“A Deputada Analice Fernandes já se filiou ao Partido Social Democrático - PSD"...

 Nesta

 terça-feira (17/3) em evento no Clube Atlético Monte Líbano, na capital paulista, aconteceu a 13ª edição do Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora (PSPE).

Nove

 municípios da região Noroeste Paulista no evento, Votuporanga, Jales, Santa Fé do Sul, Riolândia, Turmalina, Cardoso, Ouroeste e Pontalinda, que receberam o selo de Prefeitura Empreendedora, além de Nhandeara que foi a finalista.

A iniciativa

 Nhandeara em Rede: Empreendedorismo que Transforma Comunidades,, foi a 3ª colocada da categoria Sala do Empreendedor da etapa paulista do Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora (PSPE).

Os municípios 

Jales, Pontalinda, e Santa Fé do Sul estiveram representando a Região de Jales, composta por 22 municípios.

O deputado

 estadual e presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo e Combate à Guerra Fiscal, Itamar Borges esteve presente ao evento.

No sábado,

 14 de março, às 17:30, o advogado Marcelo Fernando Daca, enviou à redação a seguinte nota: “Acabei de ler o jornal e gostaria de acrescentar uma informação. 

“A Deputada 

Analice Fernandes já se filiou ao Partido Social Democrático - PSD, em cerimônia realizada na cidade de Fernandópolis/SP, no domingo passado”.

“O evento

 contou com a presença do presidente do partido, Gilberto Kassab, e também do governador do estado de Goiás, Ronaldo Caiado, que é apontado como um possível nome para pré-candidato à Presidência da República.”

“Estiveram 

presentes ainda 21 prefeitos da região. Eu e o vereador Bigotto também fomos convidados para participar do evento”.

Dr. Marcelo



encerra a nota com o pedido de “Caso seja possível incluir essa informação na próxima edição do jornal, segue em anexo a foto do evento”.  

Na foto  Bigotto, Ananlice e Marcelo

Solicitação

atendida, e pelo andar da a carruagem, os tucanos e outros mais, deverão se bandear para o PSD, engrossando a fileira de cabos eleitorais em pró à deputada. 

O chefe 

de gabinete José Angelo Caparroz Vieira, do Poder Executivo Municipal, que andou ausente na mídia,deu o  ar de sua graça participando de dois importantes eventos na capital paulista.

Não 

dá para entender a confusão que a mídia faz em torno de nomes dos prédios púbicos.

Exemplo:

o prédio que abriga o Teatro Municipal Ismael Tonholi (não entronizaram seu nome) é denominado de Centro Cultural Dr. Edilio Ridolfo. Duas coisas bem diferentes

Tal como

agora que querem impingir à população, um apelido à Praça dr Euphly Jalles, chamando-a de “praça da fonte”. 

Já foi dito

nesta coluna que o Espaço Cultural Dr. José Carlos Guisso - eleito prefeito por 2 mandatos - abriga a Biblioteca Municipal Dona Edite Moreira Ridolfo, o Museu Histórico Municipal Armando Pereira da Silva e a Casa do Poeta e do Escritor Romeu Cisterna (nome não entronizado).

Como 

o Paço Municipal Prefeito Valentim Paulo Viola abriga a Prefeitura Municipal, a Procuradoria Geral do Município e várias secretarias.

Passou

da hora das pessoas que foram raízes no desenvolvimento da cidade receberem o devido respeito, e não tirar delas, as homenagens honrosas que lhes foram dadas em nome do povo. 

A 1848ª Sessão

 Ordinária da Câmara de Jales será realizada nesta segunda, dia 23, a partir das 18h, no Plenário “Presidente Tancredo Neves”, anexo ao prédio Mário José Miranda. A atividade, aberta ao público, 

Na mídia política,

em âmbito mundial, as notícias sobre a guerra tarifária promovida pelos Estados Unidos perderam espaço. O presidente dos EUA, Donald Trump, percebeu que essa guerra não dava certo. Esfriou o ânimo e partiu para outra guerra.

