Folhageral: 8 anos é tempo suficiente para reivindicar e conquistar o IFSP

Maio de 2011: Uma comitiva  formada por  Nilton Marques, Claudir Aranda,  secretário executivo do MEC  Moreira Pacheco, prefeito Humberto Parini(PT), Luis Especiato, Carlos Augusto Bellintani, foi a Brasília reivindicar o Instituto Federal de São Paulo (IFSP)



Cinco anos depois da última visita, em 2015, para tratativas sobre o IFSP para Jales, Hilton Marques esteve na reunião  com o professor Silmário Batista Santos, quando estava eleito Reitor do Instituto Federal São Paulo (IFSP).  Silmário tomou posse como Reitor em 21 de abril para o quadriênio 2021/2025. Estiveram presentes -foto: Hilton Marques; deputado estadual Paulo Fiorilo (PT);  chefe de gabinete José Ângelo Caparroz Vieira (Executivo Municipal/Jales) ; chefe de gabinete  Rafael Alves Scarazzati(da Reitoria do IFSP) e o professor Nilton Marques (de Jales)


A notícia 

sobre a Universidade em São José do Rio Preto deu-se assim, como destacou o site a Gazeta, de São José do Rio Preto, e divulgado por esta coluna.

Segundo

o site do jornal Gazeta de São Jose do Rio Preto (SP), divulgou nesta terça-feira (6/6/2023), o deputado federal Luís Carlos Mota (PL) pede a criação da Universidade Federal naquela cidade. 

Ele apresentou 

a Indicação (INC 765/23) sugerindo ao Ministério da Educação a criação da Universidade Federal do Noroeste Paulista, com sede em São José do Rio Preto. 

Justificou

 que a iniciativa tem como objetivo promover crescimento socioeconômico e melhorias na qualidade de ensino da população. 

A implantação 

de uma universidade federal em Rio Preto vai contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e aperfeiçoamento profissional de toda a região, diz Motta. 

O deputado

 também destaca a importância estratégica e econômica da região Noroeste Paulista, não só para o estado de São Paulo, mas para unidades federativas vizinhas. 

Sede 

da Região Metropolitana do Noroeste Paulista, Rio Preto é um dos principais polos industriais, culturais, educacionais e de serviços do interior de São Paulo, além de ser uma das 30 cidades mais sustentáveis do País”, justifica.

No requerimento, 

o parlamentar também destaca que a universidade contribuirá para fortalecer o ensino superior na região, proporcionando mais oportunidade de formação acadêmica e profissional para os jovens, além de ser um centro de pesquisa e inovação, estimulando o desenvolvimento.

 Segunda-feira, 



10 de junho 2024 (foto),o  Ministério  da Educação anunciou um campus de Universidade Federal para São José do Rio Preto. De acordo com o Governo Federal, o município é uma das dez cidades contempladas com os novos campi nas cinco regiões do país.  

O então

prefeito Edinho Araújo relembrou a luta para trazer para Rio Preto uma Universidade Federal.” Foram dez anos de luta para que hoje a cidade fosse contemplada com esse anúncio”. 

“A criação

 da Universidade Federal fortalece, não apenas a nossa região, já que estamos em uma posição geográfica estratégica, mas outros estados como Minas Gerais, Goiás e o leste do Mato Grosso”, destacou.

Quando 

da aprovação do projeto de lei 3.266/2015,  da Universidade Federal do Noroeste Paulista,  Vicentinho poderia ter vindo a Jales   para se conectar  diretamente com a população e líderes dos poderes constituídos e dar-lhes toda s as explicações e dizer-lhes:  “agora é com vocês, minha parte eu já fiz!”. 

Depois  

que a Universidade Federal do Noroeste Paulista ser implantada, instalada e funcionando em São José do Rio Preto, Vicentinho vêm a Jales para falar sobre a tal Universidade.

Afinal 

de contas o deputado suplente Vicentinho que irá disputar mais uma eleição? No  momento substitui o titular Paulo Teixeira, atual ministro Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

 Paulo 

Teixeira (PT) vai deixar a pasta para concorrer à vaga de deputado federal por São Paulo nestas eleições de 2026

Sobre a inércia

 por uma campanha a favor de Jales pela Universidade a coluna destacou à época que:  

“Políticos, que

são políticos, não podem ficar paralisados sem fazer nada, esperando que as coisas boas aconteçam automaticamente sem o esforço necessário para a conquista. Esta é uma oportunidade para mostrar o interesse geral da região, aos deputados federais amigos de Jales, em favor da aprovação do Projeto de Lei do deputado Vicentinho”. E  nada aconteceu!

Na modesta

 opinião do colunista, na época dos eventos, ser humano algum estava interessado  em trazer a Universidade Federal para Jales. 

Parece 

que a conquista do IFSP para Jales que seria mais fácil que uma Universidade, está ficando difícil. 

De acordo

a mídia, a implantação do campus do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), em Lins, não será contemplada no próximo anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

A comitiva 

linense ouviu no MEC que instalação do campus depende de prédio pronto.

E falando 

do IFSP, esta quinta-feira, 30 de abril, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, autorizou, a aquisição do edifício onde funcionará o Campus Diadema do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), no valor de R$ 25 milhões, oriundos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). 

