Segundo pesquisa da Conab e do DIEESE divulgada nesta segunda-feira (9), capital paulista apresentou queda em 8 dos 13 alimentos pesquisados, com destaque para tomate, açúcar e café
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O custo da cesta básica da cesta básica em São Paulo foi de R$ 852,87 em fevereiro de 2026, uma redução de 0,18% em relação a janeiro, de acordo com a Análise Mensal da Cesta Básica de Alimentos, realizada em parceria pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), e divulgada nesta segunda-feira, 9 de março.
OITO DE 13 – Em São Paulo, oito dos 13 produtos que compõem a cesta básica tiveram diminuição nos preços médios entre janeiro e fevereiro: tomate (-6,08%), açúcar refinado (-3,52%), café em pó (-2,98%), arroz agulhinha (-1,57%), óleo de soja (-1,53%), banana (-1,10%), farinha de trigo (-0,38%) e batata (-0,16%). Outros cinco produtos apresentaram elevação: feijão carioca (6,98%), carne bovina de primeira (1,04%), manteiga (0,66%), pão francês (0,56%) e leite integral (0,49%).
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ACUMULADO – Em São Paulo, no acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas quedas em nove dos 13 produtos que compõem a cesta básica, com destaque para o arroz agulhinha (-24,61%), farinha de trigo (-13,91%) e batata (-12,62%). Também tiveram redução de preço o leite integral (-10,94%), manteiga (-6,22%), tomate (-3,41%), açúcar refinado (-3,31%), óleo de soja (-2,33%) e banana (-1,64%). Os itens que registraram elevação foram: café em pó (13,98%), feijão carioca (12,37%), pão francês (2,78%) e carne bovina de primeira (1,83%).
QUEDA EM 8 – Entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, foram registradas quedas no preço médio de 8 dos 13 produtos que compõem a cesta básica: óleo de soja (-4,56%), açúcar refinado (-3,95%), arroz agulhinha (-3,74%), leite integral (-2,67%), banana (-2,63%), café em pó (-1,89%), farinha de trigo (-1,68%) e batata (-0,48%). Os outros cinco itens apresentaram elevação de preço: tomate (10,97%), feijão carioca (6,51%), manteiga (0,88%), pão francês (0,82%) e carne bovina de primeira (0,73%).
MAIS COM MENOS – Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o comprometimento da renda com a compra da cesta básica caiu para 56,88% em fevereiro de 2026, frente a 56,98% em janeiro de 2026 e 61;28% em fevereiro de 2025. O resultado indica que o trabalhador paulista passou a comprar mais alimentos básicos gastando uma parcela menor do salário.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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