Folhageral: Ficaria mais barato, mais simpático e mais significativo se fosse instituído um slogan único.

 Aquela política

que grande parte dos eleitores adora acompanhar é a política partidária. Ela consiste nas ações dos políticos e seus partidos, defendendo suas ideologias e seus interesses, disputando espaços na mídia e votos nas eleições.

Entretanto,

a política é mais do que isso. A política está ligada à governança, à condução e à regulamentação de tudo que é público, que diz respeito à coletividade. Nisso se incluem o desenvolvimento econômico e social em todo o país.

Por isso,

não é de estranhar que – em ocasiões distantes das corridas eleitorais, como agora – os analistas lá do botequim da vila estejam pensando nos acontecimentos políticos gerais de ontem, de hoje e possivelmente de amanhã.

Para eles,

os políticos ligados aos poderes legislativo e executivo em Jales – muito afeitos à política partidária – não estão separando o crescimento urbano do desenvolvimento socioeconômico. Nem dando-lhes a devida atenção.

A cidade de Jales

tem apresentado, nos últimos anos, um crescimento urbano que pode ser considerado até excepcional. Novos loteamentos engrandecem a paisagem urbana. Sabe-se que, brevemente, mais um vai ser aberto na região sul da cidade.

Na observação,

os analistas lá do botequim da vila enxergam que o crescimento urbano não evolui acompanhado do desenvolvimento socioeconômico. O social econômico caminha muitos passos atrás do crescimento da cidade.

Segundo dados

do IBGE em 2021, a cidade de Jales tem boa infraestrutura, dispõe de boa mobilidade urbana, oferece boas condições para saúde e bem estar. Na economia municipal, o PIB Produto Interno Bruto per capita é de R$ 40.212,72.

Este valor

da economia do município (R$ 40.212,72 per capita) coloca Jales em 1.426º lugar entre os 5.570 municípios do Brasil. Há 1.425 municípios acima de Jales e 4.144 municípios abaixo de Jales. A colocação econômica do município de Jales é boa.

Na lista do IBGE,

o município de Jales (com 50 mil habitantes) tem praticamente mesmo PIB de Marília SP (246 mil habitantes) e de Votuporanga SP (100 mil habitantes). Porém está 47 posições abaixo do município de Santa Fé do Sul SP (36 mil habitantes).

Isto mostra

que Jales pode estimular suas atividades econômicas para favorecer o desenvolvimento socioeconômico, ou seja, elevar os padrões de ocupação, renda e qualidade de vida, visando acompanhar o crescimento urbano.

Pelas condições

naturais, estruturais e sociais, Jales tem grandes potencialidades a desenvolver no setor primário, especialmente na agricultura orgânica familiar. E o setor primário pode contribuir para desenvolver os setores de indústria e serviços.

Mas os analistas

também costumam falar de assuntos menos intrincados. Por exemplo: as cores da bandeira da cidade, que oficialmente deve ser usada. Acontece que, logo que um prefeito assume o cargo, pratica as cores de preferência nos bens públicos.

Eles se lembram

de uma vez, em que o prefeito eleito queria usar a cor vermelha nos bens da prefeitura durante sua gestão. Conta-se que o bom senso prevaleceu e o prefeito desistiu. Talvez o tenham alertado do significado político da cor vermelha.

É bom pesquisar



o que há a respeito na Lei Orgânica do Município, na busca dos símbolos do município. Lá estão: o Brasão (foto) e a Bandeira. Em 2008 foi agregado como símbolo o Hino de Jales. Tudo correto. Mas nada de cores, caracterizando a Bandeira.

Numa mensagem

do diretor administrativo da Câmara Municipal, veio a explicação. A Bandeira e suas cores foram criadas por Lei, quando Jales passou a ser município pela Lei Estadual nº 233 de 24/12/1948.

A Bandeira Municipal



de Jales é uma obra de autoria do heraldista, Prof. Arcinoé Antônio Peixoto de Faria, da Enciclopédia Heráldica Municipalista. De acordo com a lei, o estilo da Bandeira obedece a tradição da heráldica portuguesa. As cores devem ser respeitadas.


Tem gente

já se perguntando sobre o futuro prefeito de Jales. Ou seja, que será eleito em outubro de 2028 e tomará posse em janeiro de 2029. Quanto vai gastar do orçamento municipal para criar e adotar o slogan para sua gestão? 

Isso vem

acontecendo quando os administradores municipais tomam posse. Ou seja, no mínimo cada quatro anos. Ficaria mais barato, mais simpático e mais significativo se fosse instituído um slogan único. Os vereadores podem pensar nisso.

Por falar

em comunicação social, existe a ideia de fazer com que os prédios escolares da cidade, de todos os níveis, serem conhecidos pelos nomes das pessoas com que foram batizados por justas homenagens.

O professor

Oswaldo Soler, pioneiro na implantação de ensino superior em Jales, visando atender uma vasta região, tem méritos para ter seu nome gravado no Centro Universitário que antes foi FAFICLE. Quem se lembra: FAFICLE?

Estranharam

a saída da doutora Adriana Campos do cargo de Secretária Municipal de Educação, em silêncio, por motivos particulares. Excelente profissional, vinha trabalhando com louvor, valorizando o convite que recebeu 5 anos atrás.

Na próxima

sessão ordinária (26/5), estará em primeira e única discussão e votação o Projeto de Decreto Legislativo n° 1/2025 da Mesa Diretora da Câmara, sobre Parecer Prévio do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, referente à prestação de contas e ao Balanço Geral do exercício de 2022 da Prefeitura Municipal de Jales.

O parecer

prévio do Tribunal de Contas Estado foi favorável à aprovação das contas da Prefeitura Municipal de Jales, relativas ao exercício de 2022, excetuando aqueles atos, porventura pendentes de julgamento no Tribunal. Nesse caso, os vereadores vão discutir elogiando e votar.

Existe muitas

coisas simples que interessam a todas as pessoas, em todos os lugares, em todo o mundo. Nesse sentido, “O Dia da Abelha” foi instituído no dia 20 de maio pela ONU Organização das Nações Unidas.

As abelhas

são responsáveis por 70% das polinizações das culturas agrícola do mundo, além das plantas existentes na natureza. Por isso, elas têm importância fundamental na vida de todos os seres vivos do planeta.

Custa pouco

promover a conscientização da população – pessoas de todas as idades e qualificações – através de eventos elucidativos nas cidades. Qualquer local urbano pode servir de base para divulgar medidas de proteção às utilíssimas abelhas.

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