Espíritos reencarnam evoluindo até virarem anjos


Os teólogos do Cristianismo Primitivo, como geralmente ocorria, também, com boa parte dos cientistas e historiadores daquela época, pensavam que o mundo tivesse apenas 4.000 anos de criação ou de idade. E, assim, eles, os teólogos, pensaram que os anjos tinham sido criados já anjos. E jamais passava pela mente deles que os anjos pudessem ser espíritos humanos e que, pois, tiveram tempo de sobra para evoluírem e, por eles mesmos se pudessem tornar espíritos angélicos e até arcanjos. Essa evolução de nossos é uma grande verdade. Paulo até nos lembra dela, quando disse até que cheguemos, ou seja, até que nos aperfeiçoemos e sejamos semelhantes a Jesus Cristo (Efésios 4:13). E Paulo até pede a Deus que nos envie um espírito de sabedoria (no caso, um espírito santo), para que nos ajude a evoluirmos mais rápido em busca de nossa perfeição espiritual à semelhança dele (Efésios 1: 17).

Realmente, a reencarnação é uma, pois nos permite a pagarmos nossas contas cármicas até o último centavo (Mateus 5: 26) e evoluamos, espiritualmente, até ficarmos semelhantes a Cristo ou espíritos já angélicos, a fim de alcançarmos a nossa salvação ou libertação

 Com este colunista “Presença Espírita na Bíblia” na TV Mundo Maior, Palestras e entrevistas em TVs e vídeos no YouTube e Facebook. Seus livros estão também na Amazon, inclusive, os em Inglês, e a tradução da Bíblia do Grego (Novo Testamento.) para o Português e que está sendo vertida para o   Inglês nos Estados Unidos, por ser fiel aos seus textos originais gregos. 

Na TV Mundo Maior: "Presença Espírita na Bíblia" com José Reis Chaves.  Coluna espírita semanal no diário O TEMPO, de Belo Horizonte, de José Reis Chaves: www.otempo.com.br  jornalista e escritor, entre seus livros: "A Reencarnação na Bíblia e na Ciência" e "A Face Oculta das Religiões", Ed. EBM-Megalivros, SP, ambos lançados também em Inglês nos Estados Unidos. É professor de português e literatura formado na PUC Minas, e tradutor de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", de Kardec, Ed. Chico Xavier.

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