Com a chegada da próxima estação, hospital pediátrico alerta sobre os principais sintomas, causas e cuidados relacionados a cada uma delas
Foto: Wynitow Butenas/Hospital Pequeno Príncipe |
O outono chega nesta sexta-feira, dia 20, trazendo um período caracterizado por condições climáticas propícias para a propagação de vírus e bactérias. Com as variações de temperatura e o tempo mais seco, há uma maior incidência de doenças respiratórias e alérgicas. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA/PR), as doenças mais comuns no outono são a gripe (influenza), resfriado, sinusite e pneumonia.
Como o sistema imunológico das crianças ainda está em desenvolvimento, tornando-as mais suscetíveis às infecções, é preciso atenção redobrada. Pensando nisso, o Pequeno Príncipe, que é o maior e mais completo hospital pediátrico do país, alerta sobre os principais sintomas, causas e cuidados relacionados a cada uma delas.
Confira as doenças mais comuns no outono:
Gripe (influenza)
- O que é: infecção viral altamente contagiosa que afeta o sistema respiratório, com risco de complicações para vias aéreas inferiores.
- Causas: diferentes tipos de vírus da influenza.
- Sintomas: febre, obstrução nasal, secreção mucopurulenta, tosse, dores musculares e dor de garganta.
Resfriado
- O que é: infecção viral comum do trato respiratório superior, com um quadro geral menos grave que o da gripe.
- Causas: diferentes tipos de vírus, como o rinovírus.
- Sintomas: temperatura entre 37,5°C e 38,5°C, obstrução nasal, secreção hialina (amarelada ou esverdeada), tosse e dor de garganta leve.
Rinossinusite
- O que é: inflamação dos seios paranasais, a qual quase sempre provoca comprometimento nasal prévio.
- Causas: infecções virais, bacterianas ou fúngicas, alergias ou irritações.
- Sintomas: congestão nasal, dor facial, dor de cabeça, secreção nasal espessa e, nas crianças, sempre acompanhada de tosse.
Pneumonia
- O que é: infecção nos pulmões.
- Causas: bactérias ou vírus.
- Sintomas: tosse, dificuldade para respirar, dor no peito, secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada e febre.
Como evitar essas doenças?
Algumas práticas simples podem ser adotadas pelos pais e responsáveis para minimizar o risco de infecções em crianças.
- Confira se a imunização da criança está em dia, incluindo contra influenza e COVID-19.
- Mantenha os ambientes limpos e arejados.
- Incentive a higiene das mãos.
- Lave as narinas regularmente com soro fisiológico.
- Adote uma alimentação balanceada e hidratação adequada.
- Tenha boas noites de sono.
- Mantenha as consultas com um pediatra de confiança e exames em dia.
*Com informações do otorrinolaringologista Lauro Alcantara, pneumologista Paulo Kussek e pediatra Nêuma Kormann, que atuam no Hospital Pequeno Príncipe.
Sobre o Pequeno Príncipe
Com sede em Curitiba (PR), o Hospital Pequeno Príncipe é o maior e mais completo hospital pediátrico do Brasil. Há mais de cem anos, a instituição filantrópica e sem fins lucrativos oferece assistência hospitalar humanizada e de alta qualidade a crianças e adolescentes de todo o país. Referência nacional em tratamentos de média e alta complexidade, realiza transplantes de rim, fígado, coração, ossos e medula óssea, além de atuar em 47 especialidades e áreas de assistência em pediatria, com equipes multiprofissionais.
Com 369 leitos, sendo 76 de UTI, o Hospital promove 76% dos atendimentos via Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2025, realizou 258 mil atendimentos ambulatoriais, 20 mil procedimentos cirúrgicos e 308 transplantes. Reconhecido como hospital de ensino desde a década de 1970, já formou mais de dois mil especialistas em diferentes áreas da pediatria.
Junto com a Faculdades Pequeno Príncipe e com o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, compõe o Complexo Pequeno Príncipe. Essa atuação em assistência, ensino e pesquisa — conforme o conceito Children’s Hospital, adotado por grandes centros pediátricos do mundo — tem transformado milhares de vidas anualmente, garantindo-lhe reconhecimento internacional.
No ano passado, o Pequeno Príncipe foi listado como um dos 70 melhores hospitais do mundo que atuam com pediatria (ou que atendem crianças) no ranking elaborado pela revista norte-americana Newsweek, o que o colocou, pelo quinto ano consecutivo, como o melhor hospital exclusivamente pediátrico da América Latina. Também em 2025, foi reconhecido como Hospital de Excelência pelo Ministério da Saúde por meio de certificação concedida a instituições que cumprem critérios técnicos rigorosos na assistência.
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