Folhageral: Precisamos vender melhor a imagem da cidade de Jales

 Precisamos 

vender melhor a imagem da cidade de Jales, tanto dentro como fora de seu território. 

João Mariano, 

de Freitas, foi um dos pioneiros na fundação da cidade de Jales. 

A praça

central da cidade que leva o seu nome, já foi chamada de Pioneiros e Bandeirantes, até a mudança para o nome atual.

Portanto

é incompreensível, que ainda se use a frase “conhecida como a praça do Jacaré” para definir o local. 

Segundo 

a lenda, um dos jacarés - eram dois - desapareceu numa noite e teria virado “churrasco”.

O outro,

foi levado para Araçatuba para receber os devidos cuidados. Estava debilitado.

O que 

lá está, é mera decoração. 

E assim

por diante, como nome de prédio é usado para definir o nome da instituição que ele abriga. É terrível. 

Por exemplo,

o caso do Centro Cultural Dr. Edilio Ridolfo, cujo nome denomina o prédio que abriga o Teatro Municipal Ismael Tonholi, estabelecido por lei de autoria dos vereadores Hilton Marques e Rivelino Rodrigues, líder do prefeito no Legislativo.

Aliás,

ainda não se sabe o porquê, o nome não foi entronizado ao Teatro.

Para



não esquecer, o prédio que abriga a Casa do Poeta e do Escritor Romeu Cisterna, o Museu Histórico Armando Pereira da Silva, e a Biblioteca Municipal Dona Edite Moreira Ridolfo é denominado de Espaço Cultural Dr. José Carlos Guisso (foto). 

Inclusive,

a população acredita que o Velório Municipal é apenas velório municipal e não  Velório Municipal Aparecido Siqueira Leite, um ex-funcionário público municipal. 

Uma 

última informaçãozinha. O AME de Jales, simplesmente chama-se Ambulatório Médico de Especialidades Avelino Fernandes – AME Jales. 

Quantas 

pessoas sabem disso? 

A coluna

está fazendo um levantamento a respeito para divulgação

Esta semana,

associações comerciais de duas importantes cidades portuárias – ACRJ do Rio de Janeiro (RJ) e ACS de Santos (SP) – avaliaram o impacto do tarifaço imposto pelos Estados Unidos a vários produtos brasileiros importados por aquele país.

No terceiro mês

de vigência – desde 06 de agosto de 2025 –, o tarifaço de 50% decretado pelo presidente Donald Trump tem causado efeitos diferentes nas duas cidades portuárias, segundo as avaliações das associações comerciais.

Na cidade do

Rio de Janeiro o impacto foi pouco sentido na atividade comercial. Mas, na cidade de Santos o impacto prejudicou pela redução nas exportações de café, apesar de ter sido atenuado por novas oportunidades de exportação de soja, carne e outras cargas.

No Rio de Janeiro,

o presidente da ACRJ explicou que lá a atividade comercial não sofreu impacto significativo porque o Brasil exporta menos produtos da área de comércio varejista e da área de prestação de serviços.

Já em Santos,

o presidente da ACS explicou que a economia da cidade depende da movimentação portuária. O tarifaço impactou sobretudo a exportação de café. O Brasil é o maior produtor e exportador de café. E 80% das exportações são embarcadas no porto de Santos.

Como se vê,

entidades comerciais de cidades portuárias distintas avaliam impactos diferentes em suas economias. Porém, em ambos os casos, entendem que a taxação deva ser revisada em negociações entre os governos.

Os Estados Unidos

são o maior consumidor de café do mundo. Produzem apenas 1% do consumo interno. Importam do Brasil o volume de 1/3 (um terço) do seu consumo interno. Desde agosto, são embarcados para lá lotes anteriormente contratados.

O Brasil é grande

exportador de produtos essenciais: café, soja, algodão, suco de laranja, celulose, carne bovina, carne de frango, minério de ferro, óleos brutos de petróleo. As sobretaxas norte-americanas favorecem a ampliação comercial do Brasil com outros países.

A República

Popular da China, localizada no continente asiático, é o terceiro maior país do mundo. Sua área territorial é 12% maior do que a do Brasil. Pela grande extensão territorial, possui diversos climas. Sua população é de 1,4 bilhão de habitantes.

O país é governado

pelo Partido Comunista da China desde que foi fundado em 1921. Mas sua política econômica é considerada pragmática. O país se desenvolve rapidamente, sendo hoje a 2ª maior economia do mundo.

Este é o país

maior parceiro comercial do Brasil, em exportação e importação, há 17 anos. Além disso, a China tem muito interesse de investir no Brasil. Seus investimentos têm focado o setor elétrico, portos, ferrovias, telecomunicações e outros.

Recentemente,

a China concluiu a construção de mais uma poderosa usina de energia solar, com capacidade para abastecer de eletricidade 5,0 milhões de residências. O projeto une a produção de energia limpa com preservação ambiental.

Em março de 2026,

a China vai realizar no Brasil, na cidade de São Paulo, no Expo Pavilhões do Distrito de Anhembi, o maior evento mundial do setor de energia solar e tecnologias sustentáveis. É a primeira vez que o evento será realizado fora da China.

A expectativa

é de receber pelo menos 10 mil pessoas em três dias de evento. A feira de negócios contará com cerca de 100 expositores, incluindo importantes fabricantes dos mais inovadores equipamentos necessários às usinas fotovoltaicas.

O Brasil possui

mais de 18 mil usinas comerciais de energia fotovoltaica. A energia recebida do sol, no Brasil, é abundante. A formação de parcerias entre Brasil e China para promover a energia fotovoltaica viabiliza novos empreendimentos socioeconômicos.

A integração

econômica dos países que buscam a cooperação para o desenvolvimento compartilhado, dentro de acordos confiáveis, pode resultar em grandes benefícios através das trocas de produtos e serviços, como alimentos, matérias primas e tecnologias.


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