Na madrugada

de 06 de janeiro de 2026, forças militares dos Estados Unidos bombardearam a cidade de Caracas, capital da Venezuela. Capturaram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa. E conduziram ambos para um Centro de Detenção nos EUA.

Ações armadas

dos EUA contra a Venezuela começaram com destruição de barcos civis com supostos traficantes e apreensão de navios petroleiros. Foram encerradas com a captura do presidente do país e sua esposa. Para Donald Trump, as ações foram perfeitas.

Come se sabe,

Trump é um homem vaidoso e um político populista. Usa muito as mídias disponíveis. Costuma desviar a atenção do público dos assuntos desagradáveis e atraí-la para os assuntos impactantes que lhes rendem prestígio.

No amanhecer

de 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel iniciaram bombardeios no Irã, no Oriente Médio, com o objetivo declarado de conter o programa nuclear do país e eliminar o regime político-religioso islâmico vigente desde 1979.

Trump se sentiu

tranquilo, distante do conflito. Mas naquela região (Oriente Médio) estão estes 14 países. Em ordem de tamanhos: Arábia Saudita, Irã, Iêmen, Iraque, Omã, Síria, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Israel, Kuwait, Catar, Líbano, Palestina e Bahrein.

A maioria (90%)

dos 300 milhões de pessoas da região é muçulmana, seguidora do islamismo, religião fundada pelo profeta Maomé. E a região, que é grande produtora de petróleo e gás natural, localiza-se estrategicamente entre três continentes: Ásia, África e Europa.

O Oriente Médio

ainda está longe de perder sua importância geopolítica: produz 64% do petróleo mundial. No planeta, o petróleo movimenta automóveis, ônibus, caminhões, aviões e navios. Com ele se produz plásticos, borrachas sintéticas, asfaltos, fertilizantes.

É bem possível

que Donald Trump tenha cutucado um grande vespeiro. No início do conflito, ele previu que a guerra duraria 4 a 5 semanas. Já se passaram 3 semanas. Agora não faz mais previsões. E não recebe notícias boas.

Esta semana,

nos EUA, integrantes da Presidência e do Congresso estimaram os gastos feitos nos 6 primeiros dias de guerra contra o Irã: mais de 11,3 bilhões de dólares. O Departamento de Defesa dos EUA requereu mais 200 bilhões de dólares para gastar na guerra.

Hoje a guerra

se expande, causando destruições, mortes de autoridades, militares, adultos civis, jovens e crianças. A escassez e o preços elevados do petróleo e do gás natural já estão limitando e agravando a vida de milhões de pessoas no mundo.

Analistas dizem

que o conflito armado atual é diferente e complexo, em relação aos do passado. Agora, foguetes potentes com bombas pesadas, assim como os sistemas de defesa antimísseis, não oferecem as mesmas vantagens de antes.

Por sua vez,

destruir alvos militares, derrubar prédios, eliminar pessoas e executar invasões custa caro e frustra expectativas. Os chineses enxergaram isso. Por isto, a guerra deles é outra. Celebram acordos e investem em infraestruturas de interesse comum.

Hoje ninguém

tem coragem de apostar no que vai dar a guerra EUA/Israel contra Irã. Mas a destruição da infraestrutura econômica, referente às cadeias produtivas de petróleo e gás natural, nos países do Oriente Médio, provoca um grande estrago no mundo.

Nesse sentido,

o Brasil se dará bem sem gastar muito em armamentos, mas investir em infraestruturas de produção, logística, beneficiamento e exportação dos produtos que já exporta com sucesso: grãos, proteínas, açúcar, celulose, minérios e muitos mais.

Neste ano

temos eleições gerais no país. Nossos políticos teimam em perder tempo e dinheiro público com discussões partidárias. Não estão preparados para elevar o país na posição importante que tem que ocupar no mundo.

Os eleitores

brasileiros, assim como os eleitores de outros países, deixam-se levar por discursos sem conteúdo útil para o país e o mundo. Políticos e eleitores existem para conduzir os povos na realização de suas nobres aspirações.


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