Minas Gerais já tem mais de 158 mil engenheiros e formação superior é peça-chave para ingressar e ter sucesso na área
Foto Shutterstock/Divulgação - Marketing Uniube: Mercado está aquecido nas áreas da Engenharia e Uniube é referência na formação de profissionais |
Demanda do mercado de trabalho por profissionais capacitados está aquecida e uma base sólida de conhecimento faz toda a diferença na construção de uma carreira sólida Dados fornecidos pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) compilados por meio do Sistema Confea/Crea e Mútua apontam que o Brasil possui quase 1,2 milhão de engenheiros com registro ativo em todas as áreas da Engenharia. Em Minas Gerais, de acordo com a entidade, já são mais de 158 mil profissionais. O gestor dos cursos de Engenharia Mecânica, Elétrica, de Computação e de Controle e Automação da Uniube, Leandro Aureliano, diz que o mercado de trabalho encontra-se aquecido. Segundo Aureliano, devido à demanda de profissionais, as empresas de Uberaba (MG) e região contratam alunos ainda nos períodos iniciais. “A formação do engenheiro contemporâneo exige a integração entre fundamentos científicos clássicos e competências tecnológicas emergentes, de modo a atender às demandas de um mercado cada vez mais orientado por dados, automação e inovação. Esse alinhamento garante a formação de profissionais aptos a atuar em cenários complexos, multidisciplinares e em constante transformação tecnológica”, diz. A peça-chave para o sucesso profissional O gestor do curso de Engenharia de Produção da Uniube, Wagner Cardoso, ressalta a importância da qualidade na formação para que o aluno não apenas consiga entrar no mercado de trabalho, mas também possua uma base de conhecimento aliada a habilidades técnicas para construir uma carreira sólida em qualquer lugar. "Temos trabalhado com foco na qualidade. Os nossos alunos saem daqui empregados. Além disso, temos egressos que hoje são empresários, líderes e gerentes, além de ex-alunos em vários lugares, tanto do Brasil quanto no exterior, como Austrália, Nova Zelândia, Holanda, Inglaterra, Estados Unidos e Canadá", diz o gestor da Engenharia de Produção da Uniube, Wagner Cardoso. Com a excelência em ensino atestada pelo MEC, as Engenharias da Uniube também estão entre as melhores de Minas Gerais e em primeiro lugar no Triângulo Mineiro entre as IES privadas, segundo o Ranking Universitário Folha — RUF 2025. “Esses reconhecimentos obtidos em avaliações externas representam a validação de um trabalho consistente, construído com dedicação acadêmica, qualidade institucional, empenho do corpo docente e compromisso com uma formação sólida e atualizada”, complementa o gestor dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Química da Uniube, Luis César de Oliveira. As possibilidades de formação Com Engenharias ofertadas nos modelos de ensino presencial, semipresencial e EAD, o Pró-reitor de Ensino a Distância da Uniube, Fernando Marra, diz que a Universidade foi pioneira no Brasil, em 2007, ao oferecer o curso de Engenharia Civil EAD com reconhecimento do Ministério da Educação (MEC) e registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (CREA-MG).
“A formação do engenheiro possibilita um grande espectro de atuação. Para que o futuro profissional tenha sucesso, além da dedicação, ele deve escolher uma instituição que ofereça uma formação de qualidade. Na Uniube, além do presencial, o futuro profissional também tem as vantagens de cursos semipresenciais e EAD, com a certeza de uma formação sólida e grande possibilidade de sucesso no mercado”, acrescenta Marra. Já a Pró-reitora de Ensino Superior da Uniube, Heliodora Collaço, destaca que mais de 11.500 engenheiros já se formaram na Universidade desde 1956, quando a Instituição de Ensino Superior (IES) passou a ofertar a primeira graduação na área, a Engenharia Civil. E salienta que, atualmente, os egressos atuam no mercado de trabalho em todos os setores da Engenharia. “São engenheiros de todas as modalidades contribuindo para o desenvolvimento do nosso país. Esse resultado revela não apenas a tradição de um ensino consistente e consolidado, mas também o compromisso com a qualidade da formação, a preparação profissional e a capacidade de acompanhar as transformações do mercado profissional e as demandas da sociedade do século XXI”, finaliza Collaço. |

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