O vereador
Luís Especiato (PT), quer saber qual a real situação financeira, orçamentária e previdenciária do Instituto Municipal de Previdência Social Francisco Valdo Albuquerque.
Para
Tanto, na sessão ordinária de segunda-feira (4) ele aprovou, unanimemente uma propositura dirigida ao Poderes Executivo e Legislativo, e ao Instituto de Previdência.
Pelas
indagações do vereador petista e o andar da carruagem, o Instituto começa a tropeçar nas pedras do caminho.
Especiato
assim se manifestou no inicio do documento: “Nós aprovamos, nesta Casa, uma alteração no Instituto de Previdência – inclusive a segregação de massa, tão discutida, que aprovamos em regime de urgência”, e continua
“Até
naquele momento, tínhamos, por parte do município de Jales, uma dívida de R$ 53 milhões entre não repasses e parcelamentos”.
E ainda
que “Até o presente momento, não temos mais essas informações – pelo menos eu não tenho – e ouvimos falar que estamos descapitalizando o Instituto, ou seja, consumindo recursos que estavam aplicados porque os recursos são insuficientes para pagamento”
Especiato
alertou ainda, que “se nós descapitalizarmos [o IMPSJ] a ponto de não termos recursos suficientes para pagamento dos aposentados – e obviamente esses recursos são sempre crescentes porque as pessoas se aposentam -, então teremos uma dificuldade, depois, de pagamento do próprio tesouro, o que aí será ‘nas costas’ do município”
Especiato
lembrou ainda que “se nós descapitalizarmos [o IMPSJ] a ponto de não termos recursos suficientes para pagamento dos aposentados – e obviamente esses recursos são sempre crescentes porque as pessoas se aposentam -, então teremos uma dificuldade, depois, de pagamento do próprio tesouro, o que aí será ‘nas costas’ do município”.
Para
que se preocupar se no final do ano chega à mesa do presidente da Câmara, como de praxe, um novo pedido de parcelamento da dívida do Município com o Instituto, e os nobres edis acatam, aplaudem e aprovam e, rola-se a dívida.
A guerra tarifária
entre os Estados Unidos e a China foi iniciada pelo presidente Donald Trump em seu primeiro mandato (2017 a 2020). Trump impôs tarifas de importação e outras barreiras comerciais aos produtos da China. Sofreu retaliações e não teve sucesso.
No atual mandato
(2025 a 2028), Trump reiniciou a guerra tarifária contra a China. Em fevereiro deste ano, Trump impôs a tarifa de importação de 10% sobre os produtos recebidos da China. Em março elevou essa tarifa para 20%.
O dia 02 de abril,
comemorado por Trump como “Dia da Libertação”, ele ampliou a guerra tarifária. Impôs tarifas de importação a praticamente todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos. O assunto tomou conta dos noticiários em todo o planeta.
Na condição
de presidente, Donald Trump tem razão em lutar pelo país. Ele tem que equilibrar a balança comercial, controlar a dívida pública, moderar a inflação, refrear o desemprego, investir no desenvolvimento socioeconômico.
Trump sabe
que a boa gestão, além de ser obrigação, eleva a confiança e o apoio político junto à população. Por isso ele promete “tornar os Estado Unidos grande novamente” e tenta realizar essa proeza a qualquer custo.
Observadores
atentos afirmam que Donald Trump, apesar de atarantado, compreende que hoje os Estados Unidos não possuem a liderança de antes no cenário mundial, nos domínios econômico, tecnológico, político e militar.
O Século 21
teve início em 2001. Nesse ano, o economista britânico Jim O‘Neill elaborou um estudo intitulado “Formando melhores blocos para economia global”. No original inglês, a palavra blocos é escrita BRICS.
O objetivo
do economista britânico foi evidenciar a importância de países emergentes, com elevado potencial de desenvolvimento econômico e social, capazes de se unirem e se tornarem relevantes na economia global.
Nos anos seguintes
os países emergentes tiveram boas taxas de desenvolvimento. A primeira reunião formal dos BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) – em 2006, em NovaYork – teve a participação dos ministros das relações exteriores dos quatro países.
A primeira
reunião de cúpula dos BRIC – com a presença dos governantes dos quatro países – aconteceu em 2009 na Rússia. A segunda reunião de cúpula dos BRIC aconteceu em 2010 em Brasília (Brasil).
A terceira
reunião de cúpula dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), reunindo os governantes dos cinco países, aconteceu em 2011 na China. Houve a incorporação da África do Sul (South África, em inglês).
A décima sétima
reunião de cúpula aconteceu no Rio de Janeiro, neste ano de 2025.Elas acontecem anualmente. Hoje os BRICS são formados por 11 países membros e possuem 10 países parceiros. O bloco já responde por 30% da economia global.
O Banco dos BRICS,
foto- sede do banco dos BRICS (NDB) em Xangai (China), inaugurado em 2015
denominado New Development Bank (NDB), fundado com capital inicial de 50 bilhões de dólares e capital autorizado de 100 bilhões de dólares, teve sua sede inaugurada e o início de operação em 2015 na cidade de Xangai (China).
No mês de maio
deste ano, os bancos centrais do Brasil e da China assinaram um acordo que envolve troca de moedas e pagamentos, permitindo que transações comerciais sejam feitas sem passar pelo dólar, livrando a dependência pela moeda norte-americana.
Este é o grande
problema dos Estados Unidos: os BRICS. Nele estão países fortes e em desenvolvimento, como a China, a Rússia, o Brasil, Índia, Arábia Saudita e Emirados Árabes. E possivelmente vão abandonar o dólar como moeda de referência mundial.
Nesta
quinta-feira, 7 de agosto, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), lançou a identidade visual da Campanha da Fraternidade 2026. Com a proposta de despertar a consciência sobre o direito à moradia digna como expressão concreta da fé cristã, “Fraternidade e Moradia” é o tema escolhido


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