STF reafirma inconstitucionalidade do Homeschooling em ação movida pelo Sinpro

 

O GDF recorreu então ao plenário da Corte, para tentar reverter a decisão e instituir a modalidade educacional no Distrito Federal. A votação virtual começou no dia 14 e se encerra às 23:59 de 21 de agosto. Acompanharam o parecer do relator pela inconstitucionalidade do Homeschooling os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Edson Fachin, André Mendonça, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes. Faltam os votos (ou pedido de vistas) de Carmem Lúcia e Kássio Nunes Marques, mas a maioria já foi alcançada.

“Apesar das tentativas do GDF, mais uma vez o plenário do STF decidiu em favor do Sinpro e da educação de qualidade, declarando a inconstitucionalidade da lei e deixando claro, mais uma vez, que somente o Governo Federal pode implementar o ensino domiciliar no país”, aponta o diretor de assuntos jurídicos do Sinpro, Dimas Rocha.

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