Além das moedas, ação no Parque Nacional do Iguaçu recolheu outros itens; limpeza reforça a necessidade de conscientização dos visitantes com o meio ambiente |
As moedas passarão por uma triagem, mas levando em consideração ações de limpeza já realizadas, grande parte do material recolhido apresenta sinais de corrosão devido ao longo período de submersão na água. “Jogar moedas nas Cataratas do Iguaçu, por mais que seja uma crença para muitas pessoas ao fazer um pedido, é proibido no parque e representa um risco para o meio ambiente. Os metais contidos nas moedas podem contaminar a água e afetar a fauna aquática”, explica André Franzini, gerente de sustentabilidade da Urbia+Cataratas. |
As moedas em melhor estado de conservação serão destinadas ao apoio de ações ambientais desenvolvidas pelo parque. A operação de limpeza só pode ser realizada devido a um período de estabilidade no nível do Rio Iguaçu, condição essencial para garantir a segurança das equipes envolvidas e a eficiência dos trabalhos. A retirada de moedas e outros resíduos metálicos é considerada fundamental para a preservação do Patrimônio Mundial Natural e para a manutenção do equilíbrio ambiental das Cataratas do Iguaçu. |
Sobre o Parque Nacional do Iguaçu — Reconhecido como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO, o Parque Nacional do Iguaçu é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A gestão da visitação turística é realizada pela Urbia+Cataratas. O destino é referência internacional em turismo sustentável e foi eleito, pelo Tripadvisor Travellers’ Choice Best of the Best 2025, a principal atração turística do Brasil e da América Latina. |
Crédito das imagens: divulgação Urbia+Cataratas/Eagle Eye Company |




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