Na segunda-feira

 (27/4) também foi marcada pela entrega da sede própria do Campus Presidente Prudente do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). A obra teve investimento de R$ 14,2 milhões, sendo R$ 8,2 milhões provenientes do Novo PAC. 

Ao todo, 

o IFSP está recebendo R$ 557 milhões do Novo PAC para melhoria de unidades já existentes e construção de novos campi.

A Primeira Guerra

Mundial aconteceu de 1914 a 1918, centrada na Europa, motivada por disputas políticas, econômicas e territoriais. Ficou chamada “guerra de trincheiras”. Os soldados da infantaria se abrigavam em valas insalubres cavadas no chão.

A Segunda Guerra

Mundial, acontecida de 1939 a 1945, envolveu grande número de nações. Ganhou mobilidade com maior uso de tanques de guerra, artilharia rebocada, embarcações armadas e aviões de combate. Teve uma grande mudança.

Após as guerras

mundiais, os Estados Unidos se tornaram a maior potência econômica e militar do planeta. O dólar americano (USD) passou a ser a moeda mais confiável e mais utilizada no comércio, nas finanças e nas reservas internacionais.

Os Estados Unidos

se envolveram diversas ocorrências bélicas. A mais longa delas foi a Guerra no Afeganistão, que durou 20 anos (2001 a 2021). Foi iniciada no mês seguinte ao atentado terrorista que destruiu as Torres Gêmeas em Nova York.

No Afeganistão,

o objetivo dos EUA era tirar do poder o grupo político religioso Talibã, que abrigava o movimento terrorista Al-Qaeda criado por Osama Bin Laden. Os EUA usaram fuzis, pistolas, metralhadoras, tanques, aviões, helicópteros e drones de reconhecimento.

Nessa guerra,

travada num país menor 15 vezes, os EUA usaram vasto arsenal e tecnologias. Gastaram 2 trilhões de dólares e perderam 2.500,00 militares. Eliminaram Osama Bin Laden. Mas, no final, quando se retiraram do país, o Talibã retomou o governo afegão.

Recentemente,

sob o comando de Donald Trump e Benjamin Netanyahu, os EUA e Israel iniciaram bombardeios à República Islâmica do Irã. Foi no dia 28 fevereiro 2026. Pensaram que, muito bem armados, resolveriam o conflito em semanas.

Mas a resposta

bélica do Irã surpreendeu. Fez surgir o conceito de “guerra assimétrica”, que explica os confrontos em que um dos lados tem maior poder econômico, tecnológico e militar. Mas o outro lado usa táticas que variadas que desgastam o oponente.

Antes, os políticos

e militares tinham exclusividade nas declarações de guerra e nas decisões sobre os combates. Os militares lutavam uniformizados, sob a bandeira nacional, obedecendo estritamente as ordens superiores.

Mas agora toda

a lógica anterior foi quebrada. O campo de disputa se ampliou. Passaram a participar das guerras pessoas civis qualificadas, empresas de tecnologia, empresas de produção, empresas comerciais, redes financeiras e outras.

Guerras não são

apenas luta entre forças militares armadas. Elas envolvem abastecimento de matérias primas, produtos alimentícios, medicamentos, insumos tecnológicos, fertilizantes, petróleo e gás.

A tecnologia

ganhou espaço nas aplicações militares. As armas utilizadas nas guerras ficaram mais baratas e mais eficientes. O uso de Inteligência Artificial, dos satélites artificiais e dos drones armados reduziu o custo e a eficiência dos combates.

As batalhas estão

até nos ambientes virtuais. Nações utilizam hackers para derrubar sites governamentais inimigos, para paralisar redes elétricas e sistemas de comunicação. Para promover campanhas de desinformação para ofender os adversários.

O Brasil não fez

uso de armas. Aparentemente, nada teve com a guerra dos EUA/Israel contra o Irã. Pois não está armado até os dentes. Não tem bombas nucleares para fazer medo. Não mostra vocação para bombardear bairros civis inteiros.

Nosso valor

está na produção de café, soja, milho, algodão, petróleo bruto, óleos brutos de petróleo, minérios de ferro, açúcar de cana, proteínas animais, suco de laranja, celulose. E temos um mercado interno de mais de 200 milhões de consumidores.

Nas relações

internacionais, o Brasil não busca se sobressair para se impor isoladamente diante de outros países. Estes novos tempos direcionam empenhar esforços para unir países em blocos econômicos que favorecem o desenvolvimento geral.

O unilateralismo

é a prática político-econômica em que uma nação forte domina as demais nações. Dá sinais de cansaço e não consegue promover a cooperação geral para enfrentar desafios comuns, como o enfrentamento das mudanças climáticas.

O multilateralismo,

por sua vez, facilita a organização de vários países em pé de igualdade, favorecendo trocas comerciais de produtos e serviços, assim como a promoção da paz e do desenvolvimento socioeconômico.

Para o sábio

filósofo Heráclito (140 a.C. a 480 a.C.), nascido na cidade grega de Éfeso: “Nada existe de permanente exceto a mudança”. Nestes tempos de rápidas mudanças, temos que observar e adotar novas atitudes.


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