prudente
o eleitor se deixar levar por influenciadores agourentos que anunciam sofrimentos coletivos nacionais insanáveis. Isto só serve para causar medo e gerar ódios. O remédio é manter a paz e o otimismo. Porque todos os dias o futuro traz boas surpresas.

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