A notícia
sobre a Universidade em São José do Rio Preto deu-se assim, como destacou o site a Gazeta, de São José do Rio Preto, e divulgado por esta coluna.
Segundo
o site do jornal Gazeta de São Jose do Rio Preto (SP), divulgou nesta terça-feira (6/6/2023), o deputado federal Luís Carlos Mota (PL) pede a criação da Universidade Federal naquela cidade.
Ele apresentou
a Indicação (INC 765/23) sugerindo ao Ministério da Educação a criação da Universidade Federal do Noroeste Paulista, com sede em São José do Rio Preto.
Justificou
que a iniciativa tem como objetivo promover crescimento socioeconômico e melhorias na qualidade de ensino da população.
A implantação
de uma universidade federal em Rio Preto vai contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e aperfeiçoamento profissional de toda a região, diz Motta.
O deputado
também destaca a importância estratégica e econômica da região Noroeste Paulista, não só para o estado de São Paulo, mas para unidades federativas vizinhas.
Sede
da Região Metropolitana do Noroeste Paulista, Rio Preto é um dos principais polos industriais, culturais, educacionais e de serviços do interior de São Paulo, além de ser uma das 30 cidades mais sustentáveis do País”, justifica.
No requerimento,
o parlamentar também destaca que a universidade contribuirá para fortalecer o ensino superior na região, proporcionando mais oportunidade de formação acadêmica e profissional para os jovens, além de ser um centro de pesquisa e inovação, estimulando o desenvolvimento.
Segunda-feira,
10 de junho 2024 (foto),o Ministério da Educação anunciou um campus de Universidade Federal para São José do Rio Preto. De acordo com o Governo Federal, o município é uma das dez cidades contempladas com os novos campi nas cinco regiões do país.
O então
prefeito Edinho Araújo relembrou a luta para trazer para Rio Preto uma Universidade Federal.” Foram dez anos de luta para que hoje a cidade fosse contemplada com esse anúncio”.
“A criação
da Universidade Federal fortalece, não apenas a nossa região, já que estamos em uma posição geográfica estratégica, mas outros estados como Minas Gerais, Goiás e o leste do Mato Grosso”, destacou.
Quando
da aprovação do projeto de lei 3.266/2015, da Universidade Federal do Noroeste Paulista, Vicentinho poderia ter vindo a Jales para se conectar diretamente com a população e líderes dos poderes constituídos e dar-lhes toda s as explicações e dizer-lhes: “agora é com vocês, minha parte eu já fiz!”.
Depois
que a Universidade Federal do Noroeste Paulista ser implantada, instalada e funcionando em São José do Rio Preto, Vicentinho vêm a Jales para falar sobre a tal Universidade.
Afinal
de contas o deputado suplente Vicentinho que irá disputar mais uma eleição? No momento substitui o titular Paulo Teixeira, atual ministro Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
Paulo
Teixeira (PT) vai deixar a pasta para concorrer à vaga de deputado federal por São Paulo nestas eleições de 2026
Sobre a inércia
por uma campanha a favor de Jales pela Universidade a coluna destacou à época que:
“Políticos, que
são políticos, não podem ficar paralisados sem fazer nada, esperando que as coisas boas aconteçam automaticamente sem o esforço necessário para a conquista. Esta é uma oportunidade para mostrar o interesse geral da região, aos deputados federais amigos de Jales, em favor da aprovação do Projeto de Lei do deputado Vicentinho”. E nada aconteceu!
Na modesta
opinião do colunista, na época dos eventos, ser humano algum estava interessado em trazer a Universidade Federal para Jales.
Parece
que a conquista do IFSP para Jales que seria mais fácil que uma Universidade, está ficando difícil.
De acordo
a mídia, a implantação do campus do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), em Lins, não será contemplada no próximo anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A comitiva
linense ouviu no MEC que instalação do campus depende de prédio pronto.
E falando
do IFSP, esta quinta-feira, 30 de abril, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, autorizou, a aquisição do edifício onde funcionará o Campus Diadema do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), no valor de R$ 25 milhões, oriundos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).
Na segunda-feira
(27/4) também foi marcada pela entrega da sede própria do Campus Presidente Prudente do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). A obra teve investimento de R$ 14,2 milhões, sendo R$ 8,2 milhões provenientes do Novo PAC.
Ao todo,
o IFSP está recebendo R$ 557 milhões do Novo PAC para melhoria de unidades já existentes e construção de novos campi.
A Primeira Guerra
Mundial aconteceu de 1914 a 1918, centrada na Europa, motivada por disputas políticas, econômicas e territoriais. Ficou chamada “guerra de trincheiras”. Os soldados da infantaria se abrigavam em valas insalubres cavadas no chão.
