A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu um alerta para o aumento do risco de queimadas em diversas regiões paulistas após a umidade relativa do ar cair abaixo de 30% neste domingo (19). O aviso foi enviado por SMS pelo Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), que também orientou a população a reforçar a hidratação e evitar atividades físicas ao ar livre nos períodos mais quentes e secos do dia
Os primeiros alertas foram disparados às 14h10 para as regiões entre Jales e José Bonifácio, Barretos e Ariranha, além de Pradópolis e Ribeirão Preto. Dez minutos depois, novos avisos foram encaminhados para as regiões entre Itapira e Mogi Guaçu e Ibitinga e Barra Bonita. Na Grande São Paulo, outro alerta foi emitido às 14h28 após os índices de umidade também ficarem abaixo de 30%
Segundo a Defesa Civil, o cenário confirma a previsão de tempo seco para o fim de semana, provocada por um bloqueio atmosférico que mantém um veranico sobre grande parte do Estado. A expectativa é de que as condições persistam nos próximos dias, com temperaturas acima da média para esta época do ano, baixa umidade e ausência de chuvas significativas.
As manhãs devem continuar com temperaturas mais amenas, enquanto as tardes serão mais quentes e secas, favorecendo uma maior amplitude térmica. Nos horários de maior aquecimento, a umidade relativa do ar poderá atingir novamente níveis considerados críticos.
Além dos impactos à saúde, principalmente para crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias, a combinação de calor, baixa umidade e vegetação ressecada aumenta significativamente o risco de incêndios em áreas de mata e canaviais.
A Defesa Civil reforça que a população deve evitar qualquer tipo de queimada, não jogar bitucas de cigarro às margens de rodovias ou em áreas de vegetação e redobrar os cuidados para prevenir focos de incêndio
Entre as recomendações estão manter o consumo frequente de água, reduzir a exposição ao sol nos horários mais quentes, evitar exercícios físicos ao ar livre durante a tarde e umidificar os ambientes sempre que possível.
O órgão seguirá monitorando as condições meteorológicas e poderá emitir novos alertas caso o tempo seco e a baixa umidade continuem oferecendo riscos à população

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