A PEC
que acaba com a reeleição para presidente, governadores e prefeitos está pronta para votação, mas está parada há quase um ano no Senado.
A proposta
foi aprovada na CCJ em maio de 2025 e depende de Davi Alcolumbre para ser levada ao Plenário.
Otto
Alencar cobra a votação e afirma que há apoio suficiente para aprovar o texto, que também amplia mandatos e unifica eleições. Se avançar, a mudança não valerá para a eleição de 2026
O deputado
federal Manoel Maurício Silva Neves (PP), mesmo partido do vereador Riva Rodrigues esteve em Jales nesta semana.
Mais
conhecido por Mauricio Neves (foto/ascompmjales/divulgação), ele participou da entrega do Troféu Destaque Esportivo e até discursou para os destacados escolhidos para receber a honraria.
Nas eleições
de outubro de 2022 se elegeu como deputado federal por São Paulo com 129.731 votos e é um dos representantes do ABC paulista.
Mauricio
Neves veio acompanhado do vice-presidente regional do partido. Rafael Rodas.
A visita
do deputado Mauricio Neves, pode não ter sido apenas cortesia, num momento em que Jales prepara-se para o lançamento de uma candidatura à ALESP.
A visita
pode ter sido oficial em termos partidários para discutir uma possível dobradinha representando a microrregião de Jales.
Talvez
ele queira expandir seu território eleitoral e nada como fazer uma dobradinha regional com o apoio do prefeito Luis Henrique e seu staff.
Lembrando
que em 2022, Mauricio Neves conquistou na microrregião de Jales 181 votos em 12 munícipios, sendo que 100 deles foram sufragados em Santa Fé do Sul, 24 em Rubineia e 16 em Jales.
Fala-se
que o município de Jales terá quatro representantes à Assembleia Legislativa na campanha eleitoral deste ano.
De acordo
com os “analistas” lá do botequim da vila é totalmente certo a candidatura da vice-prefeita Marynilda Cavenaghi a deputada estadual.
Depois
do alvoroço ao deixar a Secretaria Municipal da Educação, quando se apregoou que seria em virtude de sua pré-candidatura, veio silêncio.
Quem
sabe o silêncio seja motivo para as conversações torno de coligações de apoio à candidata.
Mas
as convenções partidárias — momento em que cada legenda escolhe oficialmente seus candidatos — devem ocorrer entre 10 e 30 de junho do ano da eleição.
A partir
da convenção, os partidos podem registrar seus candidatos junto à Justiça Eleitoral. O prazo final para o registro é 5 de julho de 2026, quando o TSE encerra o recebimento dos pedidos.
Se o
partido não apresentar o pedido dentro do prazo, o próprio candidato pode fazê-lo, mas terá um limite de 48 horas após a publicação da lista oficial para solicitar o registro individualmente.
Ainda
segundo eles, os “analistas” com a desistência de Carlão Pignatari em concorrer a mais um mandato abre espaço para o candidato jalesense na conquista de votos.
Além
da saída de Carlão, é bom lembrar que tanto Itamar Borges (MDB) como Analice Fernandes (PSD) não andam politicamente 100% com os eleitores jalesenses e, olha lá, na região.
Essa
vai ser uma eleição dura de roer para os veteranos da política. O eleitorado está mudando de cara e pensamento.
Os partidos
políticos não se renovaram, tanto politicamente como ideologicamente, continuam vivendo do passado. Não evoluíram
Até
às 15 horas desta sexta-feira (8), o Impostômetro registrava uma arrecadação de R$ 12 milhões em tributos municipais pela Prefeitura de Jales. Não entra repasses governamentais.
Já o
plataforma, Gasto Brasil, que registra as despesas de um município, mostrava no mesmo horário, que o de Jales já havia gasto de 1°/01 a 08/05, o valor de R$ 99.652.230,00.
Valor
quase idêntico ao que registra o site da Prefeitura. No mesmo período os gastos do município atingiam R$ 96.772.969,85.
Mudando
de assunto, o blog do jornal Folha Noroeste nesses seus 15 anos, completados recentemente, nesta sexta-feira (8) contabilizou 21.334.203 acessos.
Após
o Brasil, os Estados Unidos é o segundo país que mais acessa o Blog.
Esta semana,
na quinta-feira (7/maio), o presidente Lula e assessores visitaram a Casa Branca, em Washington (DC), para uma reunião de trabalho com o presidente Donald Trump. A visita ocorreu após forte tensões políticas e comerciais em 1925.
Lula chegou
à Casa Branca por volta das 11 horas (horário local). Foi recebido por Trump sobre um tapete vermelho estendido no lado sul do prédio, com acesso à porta de entrada mais próxima ao Salão Oval, o gabinete de trabalho de Trump.
Lula levou
os ministros das pastas: Relações Exteriores; Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Minas e Energia; Fazenda; Justiça e Segurança Pública. Trump se acompanhou do vice-presidente e sua chefe de gabinete, o secretário de Comércio, do secretário do Tesouro e o representante comercial dos EUA.
A conversa
entre os dois presidentes demorou cerca de uma hora. O encontro compreendeu reuniões, uma visita a dependências da Casa Branca e um almoço. Não houve, em nenhum momento, qualquer declaração ou entrevista à imprensa.
Ambos posaram
sorridentes para fotografias, com aperto de mãos. Oportunamente, cada um por si, encontraram meios de declarar aos jornalistas que ficaram muito satisfeitos com o encontro e decidiram realizar reuniões de trabalhos entre as equipes.
Havia muitos
assuntos de interesses recíprocos para discutir: terras raras, minerais críticos, tarifas alfandegárias, comércio de produtos agropecuários, estratégias de combate ao crime organizado, o sistema de pagamento brasileiro PIX.
O Brasil é detentor
da segunda maior reserva mundial de terras raras, minerais considerados essenciais para a transição energética e para a produção de equipamentos de alta tecnologia como telefones celulares, computadores e até mísseis.
O Brasil também
é um grande fornecedor de produtos de primeira necessidade às populações, com boa qualidade e preços competitivos: café, suco de laranja, soja, milho, cana-de-açúcar, algodão, arroz, feijão, trigo.
Para competir
com a China, a Rússia e outros países, os Estados Unidos precisam celebrar cadeias produtivas com outros países, em vez de usar o poder econômico e as intervenções armadas. O Brasil se destaca como parceiro estratégico.
A imprensa
internacional ficou sem saber o que foi e o que não foi tratado no encontro. Mas acertou, tanto em captar a satisfação recíproca dos presidentes como em compreender que existem muitas pendências não resolvidas.
Enquanto as
atitudes, os sorrisos e elogios indicaram um patamar mais elevado nas relações entre os dois governos, a ausência de uma entrevista conjunta à imprensa sugeriu que existem divergências importantes a serem contornadas.
Desde setembro
do ano passado, quando ambos se encontraram na Assembleia Geral da ONU, na cidade de Nova York, eles passaram a adotar um relacionamento amistoso menos calcado em diferenças conflitantes.
Parece que
o grande benefício ganho pela equipe brasileira não foi sair do encontro comemorando uma grande vitória, mas sair comemorando que será possível com a diplomacia reduzir os riscos de sérias divergências.
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