A Segunda Guerra
Mundial, acontecida de 1939 a 1945, envolveu grande número de nações. Ganhou mobilidade com maior uso de tanques de guerra, artilharia rebocada, embarcações armadas e aviões de combate. Teve uma grande mudança.
Após as guerras
mundiais, os Estados Unidos se tornaram a maior potência econômica e militar do planeta. O dólar americano (USD) passou a ser a moeda mais confiável e mais utilizada no comércio, nas finanças e nas reservas internacionais.
Os Estados Unidos
se envolveram diversas ocorrências bélicas. A mais longa delas foi a Guerra no Afeganistão, que durou 20 anos (2001 a 2021). Foi iniciada no mês seguinte ao atentado terrorista que destruiu as Torres Gêmeas em Nova York.
No Afeganistão,
o objetivo dos EUA era tirar do poder o grupo político religioso Talibã, que abrigava o movimento terrorista Al-Qaeda criado por Osama Bin Laden. Os EUA usaram fuzis, pistolas, metralhadoras, tanques, aviões, helicópteros e drones de reconhecimento.
Nessa guerra,
travada num país menor 15 vezes, os EUA usaram vasto arsenal e tecnologias. Gastaram 2 trilhões de dólares e perderam 2.500,00 militares. Eliminaram Osama Bin Laden. Mas, no final, quando se retiraram do país, o Talibã retomou o governo afegão.
Recentemente,
sob o comando de Donald Trump e Benjamin Netanyahu, os EUA e Israel iniciaram bombardeios à República Islâmica do Irã. Foi no dia 28 fevereiro 2026. Pensaram que, muito bem armados, resolveriam o conflito em semanas.
Mas a resposta
bélica do Irã surpreendeu. Fez surgir o conceito de “guerra assimétrica”, que explica os confrontos em que um dos lados tem maior poder econômico, tecnológico e militar. Mas o outro lado usa táticas que variadas que desgastam o oponente.
Antes, os políticos
e militares tinham exclusividade nas declarações de guerra e nas decisões sobre os combates. Os militares lutavam uniformizados, sob a bandeira nacional, obedecendo estritamente as ordens superiores.
Mas agora toda
a lógica anterior foi quebrada. O campo de disputa se ampliou. Passaram a participar das guerras pessoas civis qualificadas, empresas de tecnologia, empresas de produção, empresas comerciais, redes financeiras e outras.
Guerras não são
apenas luta entre forças militares armadas. Elas envolvem abastecimento de matérias primas, produtos alimentícios, medicamentos, insumos tecnológicos, fertilizantes, petróleo e gás.
A tecnologia
ganhou espaço nas aplicações militares. As armas utilizadas nas guerras ficaram mais baratas e mais eficientes. O uso de Inteligência Artificial, dos satélites artificiais e dos drones armados reduziu o custo e a eficiência dos combates.
As batalhas estão
até nos ambientes virtuais. Nações utilizam hackers para derrubar sites governamentais inimigos, para paralisar redes elétricas e sistemas de comunicação. Para promover campanhas de desinformação para ofender os adversários.
O Brasil não fez
uso de armas. Aparentemente, nada teve com a guerra dos EUA/Israel contra o Irã. Pois não está armado até os dentes. Não tem bombas nucleares para fazer medo. Não mostra vocação para bombardear bairros civis inteiros.
Nosso valor
está na produção de café, soja, milho, algodão, petróleo bruto, óleos brutos de petróleo, minérios de ferro, açúcar de cana, proteínas animais, suco de laranja, celulose. E temos um mercado interno de mais de 200 milhões de consumidores.
Nas relações
internacionais, o Brasil não busca se sobressair para se impor isoladamente diante de outros países. Estes novos tempos direcionam empenhar esforços para unir países em blocos econômicos que favorecem o desenvolvimento geral.
O unilateralismo
é a prática político-econômica em que uma nação forte domina as demais nações. Dá sinais de cansaço e não consegue promover a cooperação geral para enfrentar desafios comuns, como o enfrentamento das mudanças climáticas.
O multilateralismo,
por sua vez, facilita a organização de vários países em pé de igualdade, favorecendo trocas comerciais de produtos e serviços, assim como a promoção da paz e do desenvolvimento socioeconômico.
Para o sábio
filósofo Heráclito (140 a.C. a 480 a.C.), nascido na cidade grega de Éfeso: “Nada existe de permanente exceto a mudança”. Nestes tempos de rápidas mudanças, temos que observar e adotar novas atitudes.





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