Memórias familiares aquecem o mercado de cidadania alemã entre brasileiros em busca de mobilidade internacional



Acesso às universidades europeias, possibilidades de investimentos e proteção patrimonial impulsionam a demanda, especialmente no início do ano

O mercado de cidadania alemã vive um momento de grande procura por brasileiros que buscam mobilidade internacional, estabilidade econômica e novas oportunidades de estudo, carreira e negócios no exterior. Segundo a Bofinger Cidadania Alemã, o início do ano, especialmente os meses pós-férias, concentra um aumento expressivo na procura por informações e abertura de processos.

De acordo com Thiessa Bofinger, fundadora da assessoria que realiza processos de solicitação de cidadania, o fenômeno está diretamente ligado ao período de festas de fim de ano. “As reuniões familiares despertam memórias, histórias e a busca por documentos de antepassados. Conversas informais acabam se transformando em decisões concretas logo nos primeiros meses do ano”, explica.

Em 2026, esse movimento ganhou ainda mais força com a consolidação das mudanças na legislação de cidadania alemã, que trouxeram mais segurança jurídica e ampliaram as possibilidades para descendentes. O novo cenário reforçou a percepção da cidadania como um ativo estratégico de longo prazo, e não apenas como um documento. “O desejo de ampliar oportunidades de estudo, trabalho e livre circulação na União Europeia, aliado à busca por qualidade de vida e estabilidade, faz com que mais brasileiros vejam a cidadania alemã como parte do planejamento de futuro”, afirma Thiessa.

A valorização do euro e do dólar também tem impactado diretamente esse mercado. Com o fortalecimento do Euro, cresce o senso de que a cidadania europeia pode ser uma forma de proteção patrimonial e mobilidade internacional.

Entre os benefícios práticos, estão a possibilidade de abrir contas em moeda forte com menos burocracia, acesso a investimentos e taxas de juros da Zona do Euro e vantagens significativas na área educacional. “O custo do processo de cidadania é rapidamente amortizado quando se considera que um cidadão alemão pode acessar universidades de excelência com custos quase nulos, enquanto um estudante estrangeiro enfrentaria mensalidades elevadas e a desvalorização do real”, destaca.

Dados internos da Bofinger mostram que, entre 2024 e 2025, houve um crescimento relevante no número de consultas e processos iniciados. Em 2026, a demanda permanece estável, com fluxo constante de novos casos. “Esse comportamento indica que a cidadania alemã deixou de ser uma tendência pontual e passou a integrar, de forma estruturada, os planos de vida, carreira e negócios de muitas famílias brasileiras”, analisa Thiessa.

No mercado aquecido, a Bofinger Cidadania Alemã se destaca pelo atendimento altamente personalizado e técnico. Cada processo é analisado individualmente, com estudo aprofundado da linhagem familiar, orientação documental estratégica e acompanhamento completo, da identificação do direito à homologação de documentos e trâmites junto a órgãos oficiais e consulados.

A assessoria investe continuamente em atualização técnica, incluindo participação em seminários e eventos especializados na Alemanha, garantindo atuação alinhada às práticas mais atuais da legislação alemã. “O conhecimento técnico é essencial, mas o nosso diferencial está no atendimento humanizado. Todo o suporte é feito por pessoas reais, com clareza, proximidade e responsabilidade”, reforça Thiessa.

O contato acontece por canais diretos, como WhatsApp e e-mail, e inclui análise inicial sem custo, permitindo que o interessado compreenda suas reais possibilidades antes de iniciar o processo. Com isso, a cidadania alemã deixa de ser apenas um direito de origem e se transforma em um projeto concreto de mobilidade internacional e planejamento de futuro.

Sobre a AHK Paraná - Estimular a economia de mercado por meio da promoção do intercâmbio de investimentos, comércio e serviços entre a Alemanha e o Brasil, além de promover a cooperação regional e global entre os blocos econômicos. Essa é a missão da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), entidade atualmente dirigida por Lourdes Manzanares, a primeira diretora mulher da AHK Paraná.    

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