Marcio Arjol,
Procurador Geral do Município de Jales desde 2008, nomeado por concurso público, se afastou do cargo para se candidatar a prefeito de Urânia em 2016. Foi eleito e reeleito em 2020.
Notícias
divulgadas na internet dizem que o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) emitiu parecer desfavorável à prestação de contas do exercício de 2023, penúltimo ano de Arjol na Prefeitura.
Entre
os principais problemas apontados pelo TCE-SP na prestação de contas por parte do prefeito Arjol, estão um déficit orçamentário de R$ 3,84 milhões e um resultado financeiro negativo de R$ 3,25 milhões.
O TCE
também destacou deficiência na gestão dos encargos sociais (que foi revertida) e falta de efetividade da administração em diferentes áreas.
O ex-prefeito
Márcio Arjol, segundo as notícias, recorreu da decisão, mais foi voto vencido e estaria preparando um novo recurso para sua defesa.
Não se
tem notícia de que isso já teria ocorrido
Como
a coluna havia divulgado anteriormente, caso o TCE-SP rejeitar todos os recursos, mantido o parecer desfavorável às contas do prefeito, os vereadores não podem votar contra.
A decisão
final do julgamento caberá ao Pleno do TCE-SP
Devem
acatar a determinação do TCE-SP, em virtude da decisão do STF que fortalece o papel técnico dos Tribunais de Contas
No início
de junho de 2025, O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, que as Câmaras Municipais estão proibidas de aprovar contas de prefeitos que tenham sido rejeitadas pelos Tribunais de Contas Estaduais (TCEs).
A decisão
tem repercussão geral, ou seja, aplica-se a todos os municípios brasileiros.
Com
a decisão no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 849), o parecer do TCE passa a ter caráter vinculante, eliminando o julgamento político por parte dos vereadores.
Antes
decisão do STF, o TCE emitia apenas um parecer técnico. A Câmara Municipal poderia aprovar ou rejeitar as contas, independentemente do parecer.
Agora,
se o TCE aprovar as contas, a Câmara não pode rejeitá-las. Se o TCE reprovar as contas, a Câmara Municipal não pode aprovar por decisão política.
A decisão visa
fortalecer o controle técnico e a responsabilidade fiscal. Evitar acordos políticos locais que distorcem a análise das contas públicas. Aumentar a transparência e a segurança jurídica nas gestões municipais.
O empresário
Cacildo Gonçalves Ramos (foto), nascido em Palmeira D Oeste (SP), 68 anos, disputa neste ano de 2026 uma vaga de deputado estadual 22022. pelo município de Formosa., no estado de Goiás. Aguardando julgamento.
Cacildo
estreou nas urnas em 2016 como candidato a vice-prefeito pelo PRB e, em 2020, optou pelo PSL também concorrendo como vice-prefeito.
Nas
duas eleições Cacildo não conseguiu seu intento. Em 2024, trocou de partido e disputou o mesmo cargo pelo PSD sendo eleito.
Em 2026,
declarou à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 25 milhões.
Advogada Anna
Carolina Goncalves Amaro (foto) (Dra. Carol Amaro), 47 anos, nascida em Jales, região noroeste paulista, nivel superior completo, é candidata a Deputada Estadual 22.212, pelo partido Partido Liberal (PL). Exerce o cargo de vereadora. no municípío de Cedral (SP). Anna Carolina Goncalves Amaro, tem 47 anos de idade, declarou ao TSE ser solteir(a), tem o grau de instrução superior completo e sua profissão atual é "vereadora". Declarou bens no valor de R$ 270 mil.
Palmeira d`Oeste se destacando
Anésio Ferreira de Campos, 66 anos, nascido em Palmeira d`Oeste, região noroeste paulista, comerciante com nível superior completo, é candidato a deputado estadual 25.133, pela região de Cajamar (SP), Anésio é filiado no Partido Renovação Democrática (PRD). Bens declarados pelo candidato no site do TSE valor total: R$ 106.544,00
As tão esperadas
eleições gerais de 2026 estão batendo às portas. Os dois turnos de votação chegam voando. O Brasil foi um dos primeiros países a automatizar suas eleições e mostrou competência em realizá-las com eficiência.
Ninguém duvida
que o Cronograma Eleitoral de 2026 seja cumprido fielmente. Neste mês de agosto, o dia 5 foi o último dia do prazo das convenções partidárias. O dia 06 foi o primeiro dia do prazo das proibições de certos assuntos políticos nos rádios e TV.
Dia 15 (hoje)
é o último dia de registro de candidatos na Justiça Eleitoral. Dia 16 (amanhã), terá início a propaganda eleitoral nas ruas e na internet. Dia 28, terá início a propaganda eleitoral gratuita nos rádios e TV relativa ao primeiro turno.
Há boas razões
para confiarmos no nosso sistema eleitoral. No entanto, nossa democracia nos parece um tanto turbulenta. Então, vamos fazer uma breve comparação entre o Brasil e a maior potência econômica e militar do planeta: os Estados Unidos.
O sistema eleitoral
dos Estados Unidos é conhecido por ser complexo e ineficiente. Perde para o Brasil. E a democracia estadunidense está encalacrada, subjugada pela polarização e radicalização de dois grandes partidos políticos (Democrata e Republicano).
Uma pergunta
fica pendente aqui no Brasil: por que a política brasileira continua ruim e cheia de escândalos? A resposta é simples: nosso sistema educacional é insuficiente para formar bons cidadãos, capazes de agir com consciência elevada na política.
Todo ano eleitoral,
os brasileiros costumam se deixar contaminar por paixões irrefletidas. Aceitam inverdades, recusam realidades, extrapolam o campo político para gerar desavenças no campo social, abrindo mão de seus valores essenciais.
É evidente que
o país e a população só saem perdendo. O progresso do país e o bem estar da população ficam adiados para um futuro indefinido. Enquanto esse futuro não chega, os políticos – felizes – agradecem os eleitores.
As pessoas
podem viver em diversas regiões, cidades e locais do mundo. Porém, cada pessoa vive uma realidade diferente. A sua realidade. Os físicos quânticos, os neurocientistas e outros pesquisadores afirmam que isto é pura verdade.
Nossa realidade
é como um espelho que reflete externamente quem nós somos internamente. Nós podemos fazer uma mudança em nós mesmos e melhorar a nossa realidade. Nós não vamos consertar o país. Mas vamos ajudar outras pessoas a mudarem suas realidades.



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