Artigo publicado no repositório científico PsyArXiv Preprints pelo Pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, em parceria com a cirurgiã plástica Dra. Elodia Ávila, mostra como genética e ambiente interagem no desenvolvimento de traços de impulsividade e baixa empatia
| Foto/Reprodução/FreePik |
A qualidade da atenção emocional recebida por crianças e adolescentes pode ser determinante para o desenvolvimento de empatia, controle da impulsividade e busca saudável por atenção. Essa é a principal conclusão de um estudo publicado no PsyArXiv Preprints, realizado pelo Dr. Fabiano de Abreu Agrela em parceria com a cirurgiã plástica Dra. Elodia Ávila.
“Quando há insuficiência nesse cuidado afetivo, especialmente em crianças geneticamente mais suscetíveis, aumentam os riscos de comportamentos impulsivos, rigidez emocional e dificuldades de empatia. É uma interação entre ambiente e genética que molda trajetórias de vida”, destaca o Dr. Fabiano de Abreu Agrela.
Cérebro, genética e comportamento
O trabalho reúne evidências de estudos em neuroimagem, genética comportamental e psicopatologia. Os resultados apontam para menor eficiência do controle pré-frontal sobre regiões como a amígdala e o estriado, o que favorece respostas emocionais intensas e menos reguladas.
Alterações nos sistemas dopaminérgico, serotoninérgico e oxitocinérgico também foram descritas como fatores-chave.
A pesquisa cita ainda variantes genéticas, como MAOA de baixa atividade e DRD4 com repetição de 7 alelos, que aumentam a sensibilidade aos efeitos negativos de ambientes com pouca atenção afetiva.
Consequências clínicas e sociais
A combinação entre vulnerabilidade genética e negligência emocional pode elevar o risco de transtornos como transtorno de conduta, transtorno de personalidade antissocial, explosividade intermitente, transtorno de déficit de atenção com desregulação emocional e até traços psicopáticos.
“Os sinais costumam aparecer cedo, ainda na pré-escola, com marcos clínicos mais evidentes entre os 10 e 18 anos. Isso mostra que existe uma janela realista para a prevenção”, explica a Dra. Elodia Ávila.
Um modelo integrativo para prevenção
O estudo propõe um modelo integrativo que relaciona atenção parental, suscetibilidade genética e funcionamento dos circuitos pré-frontais-límbicos. Essa abordagem pode orientar avaliações clínicas e intervenções voltadas a famílias em risco, reforçando a importância de políticas públicas de apoio à parentalidade.
“Mais do que diagnosticar tarde, precisamos entender como prevenir cedo. A atenção emocional dos pais não é apenas um gesto afetivo: é um fator de proteção para o futuro cognitivo e social dos filhos”, conclui Dr. Fabiano.
foto/Dr. Fabiano de Abreu Agrela//MF Press Global)
Sobre Dr. Fabiano de Abreu Agrela
Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues MRSB/P0149176 é Pós-PhD em Neurociências, eleito membro da Sigma Xi - The Scientific Research Honor Society (mais de 200 membros da Sigma Xi já receberam o Prêmio Nobel), além de ser membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos, da Royal Society of Biology e da The Royal Society of Medicine no Reino Unido, da The European Society of Human Genetics em Vienna, Austria e da APA - American Philosophical Association nos Estados Unidos. Mestre em Psicologia, Licenciado em História e Biologia, também é Tecnólogo em Antropologia e Filosofia, com diversas formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. Dr. Fabiano é membro de prestigiadas sociedades de alto QI, incluindo Mensa International, Intertel, ISPE High IQ Society, Triple Nine Society, ISI-Society e HELLIQ Society High IQ. Ele é autor de mais de 330 estudos científicos e 30 livros. Atualmente, é professor convidado na PUCRS e Comportalmente no Brasil, UNIFRANZ na Bolívia e Santander no México. Além disso, atua como Diretor do CPAH - Centro de Pesquisa e Análises Heráclito e é o criador do projeto GIP, que estima o QI por meio da análise da inteligência genética.
foto/Dra. Elodia Ávila /(MF Press Global)
Dra. Elodia Avila
Dra. Elodia Avila é uma cirurgiã plástica, formada em medicina pela USP e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com visão integrativa e funcional. Tem pós graduação em nutrologia e adequação nutricional e manutenção da homeostase endócrina e é especialista em neurociências. Desenvolveu o método de mamoplastia de realce para as cirurgias plásticas mamárias, que ajuda a modelar mamas com maior projeção, firmeza, contornos bem definidos, com menor tempo cirúrgico e preservando a sensibilidade das aréolas, tudo através da mimetização de próteses com o próprio tecido da paciente. É neurocientista e professora de neurociências pela CPAH. Tem o QI de 141 pontos comprovados e faz parte de grupo de adultos com alto QI GAIA/QI.
Sobre Dr. Fabiano de Abreu Agrela
Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues MRSB/P0149176 é Pós-PhD em Neurociências, eleito membro da Sigma Xi - The Scientific Research Honor Society (mais de 200 membros da Sigma Xi já receberam o Prêmio Nobel), além de ser membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos, da Royal Society of Biology e da The Royal Society of Medicine no Reino Unido, da The European Society of Human Genetics em Vienna, Austria e da APA - American Philosophical Association nos Estados Unidos. Mestre em Psicologia, Licenciado em História e Biologia, também é Tecnólogo em Antropologia e Filosofia, com diversas formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. Dr. Fabiano é membro de prestigiadas sociedades de alto QI, incluindo Mensa International, Intertel, ISPE High IQ Society, Triple Nine Society, ISI-Society e HELLIQ Society High IQ. Ele é autor de mais de 330 estudos científicos e 30 livros. Atualmente, é professor convidado na PUCRS e Comportalmente no Brasil, UNIFRANZ na Bolívia e Santander no México. Além disso, atua como Diretor do CPAH - Centro de Pesquisa e Análises Heráclito e é o criador do projeto GIP, que estima o QI por meio da análise da inteligência genética.
foto/Dra. Elodia Ávila /(MF Press Global)
Dra. Elodia Avila
Dra. Elodia Avila é uma cirurgiã plástica, formada em medicina pela USP e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com visão integrativa e funcional. Tem pós graduação em nutrologia e adequação nutricional e manutenção da homeostase endócrina e é especialista em neurociências. Desenvolveu o método de mamoplastia de realce para as cirurgias plásticas mamárias, que ajuda a modelar mamas com maior projeção, firmeza, contornos bem definidos, com menor tempo cirúrgico e preservando a sensibilidade das aréolas, tudo através da mimetização de próteses com o próprio tecido da paciente. É neurocientista e professora de neurociências pela CPAH. Tem o QI de 141 pontos comprovados e faz parte de grupo de adultos com alto QI GAIA/QI.

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